quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

BARBÁRIE.



               Um cidadão norte americano de nome Dayann Roof matou, por motivo fútil, nove outras pessoas. Foi condenado a morte, e alguns julgaram justa a punição. Eu julguei branda, pelo fato de não haver o incremento de, condenado a morte, com requintes de crueldade. A futilidade que o condena é a cor da pele dos assassinados. Pior, ele não demonstrou nenhum arrependimento e disse que alguém teria mesmo que fazer isto, pois os negros estavam estuprando as mulheres brancas. Eu incrementaria a pena pelo fato de este verme ter se utilizado de motivo tão torpe para cometer o crime, a cor da pele dos executados, assim como condeno todo e qualquer pessoa que se utilize deste argumento para justificar tal ato. Que sirva para os dois lados. Parem, por favor, de se utilizar deste expediente mesquinho, pouco inteligente e torpe, para justificar qualquer atitude. O negro estuprou a branca, não é motivo para haver distinção da cor da pele de um ou de outro em face ao tamanho do crime cometido. Policial branco matou negro, não é salvo conduto do morto o fato de ser de pele negra, se havia cometido um crime que justificou a ação do policial que era branco, mas que poderia ser também negro, e o que interessa é que estava agindo em defesa da sociedade perante um criminoso. Retirem do foco, a cor da pele dos envolvidos e se diminuirá consideravelmente o números de crimes como o cometido por este imbecil. Quando da próxima vez que um policial matar um bandido, que não se coloque em letras garrafais que o bandido era negro e o policial branco, que serão desincentivadas idiotices como estas cometidas por este débil metal. Sim ele era um doente, pois somente um doente pode se deixar influenciar por estes elementos que pregam o ódio entre todos. Classes, sexos, etnias, religiões etc. tudo é motivo para causar uma luta entre os diferentes. Eles estão logrando êxito sem que a maioria da população se de conta de que está sendo utilizada como massa de manobra. Quando o ódio predominar sobre a paz definitivamente, eles atingirão o objetivo e surgirá o salvador da pátria para transforma a terra em um mundo sem classes, sem família, sem religião, sem crenças, sem ódio, mas também sem amor e sem nenhum sentimento. Este idiota, cabeça fraca, foi utilizado como artífice desta gente, e a população, é vítima desta manobra, e em breve muitos também serão também utilizados de forma mais ou menos sutil. Mas não é pelo fato de ter sido uma vítima de um sistema maléfico que justifica a barbárie por ele cometida, de forma estúpida e irracional. Que sirva como exemplo e que seja aplicada também uma pena proporcional, aos que o incentivaram a cometer esta insanidade.  

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

UMA CRUZA PERIGOSA.



               Posso estar errado, mas um é honesto e incompetente e outro é competente, mas desonesto. Estou me referindo a Olívio e Yeda, respectivamente. Como disse, posso estar errado e levado a concluir, baseado em fatos que ainda não se comprovaram, mas consta-se que a ex governadora estaria envolvida em recebimento de dinheiro oriundos de entidades não muito respeitáveis, apesar de ter sido, mesmo que muitos contestem, a única governante nas últimas décadas, que se preocupou com o futuro do estado. Já o primeiro, até hoje, não se achou nada contra a sua ilibada conduta, e eu ainda não sei como não saiu do partido a que pertence, ou não foi expulso dele, tamanha a sua controvérsia com o “modus operandi” utilizado por companheiros. Não fossem os impedimentos éticos em relação a genética, poderíamos captar o óvulo de uma e o espermatozoide de outro e formar um bom governador para o futuro, mediante a fecundação “in vitro”. Claro, isto se saísse com a virtude de ambos e se excluíssem os seus defeitos. Caso ocorresse o oposto, e lograsse êxito a atingir um alto cargo, seria uma catástrofe de proporções semelhantes a que estamos vivendo no nosso país. Não fomos vítimas de um só governante com defeitos obtido pela cruza de dois entes, mas dois governos subsequentes que nos levou a esta desgraça. 

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

PURA MÁ VONTADE.



               Seguido vejo nos bancos, discussão do guarda com clientes, por estes tentarem entrar no recinto com objetos metálicos como chaves, brincos, bolsas com excesso de metais e até o clipe que prendo o dinheiro é denunciado pelo detector de metais e o guarda, impoluto, não deixa entrar, de jeito nenhum. Celular então é denunciado de imediato e tu somente entras, se o deixar em uma caixinha de acrílico, para após passar na eficiente porta giratória, e finalmente adentrar ao estabelecimento bancário. E não adianta tu alegares que é “otoridade” que o guarda te impede de entrar de qualquer jeito e tu tens que te submeteres aos seus caprichos, se não, não entra. Ponto final. Mas, felizmente no nosso país, existem alguns estabelecimentos que não são tão rigorosos assim para com o cidadão. Principalmente se o estabelecimento a ser visitado, não for de tamanha significância como um banco. Um presídio, por exemplo. Neste tu entras, segundo se constata pelos fatos ocorridos recentemente, com celular, faca, revólver, espingarda de grosso calibre, niquelada, para ainda mais desplante. Facilita adentram também alguma granada e até o clipe, este mesmo que não entra  no estabelecimento comercial mais importante do mundo capitalista. Para solucionar o uso dos celulares nos presídios, o governo vai gastar uma boa parcela dos nossos impostos, adquirindo caríssimos dispositivos que bloqueiam a sua utilização em uma determinada área. Solucionado, por vias tortas o problema do uso do telefone móvel, quero ver como eles vão fazer para impedir o uso do armamento que entrará nos presídios. Seria o caso de fornecer aos detentos, coletes a prova de balas para que eles não fossem vítimas dos próprios companheiros? Ou aumentar o valor de indenização às famílias dos detentos mortos, quando estes estivessem sob custódia do Estado, desestimulando assim seus rivais a prestarem um favor a família de seus rivais. Não sei qual será a solução que o governo tomará para este problema, o que eu sei é que, a complicada forma utilizada pelos bancos é totalmente inviável. É barata demais e não viabiliza a possibilidade de se auferir “algum por fora”. 

sábado, 7 de janeiro de 2017

DIVERSOS



               - Vendo a Globo News percebe-se que existe entre seus apresentadores, salvo raríssimas exceções, uma forte tendência em vitimizar os delinquentes. Insistem de forma veemente e repetitiva a superlotação dos presídios e a existência no seu meio de inocentes e de gente que lá está pela morosidade de justiça. O tempo dedicado a mostrar o real problema, que é a guerra de facções criminosas e a inoperância, quando não conivência do sistema penitenciário, é mínimo. Tenho dificuldade para entender porque a esquerda se queixa tanto desta rede de comunicação tão comprometido com suas causas.

               - Passe livre é o dia em que toda a população paga passagem de ônibus, independentemente de utilizá-lo ou não, para uma pequena parcela que quer andar de ônibus sem fazer o referido pagamento.

               - Nos são muito necessários os freios e contrapesos. Mas não me refiro a sua aplicação para a qual Montesquieu a utilizou e sim para a vida. Sempre fui um pacificador e sempre evitei uma desavença. Mas as vezes, é necessário o convívio com pessoas que pensam diametralmente o oposto de nós para conter os nossos ímpetos. Penso que no convívio familiar, em alguns assuntos específicos é conveniente, quando não necessário, um antagonista no pleito. Se uma pessoa é afável, gosta de fazer muitas amizades e casa-se com alguém com as mesmas características, o número de convivas torna-se excessivo e prejudica a individualidade do casal. Por isto acho muito interessante que façamos escolhas que tenha alguns gostos semelhantes para não se viver brigando por escolhas, mas que estas não sejam tão semelhantes que somente venham a agregar e nunca criar nenhum atrito. Seria uma operação de resultado zero, um tanto enfadonha, sem muita emoção. Eventualmente, um tem que frear quando o outro teima em acelerar em demasia, e quando o freio for muito intenso, o outro tem que dar aquele empurrãozinho, não tão forte que fira e não tão fraco que não surta efeito.

              - Hoje seria o aniversário do meu pai. O Seu Antão estaria fazendo 85 anos. Era dia de festa na fazenda do cinamomo. Isto até as 14 horas, quando que, na maioria das vezes, ocorria uma tormenta para terminar com tudo. Saudade do pai.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

NOSSOS ALGOZES INVISÍVEIS.




               Alguém, honestamente, acredita que o Estado nos dá total liberdade? E segurança, o que os nossos governantes nos proporcionam em matéria de segurança? A muito estamos perdendo ora uma, ora outra e quando não as duas, de forma cada vez mais acelerada. Quando será que vai chegar o dia em que o Estado nos destituirá de toda na nossa liberdade e nos sentiremos inseguros com medo dos nossos algozes, que pela ironia do destino será o próprio Estado? E não pensem que será difícil para chegarmos a uma total dependência dos que nos governam. Com o disfarce de nos beneficiar, cada vez nos tornam mais dependentes de normas que ao nos beneficiar, prejudicam outros tantos, que por sua vez recebem benesses que vem a prejudicar a nós. Assim agem os governos com pendores totalitários, dando com uma mão e nos tirando com as duas. Nada que vem do governo é de graça, sempre é tirado de alguém. Quando dos pobres, em silêncio e quando dos ricos com enormes estardalhaços. Já os donativos são diametralmente o oposto. O exemplo mais presente de donativos inversamente proporcional ao que se prega é o bolsa família, e o bolsa empresário, para estes, grandes quantias, para aqueles, migalhas, mas muito bem propagandeada. O que o governo nos dá é sempre menor do que o que nos tira, pois o que nos é subtraído é algo intangível, mas precioso e o que ganhamos é material e insignificante. Estou falando de nos tirar a liberdade e nos dar esmola, de nos tirar a segurança, nos desarmando, quando finge nos proteger. Não se enganem com as dádivas governamentais, elas estão eivadas de más intenções. Elas, tem o fim precípuo de nos tornar primeiro dependentes, depois escravos. E não tardará a chegada deste dia, pois estamos sendo levados a este domínio tal qual a rã que é cozida aos poucos e não percebe a mudança da temperatura da água a lhe matar.

domingo, 1 de janeiro de 2017

in JUSTIÇA E desGOVERNO

          Muitos brasileiros, inclusive alguns que votaram em Lula, estão decepcionados com as suas atitudes e ansiosos para vê-lo réu, julgado, condenado e preso. Os mais afoitos querem que o condene por qualquer motivo, é o legítimo “tem razão, mas vai preso igual”. Evidências não são provas materiais, embora sirvam para comprovar outros ilícitos. Se ao verificarem as contas do ex presidente e for encontrado o deposito de um cheque de valor significativo, feito por um criminoso, os que o acusam, acharão ali motivo para talvez até a prisão, temporária ou preventiva, ou no mínimo uma condução coercitiva para prestar esclarecimentos. O problema é que este fato ocorreu com o pastor Silas Malafaia e foi motivo de protestos de todos os calibres. Ele mesmo se mostrou indignado, fez uma gritaria, protestou e vociferou impropérios a tudo e a todos. Não morro de amores nem nutro ódio pelo pastor, mesmo ele, no passado, tendo feito campanha para o PT, mas, custaria o Sr. Silas, simplesmente ter prestado os devidos esclarecimentos as autoridades? Vejo algumas pessoas ficarem indignadas pelo fato de serem revistadas por policiais, alegando não serem bandidos para se submeter a este tipo de abordarem. Errado. Todos estamos sujeitos a averiguações por parte de quem de direito e nem um religioso e nem uma ex autoridade estará isenta deste procedimento, e nem incrementada a sua suspeita por ser alvo de outras investigações. Portanto, se é aplaudido que faça com o Lula, porque para o Malafaia é feio e constrangedor?


               Quando o esforço despendido para se efetuar um trabalho é maior do que o seu resultado, costumo utilizar a alegoria de que é a energia de uma usina nuclear para acender um palito de fósforo. Assim age o governo para efetuar a tal distribuição de renda para promover a bendita justiça social. Para obter-se um valor de R$ 100,00 o governo consome outros R$ 100,00 com a burocracia e outros R$ 20,00 com mecanismos de controle. Estes R$ 120,00 que poderiam estar sendo aplicados na produção, para obermos mais bens a serem distribuídos, são simplesmente distribuídos para parte dos setores governamentais. Somente teremos excluídos em uma sociedade, quando o governo, com competência, interferir na atividade dos que querem produzir. Toda ação governamental é um óbice a justiça social e não o contrário como tenta convencer os incautos.