segunda-feira, 25 de setembro de 2017

DIFÍCIL ENTENDER.



Não dá nada. Não dá, não dará, assim como nunca deu. Qualquer desculpa esfarrapada serve para absolver os corruptos do nosso país, desde que estejam protegidos pelo manto do uma justiça diferenciada dos demais cidadãos. Mais de um delator afirmou que o atual presidente recebeu propina em dinheiro e em bens. Inclusive um andar inteiro de um prédio teria sido dado ao então vice-presidente em troca de favores. Não dará nada, não deu até agora, nunca deu. Porque haveria agora se obter alguma punição para os nossos ilustres representantes, justamente agora que os seus julgadores estão, supostamente, todos “na gaveta”. O Temer, não depende de provas para ser condenado, por mais robustas que sejam ele, agora presidente, depende exclusivamente do valor que terá a disposição para comprar os que autorizarão, ou não, a sua investigação. Caso falte a pecúnia, haverá muitos cargos para safar-lhe de ser investigado. Já o pobre do Lula não, este está mais suscetível à pena já que perdeu o privilégio de ser julgado pela mais nobre corte do nosso país. Mas Temer não perde por esperar, Lula será condenado e ele, quando perder todo o privilégio que os outros mortais não têm, também terá que responder como um comum. Se um não escapou, certamente o outro estará fadado às grades também.

Não é sem propósito que estão expondo as nossas Forças Armadas ao ridículo, fazendo com que atue em uma área que somente é legal por um tempo determinado. O sucesso da empreitada de um exército é a aniquilação total do inimigo. Não existe a possibilidade de aniquilação total e nem o que eles estão combatendo são inimigos e sim compatriotas. Sim são da mesma pátria e são irmãos embora tenham se desviado para o crime. É outro o órgão que deve captura-los e puni-los, não o EB. Constitucionalmente nossas forças militares podem ser utilizadas sim para outros fins que não a guerra, mas em casos pontuais e tempo determinado. É sabido que, quando da desocupação da zona de conflito no Rio de Janeiro, o crime voltará com a mesma intensidade ou mais forte ainda. Foi assim com as UPAs e não será diferente agora. Ficará ecoando no inconsciente da tropa a celebre frase proferida pelo humorista Chaves: “Volta o cão arrependido/ com suas orelhas tão fartas/ com seu osso roído/ e o rabo entre as patas”. Repito: Não é sem propósito. É uma trama muito bem articulada.

Existem os que dão muito pouco valor ao que tem e pensam em adquirir os bens que ainda não possuem para só então poderem ser felizes. Também existem aqueles que valorizam o que tem e se preocupam em descartar o que possuem em excesso para somente aí atingir a felicidade em sua plenitude.
Afonso Pires Faria, 25.09.2017 – C

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

PODER, DIPLOMACIA, POLÍTICA E ROUBO.



A frase “um dia tudo isto será nosso” é frequentemente dita pelos muçulmanos ao olhar a Europa sob o olhar complacente de seu povo hipnotizado pelo politicamente correto. Em 13 dos 28 países que compõem a U.E, morreu mais gente do que nasceu e a população só não decresceu pelo fator imigração. Em 2065 mais de 40% da população italiana será composta por imigrantes. Na Alemanha 36% das crianças menores de 5 anos são filhas de imigrantes. Segundo as Nações Unidas existem 18 milhões de habitantes a menos no oriente europeu do que na década passada. Queda maior do que a causada pela segunda guerra mundial. A ocupação da Europa oriental pelo império otomano deu mostras do que isto representa.

Já passamos vergonha com o Lula na ONU, depois mais vergonha ainda com a Dilma. Mas fica claro que o nosso país parece estar em uma crescente neste quesito. Temer superou todos eles, não por falar tanta bobagem, mas por demonstrar que o nosso país é governado por patetas. Mas, esperar o quê em matéria de relações exteriores, tendo como seu ícone um motorista de guerrilheiro?

De fato, existem sérias dificuldades para se provar os crimes cometidos por nossos políticos. O mal maior é a contumácia. Enquanto estes nefastos representantes do povo encontrarem respaldo pelo voto dos ignorantes do nosso país, eles seguirão prevaricando. Nossas leis baseiam-se na presunção de inocência e impedem a punição legal. Mas nós, cidadãos de bem, poderemos muito bem fazer a nossa parte tomando todo o cuidado na hora de escolhermos um político para nos representar. Não podemos botar todos no mesmo saco. São poucos os acusados que o foram injustamente, mas eles existem. Também existem os imaculados pela lei, mas que nem sempre estão isentos de terem cometido algum ilícito e não terem sido descobertos.

Alguém já se deu conta de que se for achado alguma digital de algum deputado ou senador nas notas de dinheiro encontradas do apartamento usado pelo Sr. Geddel, todo o processo se estanca e tudo vira sigilo e é submetido ao STF e somente os nossos bisnetos saberão a origem e destino dos 51 milhões de reais lá escondidos? E viva o nosso judiciário.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

CURA?



Quando uma única palavra mal colocada em um contexto pode atrapalhar, inviabilizar ou até mesmo retroceder em um processo. Estou falando da tal “cura” gay. O radicalismo e o ranço ideológico não permitem que as pessoas vivam seu mundo ou que tentem se entender. Homossexualidade não é doença embora alguns menos avisados tratem como tal. Complexo de inferioridade também não o é, mas nem por isto existe um patrulhamento para que pessoas com este problema, que esteja se julgando incomodado com ele, não possa procurar auxílio de um profissional para aprender a conviver com ele sem traumas maiores. Se o indivíduo é gay e não tem estrutura para suportar os que não o aceitam, o fato de ele procurar um psicólogo para lhe prestar serviços, não quer dizer com isto que ele está tentando se livrar da condição sexual que escolheu, a causa de sua procura de ajuda pode, e na maioria das vezes é, outra. Mas os radicais não permitem que o processo seja conduzido de forma racional. Ao conceituar o tratamento como cura, os defensores da classe se sentem ofendidos e os radicais não aceitam outra palavra para tipificar o que poderia muito bem ser considerado como tratamento. Este para mim, é o típico caso que não haverá solução racional e que nenhum dos lados tem razão. A solução está no uso da tolerância e parece que nenhum dos dois radicais estão dispostos a ceder. Exemplo melhor do que o dos dois burros amarrados por uma corda que não alcançam cada um o seu monte de feno e não intuem em comer um monte de cada vez.

O feminismo e o gaysismo deixou de ser uma reivindicação de direitos de sua causa para tornar-se abertamente uma luta em oposição aos homens heteros. Este tipo de atitude somente é permitido nas religiões judaico cristãs. No islamismo são punidos com a morte, ou seja, não se criam. Quando o islã for absoluto no mundo e esta gente se der conta da armadilha em que caiu, já será tarde, estarão todos ou no cadafalso ou no paredão.

Se o outro pensa diferente de ti, se assume e não te prejudica em nada, nem agora nem no futuro, o que tu tens a ver com isto?
Afonso Pires Faria, 20.09.2017 - C