quarta-feira, 11 de janeiro de 2023

TODOS PAGARÃO.

 

Não é possível que o povo, não só brasileiro, mas a totalidade do nosso planeta, não esteja notando o quanto está sendo enganado por um discurso “limpinho”, de igualdade e humanidade como princípio, mas que no fundo está impondo a toda a raça humana o retorno aos primórdios da humanidade. Se não for isso, é coisa muito pior. Algo de muito diferente está por acontecer em todo o planeta e poucos estão percebendo este fenômeno. Tal qual o sapo, que colocado em um recipiente com água, que é aquecida lentamente, morre cozido por não ter a percepção da alteração da temperatura, nós humanos, estamos também sendo submetidos a tal aventura. A nossa medida de intervalo temporal se altera com o avançar da nossa idade. Isto é comprovado por estudos. Um determinado período de tempo para nós idosos é bem mais curto do que quando éramos jovens. Isto se explica porque o nosso cérebro deixa de processar como o tempo passa, relativo as coisas que repetimos. É por isso que o público alvo desta nova revolução são os jovens. O cozimento desta massa terá mais efetividade, pois possui mais tempo para ser operacionalizada. Como explicar para os que somente vivem do presente e miram exclusivamente o futuro, que houve um passado, e que este foi a base de tudo o que hoje temos. Como explicar que na década de cinquenta do século passado um cidadão previu o que estaria ocorrendo hoje, com uma precisão cirúrgica nos fatos, errando apenas no quesito temporal? Este autor imaginou que seria em “1984”. Para quem tem um pouco de conhecimento deve já ter ouvido falar em George Orwell, e sabe do que eu estou falando. Fomos abduzidos. Ele previu que seríamos escravizados por um governo opressor, e a forma utilizada, para a época foi considerada tão impossível, que beirava ao ridículo. Um ente que tudo dominaria nos submeteria a ser obedientes a uma nova forma de falar, agir e tudo o mais que dizia respeito ao comportamento humano. Já estamos sob as ordens de um ministério da verdade, que diz o que é e o que não é, o que existe e não existe. Estamos também submetidos a pensar, não de acordo com os ensinamentos que herdamos dos nossos pais e educadores e sim ao que dita a cartilha de um politicamente correto. Uma confusão mental está de tal forma incutida em nossas mentes, que somos obrigados a aceitar absurdos como agir e falar contra a democracia para provarmos que somos a favor dela. E fizemos isso, primeiramente de forma instintiva e inocente, mas passamos em um curto período de tempo a defender estas ideias, como se coerentes e verdadeiras fossem. Estamos no brete rumo ao cadafalso, batendo palmas e cantando hinos de louvor aos carrascos. Ouço, e parece ser o da internacional socialista.

Afonso Pires Faria 11.01.2023.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2023

SE FOI A GATEADA COM A CINTA.

 

Somente a partir do dia 05/01/2023 é que eu vou me manifestar sobre o que ocorreu no nosso país nos últimos dois anos. É muito fácil, eu sei, fazer críticas as atitudes que não foram tomadas por pessoas que as deveriam agir no exato momento do fato. Muitos criticam o que ocorreu no nosso país referente a inação dos outros dois poderes frente as atitudes daquele que somente é um suporte deles. Hoje eu digo que o momento de ter agido, foi quando o Barroso cruzou a praça e interferiu na vontade do poder legislativo diante da decisão, já tomada, de adotar o voto impresso. Quando ele parafraseou o José Dirceu dizendo que “eleições não se ganha, se toma”, e não foi preso, foi perdida a grande e única oportunidade de se evitar o mal maior. Alguns detentores de mais conhecimentos deveriam imaginar que aquele não era o momento mais conveniente e postergaram o ato. Quem sabe imaginavam que os togados iriam agir cada vez mais fora da lei, e com isso seriam mais incriminados e que os excluídos da vida pública, seriam em maior numero. Pois seguiram. Seguiram e nada foi feito, até culminar com o que estamos vendo hoje: a eminência de vermos general de quatro estrelas, bater continência para um grandessíssimo filho de uma puta. Coisa esta que eles, no alto de seus coturnos juraram que não aconteceria. Repito; não tenho conhecimento de todos os fatos que levaram o alto comando das FFAA, agirem com estão agindo, segundo o meu conceito, de uma forma covarde. Como não tenho a mesma capacidade do nosso PR, que se disse “imbrochável”, eu o sou, e logo após a promulgação do resultado do segundo turno das eleições, não tive a menor capacidade de escrever e publicar nenhuma linha a respeito dos fatos ocorridos no nosso país. Imaginei que os comandantes da nação estivessem se espelhando em Napoleão, quando disse que não deveríamos impedir o inimigo de agir, quando ele tivesse cometendo erros. No nosso caso os erros eram absurdos e dignos de serem considerados como atos de amadores. O nosso comandante, agindo candidamente dentro das regras, via o nosso inimigo cada vez mais “sambando” fora delas. Nada fez. Eu imaginava que o contragolpe seria proporcional ao tamanho das ilegalidades cometidas pelos inimigos da pátria. Eles seguiam cometendo crimes e o povo todo orando. E o nosso presidente bradando que agiria na hora correta e que o povo deveria seguir na frente do acantonamento daqueles que os iriam salvar. Infelizmente a minha percepção hoje, é a de que os nossos pretensos salvadores foram exatamente aqueles que nos traíram. O povo, principalmente aqueles que perderam dias preciosos das suas vidas junto aos familiares e deixaram de produzir, merecem explicações do que foi que deu errado. Se o Presidente dizia com tanta convicção que a salvação seria viria daqueles que não tiveram suas reivindicações atendidas, o que se esperava é que, ou eles entregariam o segredo das urnas ou pagariam o preço, pela negação. Mas não ocorreu nenhuma coisa nem outra. O que houve então? Ainda podemos nutrir esperanças? O nosso congresso fará impeachment de algum ministro da suprema corte? Supomos que sim. Mas vocês sabem muito bem quem nomeará os seus substitutos não é mesmo? Sempre acreditei que pudesse haver algo que nos salvasse das mãos dos vermelhos, não tinha nenhuma informação privilegiada como muitos influenciadores diziam ter, mas acreditava que a coisa seria provável. Nunca descartei a possibilidade de que o pior acontecesse, mas tinha fé. Agora, espero estar errado novamente quando digo que: se subiu a rampa, não desce mais. Meios para isso não lhes faltam. Dirão os crédulos: ah, mas as leis! Sim as leis, se fossem cumpridas, a coisa não chegaria aonde chegou. Seguirão agindo fora das quatro linhas, e agora com dois dos três poderes a favor deles. Nós seguiremos orando, acampando na frente das escolas, depois dos quarteis, iremos para cima de uma ponte, e por fim nos jogaremos de lá de cima, ou os nossos corpos cairão no rio com um tiro na nuca. Eles já ameaçaram isso e nada lhes aconteceu. Não foi considerado ato antidemocrático, assim como foi, rezar e pedir socorro na frente dos quarteis. Penso que: “consummatum est”.

Afonso Pires Faria, Torres, 01.01.2023.

sexta-feira, 28 de outubro de 2022

UNS TUDO PODEM, OUTROS PODEM NADA.

Em tempos idos, a mentira e a fofoca corriam a solta. A comadre falava mal da filha da vizinha que se sentia ofendida e falava mal do marido daquela que por sua vez, por vingança jogava o lixo no terreno da ofensora, mas na maioria das vezes ficava por isso. Ocorre que em alguns casos a disputa chegava a um grau mais elevado e o litígio partia para a agressão física. Claro que isso era uma exceção, a maioria dos casos eram resolvidos com o passar do tempo, caiam no esquecimento e amizade voltava, as vezes até mais fortificada. Conta-se que até casamento houve entre dois litigantes de certa vez. Mas pensando na minoria dos casos o Estado, sempre ele, resolveu criar uma politica que evitasse o mal maior. Foram-se criando legislações que punisse àquele que iniciasse uma contenda, para evitar que descambasse para agressão. Penso que com isso, talvez, tenha até evitado algum prodigioso elasse matrimonial. Daí em diante qualquer início de desavença a justiça poderia ser chamada para impedir que se alastrasse para vias de fato. Foram criadas leis e normas que multava ou até levava a prisão os que às desobedecessem. E que regras seriam estas? Injúria, calunia e difamação foram tipificadas e estabelecida a punição para quem descumprisse a agora lei. Resolvido o problema, tratou a sociedade de criar outros. Isto para atender a agenda do “politicamente correto”, mais conhecido pelos mais toscos como “mi mi mi”. Bem a gosto dos relativistas, estes “crimes” que ainda não estavam tipificados, poderiam ter várias origens. Fica muito complicado para enquadrar como crime de racismo chamar um negro de negro, já que ele diz ter orgulho da “raça negra”. Isto também serve para mulheres, gays e outras minorias, que assim se classificam quando lhes convêm, mas quando não, dizem que são a maioria. Passou-se doravante a punir como se crime fosse, mesmo sem a letra fria da lei, quem cometesse alguma ofensa a uma destas classes protegidas. Logo se tratou de criar leis que assim enquadrasse quem ofendia uma pessoa de cor, sexo ou orientação sexual, pelo simples fato de ela assim ser. Não parou por aí. A mentira, se causasse algum dano a outrem, seria considerada injuria, calúnia ou difamação e o agressor seria punido na proporção do dano causado. Mas se esta mentira, não causasse nenhum dano, os defensores da moral e dos bons costumes criaram uma nomenclatura para isso; as chamadas fake News. Agora tu não podes mais mentir. Solucionado o problema? Não. Se tu disseres a verdade, por incrível que pareça poderás estar incorrendo em crime mesmo assim. Se estas verdades todas ditas por ti, entrar na cabeça de um prejudicado intelectualmente, e este fizer um juízo aleatório, a seu bel prazer, isto pode ser considerado crime também. Mas em tempos de política efervescente, os donos da lei, sim, agora já temos quem se julgue e atue com se fossem, podem escolher quem pode ou não pode falar tantas verdades juntas. Pode também estes iluminados escolher quem está impedido de sofrer estas enxurradas de verdades que podem prejudica-lo emocional ou politicamente. Criou-se, mesmo sem uma lei para que seja enquadrada, uma companheira da anterior, “a presunção de efeitos anti-isonômicos”. A coisa ficou tão maluca, que eu posso chamar o Presidente de genocida, o que é uma mentira e pode ser enquadrado como crime de calunia, injúria e difamação, tudo junto, mas não posso chamar o seu opositor de ladrão, mesmo que este tenha sido condenado em 4 instâncias e preso por isso. Sim, serei condenado porque segundo os donos da lei, fere a presunção de inocência.

Afonso Pires Faria, XXVIII. X. MMXXII. 

domingo, 23 de outubro de 2022

ULTIMA CHANCE.

 

O que causa desinformação na sociedade é o fato de um dos poderes constituídos da nossa República agir de forma parcial. Faz isso consciente, para prejudicar o atual governo, que tem como opositores toda a antiga mídia formada por jornais, rádios e televisão, que foram sabidamente “desmamados” por ele. Estes, recebiam polpudas verbas publicitárias para falar bem do governo, embora não merecesse tais regalias. Mas bem pagos, inflavam as parcas boas notícias e escondiam as abundantes falcatruas. Já o atual governo, tem os meios de comunicação que o apoia, censurados e tolhidos de seus direitos por alegação de cometerem um crime que não existia, mas que foi criado para poder se tipificar o ato como criminoso. São as famosas “fakenews”. Parecendo não ser suficiente impedi-lo de se manifestar pelo único meio de comunicação que lhe restou, que foi o mesmo que o elegeu, agora querem estes medíocres supremos impedir que se fale a verdade, possibilitando que alguém com um pouco de cognição, possa chegar a verdade verdadeira. Sim, agora o “ministério da verdade”, representado pelos urubus, está impedindo que se poste algo que leve a conclusão de que houve sim o que de fato aconteceu. Vão contrariar o veredito dos malditos que alegam que aquilo que existiu de fato não pode ser considerado verdadeiro por que...... ora por que....... porque eles não querem. E pronto.

 

Se por algum acaso, ou obra do capiroto, o escolhido para governar o nosso país for aquele que saiu das grades para concorrer ao mais alto cargo da nação, não podemos nos queixar. Foi a população que o escolheu. E todos sabem, ou deveriam saber, que ele vai trazer consigo todos aqueles que lhe devem fidelidade, e irá achar um lugar para colocar cada um deles. Não se pode alegar que se desconhece a ficha corrida dos elementos. Dúvidas, ou a desculpa de ter sido ludibriado, pensando que o que seus opositores diziam dele era falso, não se pode ter. As propostas publicáveis são todas proferidas por ele mesmo e por seus asseclas. As mais perigosas são camufladas ou mesmo escondidas, mas todos sabem do que se trata. Das promessas mais palatáveis está a do desarmamento da população de bem. E subliminarmente fica a certeza por parte dos outros, que eles não serão atingidos. Os “cupinchas”, já lhe prestaram solidariedade. Podemos nos livrar deste verme, mas não será pelo número de votos moralmente devido ao seu adversário. O fato de um elemento com tamanho grau de periculosidade estar concorrendo já demonstra que o “sistema” está atuando. O pior é que fica escancarado que, a forma de escolha dos nossos governantes está falha, seja pela nebulosa forma de escrutínio ou mesmo pela permissividade que é dada para que pessoas sem a menor condição de discernimento, faça escolhas de tão alta complexidade.

Afonso Pires Faria, XXIII. X. MMXXII.

domingo, 16 de outubro de 2022

O PIOR DOS MUNDOS.

As pesquisas erraram muito acima da margem de erro. As urnas, foram invadidas por um hacker durante 8 meses sem que ninguém soubesse e somente foi descoberto que o próprio se apresentou como autor do crime. Estes dois fatos, se ditos por algum cidadão poderia ser classificado como “crime” de fake news, este, inexistente na nossa legislação. Mas os “supremos”, mandavam prender e fazer buscas nas casas de alguém que falasse o que se constatou ser verdade. Eles tinham a prerrogativa de prever o futuro e tomar providências para que se proclamassem estas premonições como se verdadeiras fossem. Nenhum mentiroso foi punido, e sim os que se arvoraram a falar a verdade. Tudo isso respaldado pelo “Ministério da Verdade”. Sim, ele ainda não existe, mas possivelmente será criado se o eleito for do gosto dos togados. Criarão leis que terão o poder de criminalizar atos pretéritos.

 

Vocês que votarão no Bolsonaro, e o reelegerão, serão os culpados pelo que vai acontecer no Brasil após a divulgação do resultado. Não subestimem a capacidade de organização de um sujeito, com o codinome Daniel, que está solto. Não acreditem que o condenado foi onde foi, para buscar votos. Não se procura o que já se tem. Os sinais já estão sendo dados. Mas é só uma pequena amostra. Pichações em estabelecimentos ligados ao agro, depredações de plantações e invasões de fazendas produtivas. Isto, a algum tempo não acontecia e já está aparecendo. Repito: não é nada mesmo, frente ao que está por vir, caso o atual presidente derrote o mal nas urnas. Estava tudo armado. Era só não estragar a festa que a coisa seria feita de forma homeopática, mas não. Escolheram estragar tudo votando no atual presidente. Terão o que pediram. Vocês não terão paz. Como disse uma militante petista: sem sangue não haverá redenção. E outro que falou claramente que o poder não se conquista no voto e sim se toma. Não se esqueçam do que pregava os mentores do governo que está por tomar o poder. Os inocentes uteis servirão como bucha de canhão. Eu serei um dos responsáveis por isso, pois vou pagar para ver. E pagarei com o que eu tenho de mais precioso que eu tenho se for preciso. Eles perderam a vergonha, perderam o medo e capturaram a mente de pessoas de cabeça fraca, que se deixaram iludir por um discurso que somente consegue enganar gente que de poucas luzes. E que a dor nos seja breve, que a terra seja leve e os anjos digam amém.

 

Não podemos subestimar o poder de voto do candidato da oposição. Ele certamente tem um grande número de eleitores em lugares específicos do nosso país. A elite, ou parte dela, acha que devemos ser altruístas e dar parte do que temos aos que pouco ou nada tem. Defendem também que um ato, um pouco mais violento, se justifica para adquirir algo que é necessário para um, mas considerado de pouca importância para o outro. Isto é considerado crime, mas é subestimado como tal, por aqueles que desejam a igualdade. E quem terá a coragem de se contrapor a uma sociedade mais paritária o possível? O problema é, que meios para que tal sociedade seja atingida, serão utilizados. Voluntários, ou que um outro ente superior será o protagonista das atitudes?

Afonso Pires Faria, XVI. X. MMXXII. 

sábado, 15 de outubro de 2022

O DESTINO DA NAÇÃO E DO MUNDO CIVILIZADO.

 

Em certas circunstâncias, a atitude de repouso ou mesmo de recuo, pode parecer negligência ou covardia. Mas um olhar mais acurado pode revelar outra intenção, que não a que está parecendo. O ataque deve ser executado na hora certa. Para que o embate tenha o menor número de baixas por parte do que ataca, o momento a ser escolhido é aquele em que o inimigo estiver mais fragilizado e que as suas estratégias de defesa já sejam conhecidas. Simula-se um ataque e o inimigo se defende, no segundo e terceiro, ele o faz da mesma forma e cada vez mais negligente, pois passa a acreditar que é somente uma simulação. Pronto. Já sabemos como se defende e sabemos que ele acredita ser mais um blefe. Quando o ataque for verdadeiro, encontraremos um inimigo previsível e negligente. A vitória é inevitável.

 

Enquanto pequenos delitos forem tratados como crimes hediondos e estes absolvidos pelos crápulas “superiores” que foram nomeados pelos criminosos que os cometeram, a nossa sociedade estará cada vez mais suscetível a corrupção. 

 

Os absurdos são tantos no nosso país, e se tornam cada vez mais idiotas, que chegou ao ponto de o Supremo dar um prazo de 24 horas para que o Presidente da República explique porque não escolheu o primeiro de uma lista tríplice, para ser o reitor de uma certa universidade.

 

Os nazistas eram os pertencentes ao “partido socialista nacional dos trabalhadores alemães”. Fascismo e comunismo defendem a glorificação do Estado em detrimento do indivíduo. O fascismo matou em nome de raça e o comunismo em nome da classe. Tanto raça como classe, são defendidas pela esquerda. Para as próximas eleições, temos dois candidatos, um de direita e outro de esquerda. Escolham.

Afonso Pires Faria, XVI. X. MMXXII.

terça-feira, 4 de outubro de 2022

PERVERSÃO, DROGAS E CRIMINALIDADE.

 

As possibilidades de se implantar o socialismo em um país é inversamente proporcional a sua prosperidade. Somente uma sociedade em dificuldades financeiras os seus cidadãos aceitam dividir o que tem, tendo em vista que pouco possuem. A promessa de crescimento com o que é alheio é altamente tentadora. E é aí que os que usam discurso fácil encontram um terreno fértil para seu sucesso. Para se empobrecer uma nação, basta que se desestimule a produção. A forma mais rápida é a instabilidade. Se o produtor não tiver confiança de que poderá usufruir de seu produto, não terá vontade de produzir. Se a produção ou o fruto dela, for usurpada e o criminoso não for punido, este voltará a delinquir e, de preferência com a mesma vítima. A destruição da moral e bons costumes, também contribui para que uma estrutura estatal seja modificada. Mas é o tráfico de drogas que consegue unir as duas formas de destruição de uma nação. Eis aí a necessidade que o socialismo tem em manter um estreito vínculo com o crime e com a libertinagem. Para isso, nada mais une estas duas nefastas práticas do que a droga. Os poderosos lucram muito com isso, os dependentes se desfazem de tudo o que tem e a desgraça total, é uma questão de pouco tempo. Os poderes constituídos no nosso país, foram aparelhados para que houvesse facilidade no comercio ilegal destes produtos. A maior facção criminosa do Brasil teve seu início quando presos políticos do regime militar, se uniram a criminosos de alta periculosidade. Plantaram e colheram seus frutos. A oposição virou governo e infiltrou no alto escalão dos três poderes aqueles que lhes favoreciam. Os órgãos do executivo foram aparelhados com servidores de esquerda. Os legisladores se encarregaram de fazer leis negligentes para com o crime, principalmente o ligado as drogas. Os traficantes ganharam um local seguro para se instalar e tinham com o executivo e seus puxadinhos, um “diálogo ‘cabuloso’”. Mudou o poder executivo, mas este, com suas entranhas aparelhadas e tendo dificuldades de implementar mudanças pelos empecilhos criados pelo legislativo, contou com a conivência do outro poder que atende todos os pleitos que favorecem o envolvimento de criminosos ligados as drogas. Quem nomeou a maioria deles, sente-se gratificado com a soltura de muitos chefões do tráfico. Este poder também não titubeia em calar os que fazem qualquer crítica a esta nefasta postura. O nosso atual governo, ao estancar os desvios de recursos, mostrou ao mundo sua imensa capacidade de prosperar mesmo encontrando no seu caminho as armadilhas deixadas pelo governo anterior. Se a oposição lograr êxito no terreno criminal e social, rui a economia. Eis aí a gana que tem a esquerda em estimular o consumo e comercialização das drogas. Um não progride sem o outro. São irmãos siameses e devem ser detidos para o bem do nosso país.

Afonso Pires Faria, IV.X.MMXXII.