Um cidadão norte americano de
nome Dayann Roof matou, por motivo fútil, nove outras pessoas. Foi condenado a
morte, e alguns julgaram justa a punição. Eu julguei branda, pelo fato de não
haver o incremento de, condenado a morte, com requintes de crueldade. A
futilidade que o condena é a cor da pele dos assassinados. Pior, ele não
demonstrou nenhum arrependimento e disse que alguém teria mesmo que fazer isto,
pois os negros estavam estuprando as mulheres brancas. Eu incrementaria a pena
pelo fato de este verme ter se utilizado de motivo tão torpe para cometer o
crime, a cor da pele dos executados, assim como condeno todo e qualquer pessoa
que se utilize deste argumento para justificar tal ato. Que sirva para os dois
lados. Parem, por favor, de se utilizar deste expediente mesquinho, pouco
inteligente e torpe, para justificar qualquer atitude. O negro estuprou a
branca, não é motivo para haver distinção da cor da pele de um ou de outro em
face ao tamanho do crime cometido. Policial branco matou negro, não é salvo
conduto do morto o fato de ser de pele negra, se havia cometido um crime que
justificou a ação do policial que era branco, mas que poderia ser também negro,
e o que interessa é que estava agindo em defesa da sociedade perante um
criminoso. Retirem do foco, a cor da pele dos envolvidos e se diminuirá
consideravelmente o números de crimes como o cometido por este imbecil. Quando
da próxima vez que um policial matar um bandido, que não se coloque em letras
garrafais que o bandido era negro e o policial branco, que serão desincentivadas
idiotices como estas cometidas por este débil metal. Sim ele era um doente,
pois somente um doente pode se deixar influenciar por estes elementos que
pregam o ódio entre todos. Classes, sexos, etnias, religiões etc. tudo é motivo
para causar uma luta entre os diferentes. Eles estão logrando êxito sem que a
maioria da população se de conta de que está sendo utilizada como massa de
manobra. Quando o ódio predominar sobre a paz definitivamente, eles atingirão o
objetivo e surgirá o salvador da pátria para transforma a terra em um mundo sem
classes, sem família, sem religião, sem crenças, sem ódio, mas também sem amor
e sem nenhum sentimento. Este idiota, cabeça fraca, foi utilizado como artífice
desta gente, e a população, é vítima desta manobra, e em breve muitos também
serão também utilizados de forma mais ou menos sutil. Mas não é pelo fato de
ter sido uma vítima de um sistema maléfico que justifica a barbárie por ele
cometida, de forma estúpida e irracional. Que sirva como exemplo e que seja
aplicada também uma pena proporcional, aos que o incentivaram a cometer esta
insanidade.
Assuntos diversos, prioritariamente de política e comentários sobre a conjuntura nacional.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
terça-feira, 10 de janeiro de 2017
UMA CRUZA PERIGOSA.
Posso estar errado, mas um é
honesto e incompetente e outro é competente, mas desonesto. Estou me referindo
a Olívio e Yeda, respectivamente. Como disse, posso estar errado e levado a
concluir, baseado em fatos que ainda não se comprovaram, mas consta-se que a ex
governadora estaria envolvida em recebimento de dinheiro oriundos de entidades
não muito respeitáveis, apesar de ter sido, mesmo que muitos contestem, a única
governante nas últimas décadas, que se preocupou com o futuro do estado. Já o
primeiro, até hoje, não se achou nada contra a sua ilibada conduta, e eu ainda
não sei como não saiu do partido a que pertence, ou não foi expulso dele,
tamanha a sua controvérsia com o “modus operandi” utilizado por companheiros.
Não fossem os impedimentos éticos em relação a genética, poderíamos captar o
óvulo de uma e o espermatozoide de outro e formar um bom governador para o
futuro, mediante a fecundação “in vitro”. Claro, isto se saísse com a virtude
de ambos e se excluíssem os seus defeitos. Caso ocorresse o oposto, e lograsse
êxito a atingir um alto cargo, seria uma catástrofe de proporções semelhantes a
que estamos vivendo no nosso país. Não fomos vítimas de um só governante com
defeitos obtido pela cruza de dois entes, mas dois governos subsequentes que
nos levou a esta desgraça.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
PURA MÁ VONTADE.
Seguido
vejo nos bancos, discussão do guarda com clientes, por estes tentarem entrar no
recinto com objetos metálicos como chaves, brincos, bolsas com excesso de
metais e até o clipe que prendo o dinheiro é denunciado pelo detector de metais
e o guarda, impoluto, não deixa entrar, de jeito nenhum. Celular então é
denunciado de imediato e tu somente entras, se o deixar em uma caixinha de
acrílico, para após passar na eficiente porta giratória, e finalmente adentrar
ao estabelecimento bancário. E não adianta tu alegares que é “otoridade” que o
guarda te impede de entrar de qualquer jeito e tu tens que te submeteres aos
seus caprichos, se não, não entra. Ponto final. Mas, felizmente no nosso país, existem
alguns estabelecimentos que não são tão rigorosos assim para com o cidadão. Principalmente
se o estabelecimento a ser visitado, não for de tamanha significância como um
banco. Um presídio, por exemplo. Neste tu entras, segundo se constata pelos fatos
ocorridos recentemente, com celular, faca, revólver, espingarda de grosso
calibre, niquelada, para ainda mais desplante. Facilita adentram também alguma
granada e até o clipe, este mesmo que não entra no estabelecimento comercial mais importante
do mundo capitalista. Para solucionar o uso dos celulares nos presídios, o
governo vai gastar uma boa parcela dos nossos impostos, adquirindo caríssimos
dispositivos que bloqueiam a sua utilização em uma determinada área.
Solucionado, por vias tortas o problema do uso do telefone móvel, quero ver
como eles vão fazer para impedir o uso do armamento que entrará nos presídios.
Seria o caso de fornecer aos detentos, coletes a prova de balas para que eles
não fossem vítimas dos próprios companheiros? Ou aumentar o valor de
indenização às famílias dos detentos mortos, quando estes estivessem sob
custódia do Estado, desestimulando assim seus rivais a prestarem um favor a
família de seus rivais. Não sei qual será a solução que o governo tomará para
este problema, o que eu sei é que, a complicada forma utilizada pelos bancos é
totalmente inviável. É barata demais e não viabiliza a possibilidade de se
auferir “algum por fora”.
sábado, 7 de janeiro de 2017
DIVERSOS
- Vendo a Globo News percebe-se
que existe entre seus apresentadores, salvo raríssimas exceções, uma forte
tendência em vitimizar os delinquentes. Insistem de forma veemente e repetitiva
a superlotação dos presídios e a existência no seu meio de inocentes e de gente
que lá está pela morosidade de justiça. O tempo dedicado a mostrar o real
problema, que é a guerra de facções criminosas e a inoperância, quando não
conivência do sistema penitenciário, é mínimo. Tenho dificuldade para entender
porque a esquerda se queixa tanto desta rede de comunicação tão comprometido
com suas causas.
- Passe livre é o dia em que toda
a população paga passagem de ônibus, independentemente de utilizá-lo ou não,
para uma pequena parcela que quer andar de ônibus sem fazer o referido pagamento.
- Nos
são muito necessários os freios e contrapesos. Mas não me refiro a sua
aplicação para a qual Montesquieu a utilizou e sim para a vida. Sempre fui um
pacificador e sempre evitei uma desavença. Mas as vezes, é necessário o
convívio com pessoas que pensam diametralmente o oposto de nós para conter os
nossos ímpetos. Penso que no convívio familiar, em alguns assuntos específicos
é conveniente, quando não necessário, um antagonista no pleito. Se uma pessoa é
afável, gosta de fazer muitas amizades e casa-se com alguém com as mesmas
características, o número de convivas torna-se excessivo e prejudica a
individualidade do casal. Por isto acho muito interessante que façamos escolhas
que tenha alguns gostos semelhantes para não se viver brigando por escolhas,
mas que estas não sejam tão semelhantes que somente venham a agregar e nunca
criar nenhum atrito. Seria uma operação de resultado zero, um tanto enfadonha,
sem muita emoção. Eventualmente, um tem que frear quando o outro teima em
acelerar em demasia, e quando o freio for muito intenso, o outro tem que dar
aquele empurrãozinho, não tão forte que fira e não tão fraco que não surta
efeito.
- Hoje seria o aniversário do meu
pai. O Seu Antão estaria fazendo 85 anos. Era dia de festa na fazenda do
cinamomo. Isto até as 14 horas, quando que, na maioria das vezes, ocorria uma
tormenta para terminar com tudo. Saudade do pai.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2017
quinta-feira, 5 de janeiro de 2017
NOSSOS ALGOZES INVISÍVEIS.
Alguém, honestamente,
acredita que o Estado nos dá total liberdade? E segurança, o que os nossos
governantes nos proporcionam em matéria de segurança? A muito estamos perdendo
ora uma, ora outra e quando não as duas, de forma cada vez mais acelerada.
Quando será que vai chegar o dia em que o Estado nos destituirá de toda na
nossa liberdade e nos sentiremos inseguros com medo dos nossos algozes, que
pela ironia do destino será o próprio Estado? E não pensem que será difícil
para chegarmos a uma total dependência dos que nos governam. Com o disfarce de
nos beneficiar, cada vez nos tornam mais dependentes de normas que ao nos
beneficiar, prejudicam outros tantos, que por sua vez recebem benesses que vem a
prejudicar a nós. Assim agem os governos com pendores totalitários, dando com
uma mão e nos tirando com as duas. Nada que vem do governo é de graça, sempre é
tirado de alguém. Quando dos pobres, em silêncio e quando dos ricos com enormes
estardalhaços. Já os donativos são diametralmente o oposto. O exemplo mais presente
de donativos inversamente proporcional ao que se prega é o bolsa família, e o
bolsa empresário, para estes, grandes quantias, para aqueles, migalhas, mas
muito bem propagandeada. O que o governo nos dá é sempre menor do que o que nos
tira, pois o que nos é subtraído é algo intangível, mas precioso e o que
ganhamos é material e insignificante. Estou falando de nos tirar a liberdade e
nos dar esmola, de nos tirar a segurança, nos desarmando, quando finge nos
proteger. Não se enganem com as dádivas governamentais, elas estão eivadas de
más intenções. Elas, tem o fim precípuo de nos tornar primeiro dependentes,
depois escravos. E não tardará a chegada deste dia, pois estamos sendo levados
a este domínio tal qual a rã que é cozida aos poucos e não percebe a mudança da
temperatura da água a lhe matar.
domingo, 1 de janeiro de 2017
in JUSTIÇA E desGOVERNO
Muitos
brasileiros, inclusive alguns que votaram em Lula, estão decepcionados com as
suas atitudes e ansiosos para vê-lo réu, julgado, condenado e preso. Os mais
afoitos querem que o condene por qualquer motivo, é o legítimo “tem razão, mas
vai preso igual”. Evidências não são provas materiais, embora sirvam para
comprovar outros ilícitos. Se ao verificarem as contas do ex presidente e for
encontrado o deposito de um cheque de valor significativo, feito por um
criminoso, os que o acusam, acharão ali motivo para talvez até a prisão,
temporária ou preventiva, ou no mínimo uma condução coercitiva para prestar
esclarecimentos. O problema é que este fato ocorreu com o pastor Silas Malafaia
e foi motivo de protestos de todos os calibres. Ele mesmo se mostrou indignado,
fez uma gritaria, protestou e vociferou impropérios a tudo e a todos. Não morro
de amores nem nutro ódio pelo pastor, mesmo ele, no passado, tendo feito
campanha para o PT, mas, custaria o Sr. Silas, simplesmente ter prestado os
devidos esclarecimentos as autoridades? Vejo algumas pessoas ficarem indignadas
pelo fato de serem revistadas por policiais, alegando não serem bandidos para
se submeter a este tipo de abordarem. Errado. Todos estamos sujeitos a
averiguações por parte de quem de direito e nem um religioso e nem uma ex
autoridade estará isenta deste procedimento, e nem incrementada a sua suspeita
por ser alvo de outras investigações. Portanto, se é aplaudido que faça com o
Lula, porque para o Malafaia é feio e constrangedor?
Quando o esforço despendido para
se efetuar um trabalho é maior do que o seu resultado, costumo utilizar a
alegoria de que é a energia de uma usina nuclear para acender um palito de
fósforo. Assim age o governo para efetuar a tal distribuição de renda para
promover a bendita justiça social. Para obter-se um valor de R$ 100,00 o
governo consome outros R$ 100,00 com a burocracia e outros R$ 20,00 com
mecanismos de controle. Estes R$ 120,00 que poderiam estar sendo aplicados na
produção, para obermos mais bens a serem distribuídos, são simplesmente
distribuídos para parte dos setores governamentais. Somente teremos excluídos
em uma sociedade, quando o governo, com competência, interferir na atividade
dos que querem produzir. Toda ação governamental é um óbice a justiça social e
não o contrário como tenta convencer os incautos.
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