sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

MANCHETES DE JORNAIS.


Como sou assinante de um jornal de Caxias e não sou muito adepto a leitura deste órgão de comunicação, dificilmente compro jornal, mas quando o faço, em algumas vezes, me surpreendem as manchetes e as notícias divulgadas neles. Do último que comprei destaco os seguintes assuntos:
- “Não há previsão para racionamento” diz ministro das minas e energia. Eu penso que é uma confissão de desprezo para com o povo brasileiro. Por que fazer um racionamento sem previsão? Não será muito pior, tendo em visto que o racionamento é certo?
- Do ministro Pepe Vargas, estas pérolas: “Ações da lava-jato não causarão instabilidade ao país” O ministro conta com a total falta de poder de indignação do povo e dos políticos frente a escândalos. “Defender CPI da Petrobras não traz boa relação com o governo” Entenderam o recado? O ministro está fazendo uma ameaça explícita àqueles que se meterem a besta em querer esclarecer mal feitos do governo. “Ministra da agricultura não deve se manifestar sobre demarcação de terras indígenas” O super-ministro do governo Dilma já enquadrou a Sra. Katia Abreu. Ou seja, fica no teu canto e cuida só de assinar papéis que nós mandarmos. “Ministro nega toma lá da cá para segundo escalão” Ou seja, o PT vai governar sozinho. Parece até verdade que o atual governo não fez do seu carro chefe, este, que era um instrumento de perpetuação no poder, que ele tanto criticava nos anteriores.
- “Após elevar tributos, Dilma veta correção de tabela de IR em 6,5%”. Meu Deus, ela fez isto? Já imaginaram se fosse um candidato da oposição? E como assim IR? O PT, não era contra imposto sobre salários, que dizia não ser renda? Com estas medidas o governo quebra o dito popular de dizer que dá com uma mão e tira com a outra. Agora ele tira com uma mão e agarra com a outra.
- “Novo modelo de tributação para bebidas começa a valer em maio” Parece ser apenas uma nova forma de se fazer a cobrança de um imposto que já e exorbitante. Mas não, é uma pura e simples elevação de percentual em 10%.
- “Só um projeto, com a aprovação da AL fará retornar aos valores anteriores” Isto se referindo a atitude do governador do estado Sartóri, de abrir mão do reajuste salarial que lhe foi concedido. Ou seja, um ato de pura demagogia.
- “Arlindo Chinaglia, do PT......com apoiadores....um dos mais entusiasmados era Vilson Covatti, do PP” Alguns pepistas dizem que o PP do RS é diferente do que existe no resto do país. Pergunto a estes: como assim?
- “Ministro da fazenda diz que aumento de tributos facilitará retomada do crescimento”. Aberta a temporada de se dizer qualquer bobagem que soe bem aos ouvidos do “gado”. Eu vou dificultar a tua possibilidade de produção para tu poderes crescer. Parece piada não é mesmo.
Bom, estas manchetes e textos esporádicos foram retirados somente de um jornal do dia 21 de janeiro. Imaginem o número de sandices que são publicadas por centímetro quadrado nestes órgãos de comunicação. E todas estas inverdades e tergiversações são despejadas para a população como fonte de informação. Uma leitura com um pouco mais de atenção por um leitor com um nível cultural superior ao analfabetismo funcional, verá que quase tudo não passa de uma obra de ficção.

Afonso Pires Faria – 01.2015.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

O novo ministério da presidente Dilma me traz algumas surpresas. Kátia Abreu, representante do agronegócio e Aldo Rebelo que, apesar de ser comunista, tem ideias sensatas, como não acreditar no aquecimento global.

Tenho atacado o governo do PT de forma contundente, persistente e constante, só não o fiz ainda de forma desleal. Será que é só isto que está faltando eu fazer para ser convidado para ocupar um ministério?
                             
Em 01.07.1976 o governo sancionou a lei 6339/76 que ficou conhecia com o nome do então ministro da justiça Armando Falcão. Hoje ela é motivo de piada. Esta lei disciplinava o uso do horário de propaganda eleitoral. O tempo para os candidatos e partidos, era igual, não era permitido musicas e os candidatos somente poderiam expor os seus dados pessoais. Os candidatos não podiam mentir, enganar, maquiar ou iludir os eleitores com músicas bonitas. O poder econômico não influenciava. Hoje vale quem tem mais dinheiro, quem melhor engana o povo e o melhor marketing. Reclamavam que o político ficava calado, mas isto era por conta do não poder mentir. E o “gado” acha que a lei atual é que justa.

Gostaria de saber onde estão os militantes do partido aquele que ascendeu ao poder com loas aos mais pobres e dizendo que salário não era renda? Hoje só não cobra o maior imposto sobre salário, como se nega a corrigi-lo minimamente pela inflação.

Estou a pensar como estará o Brasil, quando da campanha para a reeleição do Lula em 2022. Como será que o “gado” estará se comportando nesta época? As medidas impopulares e tão desconexas com o que foi prometido em campanha eleitoral, só são possíveis ser aceitas por um povo, que eu chamo de gado, com instrução mínima. Tudo o que está ocorrendo no nosso país, por iniciativa governamental, vem totalmente de encontro ao que foi prometido na campanha eleitoral pela candidate vencedora. Ironicamente também, ao encontro do que ela dizia que o seu oponente faria caso fosse vencedor do pleito. O povo (gado) que foi para as ruas, e quase parou o Brasil, por um aumento de R$ 0,20 nas passagens de ônibus na capital de um dos estados da federação, hoje não tem a menor indignação com tudo o que está ocorrendo de incrédulo no nosso país, tendo em vista o que foi prometido e o que está sendo efetivamente efetuado. Vitória, vitória devem estar gritando os defensores da aplicação dos métodos gramscistas. E o gado célere rumo ao abatedouro.

O “pacote de maldades” decretado pela presidente Dilma, não seria de todo mal não tivesse ela prometido, em campanha para reeleição, o oposto do que está fazendo. Cabe alguns elogios a algumas medidas que visam somente o bem da nação, mas são poucas. A maioria visa exclusivamente cobrir, mesmo que parcialmente, o rombo das bondades feitas, com o nosso dinheiro, a setores internos privilegiados e a países amigos seguidores da doutrina apregoada pelo Foro de São Paulo.

Segundo as regras de como proceder para se implantar um regime ditatorial em um país, somente um líder sobreviverá. Não obrigatoriamente o mais forte, nem o mais popular, nem o mais previsível. Stálin, Lenin e Trotsky, se ressuscitados, confirmariam isto. Portanto dona Dilma, seu Zé Dirceu e seu Lula. Olho muito aberto, dois sucumbirão.

Afonso Pires Faria – 01.2015

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES.

Fico triste quando vejo pessoas das quais eu tinha alguma admiração, pararem no tempo ou até regredirem. O poder de argumentação não vai além de ofensas ou discordâncias pura e simples. Ofendem-se facilmente e levam para o lado pessoal algo que deveria ficar mais no campo das ideias. Perdem totalmente a capacidade de aprender com seus desiguais. Considera-se vencedor aquele que conseguiu convencer o outro das suas ideias, quando o correto seria o contrario. Quando debato com alguém que tem maior conhecimento que eu sobre um determinado assunto, é certo que eu sairei do assunto com mais conhecimentos do que o iniciei, ao contrário do meu oponente. E quem ganhou com isto? Quem aprendeu é claro. Mas isto é só para os sábios.

Quando existe uma classe social com claras desvantagens sobre as outras o governo, para diminuir as desigualdades, cria políticas afirmativas, ou seja, leis que beneficiem aqueles com incapacidade de progredir em igualdades de condições com seus colegas. Mas a criação destas políticas indiscriminadamente termina excluindo mais do que incluindo, pois o número de beneficiados algumas vezes se torna maior do que os que não são contemplados com as ditas medidas. Quando houver uma discrepante inferioridade de uma minoria é justo que se tente auxilia-las para que não sejam tão prejudicadas. Agora o sindicato, (sempre um sindicado) dos Bancários conseguiu, com uma ação coletiva, garantir, exclusivamente as mulheres, o direito a um intervalo de 15 minutos antes do horário de prorrogação de expediente. Se coerentes, as mulheres deveriam repudiar este “direito” tendo em vista que sento uma medida discriminatória, tem como fim compensar uma deficiência que a mulher supostamente tenha. Qual deficiência cara pálida? Deixando aqui o meu lado politicamente incorreto, digo que se alguém deveria parar um pouco para pensar, é o homem que tem menos capacidade de discernimento do que a mulher. Claro, tudo isto em tese.

Aqueles que pensam que o PT e seus seguidores, esta enfraquecendo com os escândalos descobertos nos seus governos, está muito enganado. O que ocorre é apenas uma metamorfose. É a transferência de poder da base para o topo da pirâmide. O mensalão decepou algumas cabeças que em breve serão esquecidas e afastadas da cúpula, petrolão decepará outras, que quando passada a crise, também serão esquecidas e descartadas. Depois virão outros escândalos já a vista como os empréstimos do BNDS etc. Em cada uma destas crises a o topo piramidal se fortalece. Restarão poucos, poucos mas mais fortes. Os “bois de piranha” ou inocentes úteis estão sendo sacrificados por uma causa, no modo de entender deles, justa. A história se repete, mas nem sempre com os mesmos atores e com os mesmos modus operantes, mas o resultado a ser alcançado é o mesmo: a tomada total do poder por uma pequena parcela privilegiada do partido. Os que se opuserem terão seu castigo. Estudem a história da instalação de regimes totalitários no mundo e verão muitas coincidências com o que está ocorrendo no nosso país.

  Há algo de estranho pairando sobre as leis no nosso país. Se constitucionalmente o salário mínimo é o mínimo necessário para atender as necessidades de uma família em saúde, educação, alimentação, lazer e moradia, porque cargas d’água, um magistrado tem que receber, além dos seus proventos, um auxílio para poder morar? Teria este uma remuneração tão miserável que não permite a este trabalhador atender a esta necessidade? Ou modifiquem a Constituição ou retirem este apêndice imoral, nojento, abjeto e ridículo de todos que o recebem.

Não é todo o crime cometido em um gay que é por homofobia e nem contra um negro, que a motivação seja racismo, embora a imprensa, sempre que ocorre um crime contra um ou outro, atribua primeiramente a homofobia ou racismo. A maioria das vezes o motivo causador do crime é outro. Mas penso que quando o motivo for mesmo de homofobia ou racismo a pena não deve ser somente agravada como também exclusiva. Primeiro deve este criminoso ser capado, para não botar mais elementos desta estirpe no mundo, depois decepado um de seus braços, depois o outro; uma perna, depois a outra e finalmente tiraríamos dele aquilo que ele tem de menos útil no corpo: a cabeça. Só assim a justiça seria perfeita.

 Afonso Pires Faria – 01.2015.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

TIPIFICAR PARA QUE?
Desculpem-me a ignorância, mas eu ainda não entendi o que é ser homofóbico. Qual o limite? O que eu não posso fazer em um gay? Eu não posso agredi-lo? Não acho que não. Posso ofendê-lo? Não, também acho que não. O cidadão ou cidadã, por ser gay ou lésbica, vai possuir direitos adicionais por possuir este comportamento? Também acho que não. Mas por que raios então existe a tal de lei anti homofobia? Grande parte dos crimes cometidos à homossexuais, os são por gente do seu meio, ou seja frequentadores de boates criadas para divertimento de pessoas que gostam do mesmo sexo e não do sexo oposto. Os que ali estão são o quê, que não homossexuais também? Já escrevi o que eu penso sobre um crime cometido por qualquer pessoa por motivo torpe. Sendo motivo torpe é uma agravante. Um dos motivos injustificáveis é o simples fato do outro ter uma cor ou preferência sexual diferente da sua. Não basta isto? Não, não basta porque esta generalização não incita a raiva de um contra o outro, e este é o objetivo principal, mas velado de se criar estes tipos de leis. Quando é que esta gente vai notar que está sendo usada para fins revolucionários? Até quando comerá na mão do carrasco que mais tarde o abaterá. Inocentes uteis é que são.
Pois para não ficar na ignorância, fui verificar o que dizem os especialistas sobre homofobia e crime de homofobia. Pois a “Presidenta da Comissão da Diversidade Sexual do Conselho Federal da OAB”, Maria Berenice Dias classifica como sendo qualquer manifestação de ódio ou rejeição contra homossexuais, lésbicas, bissexuais, travestis ou transexuais. Isto posto fico eu proibido de rejeitar qualquer uma pessoa que se classifique como tal. Mas ficaria eu livre para odiar outro tipo de pessoa por ela ser pobre, por exemplo? Ao marcarmos algumas pessoas que estão isentas de serem odiadas por pertencerem a uma casta, estaremos autorizando o ódio a quem a ela não pertença. Se não, qual o motivo de “marcar o gado”? A CF no inc. IV do art.3º já determina não ser aceito o preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade ou outras formas de discriminação. Acontece que as próprias Leis, como a 7.716/89, que criminaliza o preconceito racial, e outras que tratam do idoso, da criança, do adolescente, tratam de fazer dos iguais, desiguais ao dar-lhes direitos, que aparentemente os que não estão contemplados com a lei não os possuem. É com a finalidade de criar estes tipos de leis inócuas e maldosas que estão no parlamento do nosso país, 513 deputados e 81 senadores e mais um staf para lhes dar suporte. Tudo com o nosso dinheiro. É o legítimo presente de grego. Estão sendo presenteados com algo que já lhes pertence. Sim, mas para isto precisam manter um Estado cada vez mais inchado legislando a tordo e a direito, criando leis totalmente desnecessárias para agradar parte da sociedade em detrimento da outra com o fim precípuo de incitar o ódio entre elas.
 Afonso Pires Faria – 01.2015

A sociedade que coloca a igualdade à frente da liberdade irá terminar sem as duas. (Milton Friedman).

-Se o ser humano em sua individualidade é um quebra-cabeças indecifrável, quando em bando é de uma certeza matemática. (Autor ignorado)

sábado, 10 de janeiro de 2015

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES.

A pergunta que não quer calar é a seguinte: Se é que de fato não vai haver terceiro turno como falou o ministro Dias Tófoli, porque a Dilma segue com o mesmo discurso desconexo e enganador, como se estivesse em campanha eleitoral?

No início do ano de 2014 o governo previa um crescimento do PIB brasileiro entre 4% e 4,5%, cresceu 0,15%. Para 2015 a previsão é de um crescimento mais modesto, prevê-se que seja de 0,5%. Crescerá quanto mesmo???.

Quando eu critico a intervenção excessiva do Estado na vida do cidadão, não gostaria de ser confundida as minhas críticas a um apoio ao anarquismo. Defendo apenas que o estado não venha me tolher o direito que eu tenho de agir de acordo com minha vontade, desde que não prejudique a terceiros.

A ministra da agricultura Kátia Abreu prometeu dobrar a classe média rural em 4 anos.  Alguém acredita nisto? E os 800 aeroportos que a presidente Dilma iria entregar até o fim do primeiro mandato, onde estão? Pelo andar da carruagem, quando Lula tiver entregando ao seu sucessor o seu segundo mandato, já estaremos também com a edição do PAC 298, mesmo sem ter concluído 60% do PAC 1. Eles fazem promessas sem a menor intensão de cumpri-las. O que interessa é o efeito que causa a notícia. Basta manter o povo na ignorância.

Ironias a parte, este governo não para de me enganar. Se eu soubesse que a Dilma iria tomar as medidas econômicas que eu tanto defendo, eu não teria sujado as minhas mãos votando no Aécio. Votaria nela mesmo.

Nepotismo é o ato de alguém nomear para um cargo público de confiança um agente que cometeu o crime de ter nascido na mesma família que o nomeou. Já nomear para o mesmo cargo alguém que tenha cometido um crime de roubo ou desvio de dinheiro público é visto com certa naturalidade. Exemplos não nos faltam no rol de ministros do segundo governo Dilma. Mas nenhum é parente. É a confusão mental da inversão de valores sendo levada a cabo. É ladrão, mas não é parente, tudo bem. Não é ladrão mas se é parente, prendam o cidadão. Deixa se passar o principal e prende-se o acessório.

JBS, a maior doadora da campanha da Dilma coincidentemente a maior beneficiaria de empréstimos do BNDS e coincidentemente também aparece em lista de negócios de Paulo Roberto Costa. Outras coincidências aparecerão com esta e com outras empresas doadoras de campanhas políticas. Mas é só coincidências nada mais.


sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

A MÃO GRANDE E SUFOCANTE DO ESTADO.
A criação do Estado se fez necessária para evitar que os homens agissem sem nenhum controle assim criando uma desigualdade entre os mais fortes e os mais fracos, ou que um número maior de indivíduos, indiscriminadamente impusesse a sua vontade sobre os demais. Sugue o Estado como poder moderador e disciplinador da sociedade. É ótimo que exista um ente que controle os impulsos humanos, ao contrário estaríamos vivendo em um mundo de barbárie. O problema surge quando este ente se imiscui em setores que seria perfeitamente dispensável a sua atuação. Toda a vez que uma atitude minha estiver prejudicando a vida de outro, deverá surgir o Estado para mediar a situação evitando assim que haja prejuízo para uma das partes. Mas quando a regulação nada tem a ver com terceiros e a minha ação, se efetuada, não causa a ninguém nenhum dano, e poderá eventualmente causar algum prejuízo somente a mim, eu pergunto qual a necessidade da intervenção da autoridade neste sentido? A sociedade esta pagando um fiscal para evitar algo que nada lhe diz respeito na sua coletividade. O uso do cinto de segurança em um automóvel é uma destas atitudes. A alegação de que a sociedade tem prejuízo com mortes de condutores que não estão utilizando o referido equipamento a meu ver não se sustenta, bastaria ser excluído de qualquer benefício o cidadão que, em caso de morte ou invalidez, comprovadamente estaria salvo se tivesse dentro das normas impostas pelo Estado. Ficaria assim o cidadão livre para escolher se prefere morrer jogado para fora do carro ou amassado, queimado ou afogado pelo fato de, no momento do acidente, não ter podido se livrar das amarras do cinto que lhe traz segurança. Outro excesso de zelo do Estado para com o cidadão é o extintor de incêndio. Sou obrigado a proteger meu carro com o que há de mais moderno em matéria de extinguir incêndio, sendo que o número de ocorrências deste tipo, com a modernização dos automóveis, torna-se cada vez menos frequente. Na contramão vem a lei obrigando a modernizarmos cada vez mais na aquisição destes acessórios inúteis. Inúteis sim, ou alguém já viu a utilização de um extintor para outra finalidade que não ser jogado contra algum animal para nos defender dele. Somente Bélgica, Israel, Egito e outros 8 países de menor importância, tem lei que obriga o uso do famigerado equipamento. O número de atropelamento a ciclistas na via urbana é muitas vezes maior do que o caso de incêndio em automóveis. Sereia o caso de proibir o trafego de bicicletas, se de fato o governo está preocupado em salvar vidas? Os assaltos a residências por dia no Brasil são muito maiores do que os automóveis incendiados em um ano em todo o mundo. E paradoxalmente a isto, eu não posso ter uma arma para me defender dos assaltos, mas sou obrigado a defender o meu automóvel de um pretenso incêndio. A mão grande do Estado que deveria nos proteger, de tão atuante está no sufocando. Temos que parar de criar cargos públicos para diminuir de vês com estas invencionices que só servem para alimentar uma máquina administrativa perversa.

Afonso Pires Faria – 01.2015