terça-feira, 20 de novembro de 2018

“LATINUM POPULORUN”



Vejo muitos petistas e simpatizantes, reclamarem da falta de punição para políticos que, segundo as evidências, são culpados de fato. O problema é que os que aplaudiram todas as leis feitas para que isto se efetivasse, são os mesmos que criticam a facilidade com que corruptos livrem-se da punição. As frases em latim, em poucas palavras, representam um universo de fatos. Para o caso fica esta: “sic transiti glória mundi”. Também os ditados populares nos trazem alguns ensinamentos, como este: “todos nós reconhecemos um louco quando o vemos, mas não quando o somos”. Pois é; “pimenta nos olhos dos outros, é refresco”. E assim, pensando que: “o cachorro não morde a mão de quem o alimenta”, os defensores dos direitos dos cidadãos, está sentindo o efeito de mais um ditado popular que diz que: “quem planta vento, colhe tempestade”. Tanto tentaram criaram formas de proteção, tanta lei para se proteger, que agora são vítimas dela. É amigo “sumun in jus, suma injúria.

Se é necessário alimentar a ditadura cubana e alguém tenha que pagar este preço, que seja o pobre brasileiro com a sua saúde, submetendo-se a ser atendido por escravos oriundos daquele país.

Desculpem-me, mas se tu não fosses tão ignorante, deixaria de pedir que o Estado atendesse mais os necessitados, pois cada vez que isto ocorre, o próprio beneficiado é mais vítima do que beneficiário propriamente dito.

Se cobrarmos 80% de imposto dos ricos e 0% dos pobres, acreditem. Os mais prejudicados seriam justamente os que foram isentos. Se estudassem economia de forma lógica e não sectária, teriam certeza disso. Isto é causado pelo IMPOSTO; este monstro que criamos, e nos será mais nefasto quanto mais o alimentarmos.

Afonso Pires Faria, 20.11.2018.

domingo, 18 de novembro de 2018

O ESTADO E OS ESCRAVOS/médicos CUBANOS.


Não se trata de defender a anarquia, mas sim o excesso de Estado controlando as nossas vidas de forma compulsória. O Leviatã, nos trata como se fossemos uns perfeitos idiotas que não tem a mínima capacidade de discernimento e que necessita de uma baba vinte e quatro horas por dia a nos vigiar, orientar e nos impedir de fazer as coisas, por achar que pode nos prejudicar. O pior é quando esta regra vale para uns casos, mas é extremamente permissiva para outros. É este o caso dos médicos cubanos vindos para o nosso país em regime de semiescravidão. O governo, sob o pretexto de proteger a saúde do povo impede, tranca e regulamenta toda e qualquer forma de ação de médicos, e de formação de maior número deles. Um plano de saúde não pode agir livremente oferecendo somente serviços básicos e é fiscalizada, desde o número de agentes trabalhando nela até coisas que nem digam respeito a atividade de saúde e sim de engenharia, por exemplo. Cria-se toda a sorte de dificuldades para poder tirar proveito vendendo facilidades de forma ilícita muitas vezes.

Sutilmente o governo cubano já informou aos seus servidores médicos/escravos, que os seus familiares já foram “visitados” por um representante do governo “democrático” de Cuba, para avisá-los que o seu familiar que estava a “voluntariamente” prestando serviço no Brasil, em breve estará retornando para o lar. O motivo do retorno certamente não lhe foi informado, mas se fosse seria a de que o futuro governante do país que os acolhe estavam os ameaçando com um avultante salário que seria nefasto as causas sociais democratas da pátria cubana. Também estavam estes familiares em um iminente perigo de serem raptados por milícias capitalistas e levadas compulsoriamente para o país do carnaval.

Pois todo o médico cubano que decidir permanecer no Brasil, prestando serviços, se depender do governo brasileiro, poderá fazê-lo sem nenhum obstáculo. O único castigo que lhe será imposto é que receberá salário integral e poderá submeter a sua família a viver em um regime opressor capitalista e não em um paraíso socialista. E foi só ameaçar com “liberdade” que os seus defensores, evacuaram.
Afonso Pires Faria, 18.11.2018.

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

REVOLUÇÃO, HIPOCRISIA E CRIME.




É impossível se fazer uma revolução sem o uso das armas em uma sociedade sadia. No nosso país se tentou a tomada do poder em várias ocasiões pelo uso da força. Dois exemplos foram mais destacados, em 1935 e 1964. Ambos falharam e os tempos mudaram. Surgiram novas formas de se fazer política e revolução. A forma de se tomar o poder de modo menos traumático foi nos ensinado inicialmente por Gramsci. Foi dele a conclusão de que em uma país com suas entidades funcionando harmoniosamente não se obterá êxito. O Brasil, como está, é um terreno fértil para o sucesso revolucionário. E não está assim por incompetência de seus últimos três governantes. Muito pelo contrário. Foi tudo meticulosamente planejado. Estava indo tudo bem, mas algo deve ter dado errado e as últimas eleições nos deram um novo fôlego. Até quando? Veremos.

E que se deixe de hipocrisia, e que se de nome aos bois. Que tratemos as pessoas da forma que a qualificamos ou a classifiquemos como de fato o são. Os governantes tratam toda a população como se fossem um bando de idiotas, analfabetos, ignorantes e desqualificados intelectualmente e canta loas sobre todas elas. Chamar de democracia o que se vive no nosso país, é desprezar o intelecto da nossa população. As minorias são sobre representadas e as maiorias são, além de sub representadas, desprezadas e enganadas pelos políticos e governantes. Se a democracia é o governo das maiorias, onde o povo deve ser representado, como explicar que existem mais leis defendendo as minorias? Como justificar que no parlamento, as regiões norte, nordeste e centro oeste, com 43% da população, representem 74% do Senado. Mesmo se sabendo que a representação do senado não é populacional, a desproporção é gritante. Mas mesmo na câmara a representação das regiões mais populosas está aviltada (50,1% x 49,9%). Já que a democracia é a representação da maioria, e esta, sabidamente não está sendo contemplada, que regime estamos vivendo? Restaria a monarquia, já de pronto excluída pois não vivemos sob o domínio de um só governante. Sobrou-nos a aristocracia, mas esta é a forma de um governo dos melhores, e pelo que se nota no nosso país, é exatamente os piores que nos genvernam. Como pode o Brasil dar certo?

Não sou advogado criminalista e muito menos advogado, mas não creio que a defesa de Lula esteja acreditando em sua absolvição no caso do sítio. Na escassez de provas de que as reformas do sítio não tenham origem em propinas dada como contrapartida de favores do ex presidente, o ataque ao acusador passou a ser a linha de defesa. Dificilmente isto obtém êxito, mas como não sou pessoa mais indicada e nem interessada em defender o Lula, eles que façam como quiserem. O que me causa espécie e o silencio ensurdecedor das feministas relativo a falta de respeito no tratamento com a juíza, demonstrada pelo acusado. Ou a famosa frase “só fez isto porque era uma mulher”, será totalmente ignorado?
Afonso Pires Faria, 15.11.2018.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

DOUTRINAR IDIOTAS (muito fácil)


Dentro da bolha do “politicamente correto”, todos criticam o (aumento) ao poder judiciário, quando isto não se tratou de uma simples reposição. Mais uma vez tratam o acessório como principal e vice-versa. É claro que eles ganham muito, mas não é isto que onera os cofres públicos, e sim os penduricalhos que multiplicam a sua remuneração. Estes sim, imorais e inconstitucionais. Mas o povo, ingênuo e manipulado, da voz aos canalhas.

O masoquismo mundial faz com que esta gente doente mental, saia do paraíso para ir para o inferno capitalista. Porque diabos não ficam no México, onde o socialismo reina, e querem ir para o inferno. Como explicar o comportamento dos que defendem o socialismo e quando este tipo de governo é implantado em seu país, corre e vai morar em países capitalistas? Como podem os esquerdopatas defenderem o desarmamento em nome da democracia, se em toda a história, todos os países, para implantar uma ditadura, primeiro desarmaram a população. Como podem exigir mais intervenção estatal na vida do cidadão e chamar de fascista, aquele que se opõe a isto. Como foi que conseguiram imbecilizar tanto o nosso povo? Perderam as eleições e estão em um grau de desespero que é de dar dó. Falam coisas desconexas, acusam pessoas de cometerem ilícitos que sabidamente não cometeram. Alguns dizem para não os levarmos a sério, pois estão desesperados. É por isto mesmo que devemos ter cuidado com esta gente. Um fanático, idiotizado, acuado e intensamente doutrinado, é capaz de qualquer atitude. Já não age racionalmente mesmo! Ao lidarmos com tolos, é que o juízo faz falta.
Afonso Pires Faria, 12.11.2018.

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

IDIOTAS IDIOTIZADOS.


Somente para um povo totalmente idiotizado e com um nível de educação muito abaixo da média mundial, é possível se fazer um discurso tão fora da realidade e ser aceito como verdadeiro. Refiro-me a tática adotada pelos esquerdistas em classificar todo e qualquer opositor como fascista. Este conceito é tão oposto a realidade que confunde a mente de quem é por ele agredido. Sem ter o mínimo conhecimento do que é o fascismo estes idiotas uteis acusam os antifascistas de o serem e a coisa fica como se fosse verdadeira. O nosso sistema educacional ensinou os alunos a serem críticos, mas não a serem racionais. Ensinou a protestar em nome de uma causa, mas não a estudar se esta é ou não justa. Mesmo que seja justa a causa defendida, esconde do cooptado a se manifestar, se ela é factível ou não. Assim os idiotas vão as ruas chamar de fascistas aqueles que, por exemplo, defendem a menor participação do Estado na vida do cidadão. Paradoxo semelhante a este não deve ter ocorrido na face da terra, se não o dos seguidores de seitas satânicas que se suicidam em nome de uma causa que nem eles mesmos sabem qual é. Quem lembra de Jim Jones, o pastor do diabo, que levou ao suicídio centenas de pessoas? Mesmo que soubessem a causa a que defendiam, ela era sabidamente fora da realidade. Assim classifico os seguidores dos partidos de esquerda do nosso país. Defendem uma causa totalmente ilusória, para convencer seus seguidores a aderir a ela, sem contar a eles que estão sendo conduzidos, se não ao suicídio físico, a um fim da moralidade e do intelecto.

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

DIREITOS E TRAPALHADAS.


Daqui a uns vinte anos meus netos gremistas, poderão estar comemorando o título de campeão mundial de 2018 pelo Grêmio pois a Conmebol deixou claro que cabe recurso. Este recurso poderá vir de uma ou de outra parte, tanto o River como o Grêmio, podem se sentir injustiçados pela decisão e recorrer. Para quem achar que eu estou divagando, que isto é impossível, que a coisa é totalmente descabida e se concretizada seria inócua, peço que se atenha ao exemplo que nos foi oferecido no nosso país. Quando da instauração do regime militar, alguns jornalistas, por exemplo, foram destituídos dos seus cargos por influência dos governantes. Alguns destes, foram fartamente recompensados quando se instalou no governo petista a “comissão da verdade”. Foi considerado para o ressarcimento das perdas, de que se ele fosse promovido, poderia chegar a chefe, ou quiçá dono, do jornal a que servia. Nós, povo brasileiro, estamos pagando por isso compulsoriamente. Seria assim também com o time gaúcho. Se presumiria que ele, se jogasse novamente com o adversário, ganharia a partida e ganharia também do “fraco” oponente que viria a ser enfrentado. Assim é o mundo, assim são as leis: “sic transiti, glória mundi”; “dura lex, sed lex”


O fato de pertencer a um movimento social não é salvo conduto para agir ao arrepio da lei. Incendiar ônibus, quebrar vidraças, invadir e depredar patrimônio público ou privado, não é conduta de movimento e sim de bando. Estes são criminosos e não ativistas.  

A defesa de Lula pede sua libertação. Utilizam como argumento não uma defesa, mas sim um ataque ao juiz que o condenou. Cada vez eu mais me convenço de que existe uma tremenda má vontade por parte de seus defensores em libertá-lo. Quem viver verá.
Afonso Pires Faria, 05.11.2018.

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

PERSEVEREMOS, POIS.

Nem sempre as coisas são para nós, o que representam para os outros. A forma com vejo um objeto e as utilidades que demos a ele, são diferentes da que outros possam dar ou perceber de sua utilização. Diz o ditado que, para quem tem na mão somente um martelo, para ele todo o problema é prego. Somos sempre levados pelo inconsciente ou até mesmo pelo racional, a imaginarmos que as pessoas pensam de forma semelhante ou até mesmo igual a nós. É muito difícil explicar para um frei beneditino que as pessoas agem de forma até mesmo violentas, para atingir o poder. Também será difícil para um político acostumado com as lides maquiavélicas, aceitar que existem seres que tem por meta somente a oração e o bem comum, sem nenhuma recompensa material. É normal isto. Portanto não me surpreendo com a argumentação dos petistas, de que o juiz Sergio Moro, estava agindo, desde o início de sua carreira, visando um cargo político. Eles dizem isto, porque é assim que eles agem e somente assim pensam. Não cabe na cabeça de um estudante de “humanas” que as pessoas possam sacrificar uma carreira por um bem comum. Assim agiu o astronauta Marcos Pontes quando sacrificou a sua, por um ideal que fez o nosso país entrar para a história espacial. Para os esquerdistas não existe pátria, não existe religião nem família. Para eles existe apenas um ideal imaginário que nunca se realizará. Quanto mais impossível e mais esdrúxulo, mais sucesso obterá em angariar quadros para sua “luta”. Medem sempre os outros pela sua régua. E não admitem jamais que se faça o mesmo com eles. Levaremos muito tempo para quebrar a hegemonia esquerdista nas universidades, meios de comunicação e artístico. Mas o primeiro passo foi dado com a eleição norte-americana e um político descomprometido com o globalismo. Na América do Sul já foram feitos outros avanços e no Brasil fui dato um gigantesco passo nas últimas eleições. Perseveremos, pois.