domingo, 4 de setembro de 2022

PROTEÇÃO INCONVENIENTE, DESNECESSÁRIA E PERNICIOSA.

 

A mente esquerdista é perniciosa já por natureza. Eles, tem no cerne de sua mente a mentira e o desejo de se apropriar do alheio. Os fins, para eles, sempre justificam os meios. Estão transformando a nossa juventude em verdadeiros avatares. Utilizam métodos nada ortodoxos e muito menos éticos para atingir os fins desejados. Menos escrúpulos são levados em conta, quanto maior é o número de objetivos a serem alcançados. Se com uma só mentira conseguem ganhar prestigio e dinheiro ao mesmo tempo, melhor ainda. Foi o caso de Sr. Al Gore, que para ganhar prestigio, agarrou-se em uma tese politicamente correta que lhe rendeu um prêmio Nobel e alguns negócios vantajosos. O inescrupuloso sabe muito bem que uma mente apavorada é capaz de ser iludida mais facilmente. E isso o Sr. Gore soube usar. Em sua sanha ambientalista, após perder as eleições para Bush, saiu pelo país a tocar terror com sua tese de aquecimento global. Isto gerou um documentário que convenceu mais de meio mundo de que o homem, de fato, estaria causando a destruição do planeta. Este documentário lhe rendeu o prêmio e alguns bons negócios na compra de áreas que, se sua tese fosse verdadeira, seriam praticamente engolidos pelas águas. Não foi e nem será, mas ele se locupletou com isso. Tal experimento, serviu como teste para que se prosseguisse cometendo atrocidades com a raça humana. Se antes acreditavam, agora tem a plena certeza de que uma população apavorada é capaz até de tomar um experimento medicamentoso, se lhe disserem que só, somente só ele, salva a sua vida. E o povo aceitou novamente. Qual será o próximo passo? Eu imagino, mas gostaria de estar errado.  Eles dizem estarem lhes protegendo, mas é desnecessária a proteção. Na verdade, isto é uma bofetada. E fatal, para toda a humanidade. Fomos cobaias e permitimos que fizessem isso conosco. Nossos netos não nos perdoarão.

Afonso Pires Faria, IV. IX. MMXXII.

quinta-feira, 1 de setembro de 2022

DISTOPIA, MENTIRAS E OUTRAS VAGABUNDAGENS.

 

É praticamente impossível dissociar o que está acontecendo no nosso país, com fantasias, ficção, distopias ou fábulas. Todo o imaginário que autores colocam em suas obras tem a finalidade de aguçar em nós, a imaginação. Devemos tirar lições dos mal feitos para que isto não ocorra na realidade. Algumas obras são tão hiperbólicas, que chegamos quase deixar de ler a história, por acha-la demasiado ficcional. Exemplo disso “O Processo” de Franz Kafka. O absurdo da história é que um sujeito responde a um processo, do qual desconhece totalmente e é negado a si e aos seus advogados, o seu conteúdo. A coisa fica mais inacreditável ainda, quando o autor deixa transparecer que não existe no governo nenhuma espécie de ditadura, não havia nenhum déspota. A coisa era surreal mesmo. Pois outro autor, George Orwell, conseguiu fazer uma obra que nos deixa ainda mais incrédulos. Em “1984”, no livro escrito na década de 50, o autor descamba para o inacreditável. Cria um mundo distópico, em que, aí sim o governo é autoritário. Faz a mentira virar verdade e comete todo o tipo de atrocidade para manter-se no poder. Inverte o sentido das palavras e cria inimigos inexistentes, com a finalidade de manter toda a população em pânico. Nem precisamos sair da nossa terra para termos exemplos de narrativas que poderiam ser consideradas como um humor sem graça e sem lógica. Machado de Assis em “O Alienista”, escreve sobre um médico que imaginando ser sabedor de ciências que outros desconheciam, resolveu que a cidade onde morava, era infestada de sujeitos desprovidos da razão e criou um lugar para trancafia-los, afim de que não causassem mal ao restante da população. Tantos foram os internados que ele próprio chegou a conclusão de sua incapacidade de fazer o razoável julgamento da sanidade mental dos outros. Teríamos que recorrer a Esopo, com suas fábulas, para explicar como é que se pode inverter a realidade de forma tão arbitraria em “O Lobo e o Cordeiro”. Se tivéssemos um mago do mal que visse todas estas barbaridades, resolvesse coloca-las em um caldeirão e misturar tudo, não conseguiria demonstrar com tanta precisão o que estamos vivendo no nosso país, no atual momento.

Afonso Pires Faria, I. IX. MMXXII.

quinta-feira, 25 de agosto de 2022

NÃO SAIRÁ IMPUNE.

 

Serei bem explícito para não ser chamado de covarde. Não podemos dizer que vivemos em um país democrático, quando um só elemento de um dos três poderes se arvora ao direito de ditar o que se pode ou não fazer, independentemente de estar tipificado ou não como crime, ou que exista qualquer norma, sequer de conduta que desautorize o cidadão de fazê-lo. O pior é que, tal como um drogado, que cada dia quer experimentar uma droga mais potente e aumenta a frequência de seu consumo, este elemento assim age, não só consigo, mas com toda a população brasileira. Não é ele que está sendo prejudicado e sim o dano é causado a outrem. Me refiro ao sujeito que de advogado de uma das mais perigosas facções criminosas do país, foi guindado a Ministro da Suprema Corte. Caiu-lhe no colo tal cargo, por ter prestado favores digamos, nem um pouco republicanos, para acobertar segredos de alcova de um Presidente da República. Este Alexandre, manda fazer diligências em residências de cidadãos de bem, pelo simples motivo de suspeitar que este esteja estimulando alguém a cometer algum ato fora das normas constitucionais. Não precisa tanto. Basta que cite um dos artigos constitucionais, do qual ele não gosta, que já é motivo para prisão por tempo indeterminado. Sim, agora no nosso país, é terminantemente proibido falar, ou quiçá de pensar algo que este estrupício não aprove. O pior é que ele não só pensa, escreve e faz cumprir atos totalmente ao arrepio da nossa lei maior. Nada lhe está acontecendo. Nada. Até quando durará esta nossa ditadura e até quando este sujeito avançará? Qual é o limite? Se age assim e nada lhe acontece, tenho certeza de que quando lhe acontecer, haverá choro e ranger de dentes. Não tenho pena do corpo deste marginal e sim de sua alma. Tenho pena do corpo sim, de quem reencarnar esta alma.

Afonso Pires Faria, XXV. VIII. MMXXII.

quinta-feira, 18 de agosto de 2022

DESPREZO AS LEIS E AS PESSOAS.

 

Quem de fato está afrontando as leis vigentes no nosso país? Como podemos aceitar que agentes do Estado que se negam a aceitar convite para prestar depoimento na casa legislativa, arvore-se a sair do país para lá, vilipendiar a nossa carta magna? Pois estamos vivendo tempos sombrios, onde o membro de um dos poderes recusa-se a prestar esclarecimentos de seus atos, sabidamente inconstitucionais, para uma das casas legislativa e nada lhe acontece. Sim, nada de fato deveria acontecer por não haver obrigação legal para que ele compareça. O problema é que um membro deste mesmo poder, sai das fronteiras para mentir sobre o nosso ordenamento jurídico, pisoteando na nossa lei maior. A coisa está tão esdrúxula que o poder que se julga único, pode impunemente agir contra a lei, e manda prender aquele que se opõe a tal ato. Pensar a favor da CF agora é crime e desrespeitá-la, passa a ser um ato democrático. Claro que isso depende de quais dos três poderes o elemento pertence. Se de um, pode tudo, se de outro nada pode. As palavras ditas pelo detentor do poder judiciário representam o oposto do que de fato são. Quando falam “estado democrático de direito”, querem dizer “desrespeito a CF”. Guerra é paz, liberdade é escravidão e ignorância é força. Está escrito sim nas leis promulgadas pelo ministério da verdade.

 

Pontos fora da curva. Branco, preto e no meio o marrom, o cinza. Nasce e morre, no meio cresce e reproduz.  E é neste interstício entre o nascer e o morrer que se passa toda a nossa existência. Nesta zona acinzentada que, se somado todo o período, não temos todo o reconhecimento que nos é prestado quando chegamos ao fim. Veja o que ocorreu com um famoso narrador esportivo. Foi muito celebrado e disputado pelas emissoras de rádio. Aposentou-se em 2006 e depois disso pouco foi lembrado. Bastou morrer para prestarem a ele grandes homenagens, reconhecimento e loas. Mais de quinze anos no esquecimento quase que total. Custaria diluir todas estas homenagens em doses homeopáticas? Que pelo menos uma vez por ano, lhe fosse dedicado um pequeno reconhecimento. Mas não. Guardou-se tudo para um só dia, e justamente neste dia ele nada pode ver nem sentir. Morei na mesma quadra que ele por mais de 10 anos. Nunca o vi infelizmente.

Afonso Pires Faria, XVII. VIII. MMXXII.

segunda-feira, 8 de agosto de 2022

TOLERÂNCIA E PACIÊNCIA.

 

Pé ante pé, na calada da noite, ele saiu de casa, atravessou a rua, abriu o portão da casa em frente a sua e pisou na grama de seu vizinho. Nada lhe aconteceu. Na outra noite repetiu o ato. Mas não só pisou na grama como arrancou uma flor do jardim. Desta vez, sentiu que estava sendo observado, mas não ligou para o fato pois sequer foi admoestado pelo observador. Seguiu avançando em suas atitudes, cada vez mais agressivas. Outra vez que repetiu o feito, o dono do terreno lhe chamou a atenção, mas foi ignorado. Sentindo-se seguro em suas peripécias, incrementou as suas crueldades. Já não escolhia a noite para fazer o vandalismo e sequer espreitava-se para cometê-los, avançava sem receio e a passos firmes sob o olhar complacente e de aprovação por parte dos outros vizinhos. Mas chegou o dia em que o esbulhado perdeu a paciência e agiu. Armado e em companhia de seu cão, reagiu e saiu em perseguição ao invasor que saiu em disparada para se esconder covardemente em baixo da cama. A Visão exígua que ele tinha, lhe permitiam ver o antes passivo vizinho, ladeado pelo animal feroz, com um rifle cruzado frente ao peito e o olhar nada amistoso, esperando que ele se apresentasse. Os que aplaudiam e incentivavam as suas peripécias, nada fizeram para o ajudar. A paciência tem limites e audácia, nem sempre é sinal de coragem. O primeiro era leitor de livros de autoajuda o outro, de Sun Tzu e Maquiavel.

 

Se o estupro é inevitável, relaxa e goza. Depois, processa o estuprador. E guarda para ti o momento do gozo e não do estupro.

 

Se não soubermos viver equilibradamente, entre o caos e a ordem, morreremos de tédio.

 

Afonso Pires Faria, X. VIII. MMXXII.

quinta-feira, 14 de julho de 2022

TUD DEPEND DEL COLOR.....

 

Ocorrem varias agressões e assassinatos no nosso país, por vários motivos. O problema é que a relevância destes fatos são super ou sub dimensionadas de acordo com fatores que agradam mais ou menos o emissor e o receptor da notícia. O povo mais culto, pouca importância dá a este tipo de fato. Já a classe média e baixa, se deleita com uma agressão por motivo torpe, e se houver morte, melhor ainda. Quanto mais baixa a classe social, menor o nível cultural. Daí a necessidade que se tem de direcionar o fato de acordo com a vontade do jornalista, que quer causar impacto com a sua reportagem. As redações de jornais, revistas e emissoras de televisão, estão repletas de progressistas. Fica fácil para eles, atribuir a causa da morte ao que eles bem quiserem. Quando convêm a eles, rotulam a vítima e o assassino ao seu bel prazer. Se o agressor for preto, pobre, menor, petista, gay e com antecedentes, a notícia será tratada como fato normal ou nem noticiada. Mas se qualquer destes itens não for contemplado, os demais serão ignorados e o sujeito passa a ser um ser abjeto. O motivo do fato pode ser ignorado ou de grande relevância de acordo com o enquadramento. Tudo é relativizado. Vejam o caso de um simpatizante do atual Presidente ter trocado tiros, e levado a melhor, com um defensor do candidato da oposição. O epíteto de “bolsonarista”, bastou para transforma-lo em um criminoso e o motivo da rixa, mesmo ainda não esclarecido, já foi considerado como “crime político”.

Afonso Pires Faria, XIV.VI.MMXXII. 

sábado, 9 de julho de 2022

ESTRATEGIAS.

 Desqualificar o adversário é uma tática que muitas vezes funciona. Este, pode se sentir inferiorizado e entra na luta com baixa estima. A certeza da vitória faz com que o lutador já tenha mais possibilidades de vitória, pelo menos psicológicas. O problema é quando a auto estima é superlativa a ponto de subestimar o adversário. Lançar notícias desabonadoras do seu adversário, em quantidades excessivas pode fazer com que, se uma delas se demonstrar falsa, as demais ruirão também. É o que está ocorrendo no nosso país. A oposição não cansa de falar mal do governo, usando inverdades muitas vezes ridículas. Agem com o fígado e não com o cérebro e divulgam seus comentários, não com a boca, mas com o órgão excretor. Exagera tanto na forma quanto no conteúdo. Destruir algo é bem mais cômodo do que a sua construção. Se quando a mentira e exposta, o mentiroso corre para o seu protetor e obtém aconchego, ele volta a mentir. Mas a verdade vence no final. Isto é fato. A certeza da impunidade e de que o povo está, de fato acreditando neles, levam a incrementarem as suas mentiras. Chegará o dia que a maior delas será desacreditada, e o restante ruirá.  

 

Não sou nenhum pouco simpático a distribuição de benesses por parte do governo. Sim, isto inclui o que está fazendo o atual governo. Pior ainda é que isto está acontecendo em véspera de eleições. Mas para isso existe uma justificativa. Mesmo o país e o mundo ter sofrido uma abrupta queda de arrecadação, tendo em vista a baixa produção imposta pelos impedimentos da produção, o nosso país está estabilizado. Estancar os desvios de recursos para outros países, narco e projetos escusos, fez com que sobrassem recursos. Estes estão sendo distribuídos para a população mais carente. Este era o discurso de quem hoje critica. Verdade também que o atual governo criticava estas atitudes, mas os tempos e as circunstâncias são outras. O mundo está vivendo um conflito armado envolvendo uma das grandes potências econômicas e bélicas e também estamos saindo de uma pandemia que esfacelou a economia local e mundial. Se estes recursos forem distribuídos para a população, não sairá das nossas fronteiras. O contrário era feito anteriormente. Nosso país era financiador a fundo perdido de investimentos em outros países. Pior; com governos nada democráticos e com fins escusos.

 

Afonso Pires Faria, IX.VII. MMXXII.