Tu trabalhas 11 meses no ano fora os
feriados e recebes 13 salários. Quando está descansando nas férias o salário é
acrescido de 1/3. Se ficas desempregado o “governo” lhe garante o sustento
mínimo lhe concedendo auxílio desemprego. Ao se aposentar, conta tempo de
serviço até o período em que não estavas contribuindo, mas é válido o referido
incremento pois existe uma lei de um deputado “bonzinho” que lhe dá direito a
isto. Tudo isto é direito. Direito adquirido. Adquire-se direito a tudo no
nosso país. Constitucionalmente temos direito à moradia, alimentação, educação,
segurança, lazer e pasmem, até a felicidade, pois um senador, também bonzinho,
introduziu na nossa carta magna o referido direito. São tantos direitos, tantos
na nossa terra natal, que permitem que um cidadão, um pouco mais igual que os
outros, se aposente com 54 anos de idade por ser beneficiado com um dos
direitos legais. Alguns destes privilegiados ainda ficam a reclamar que foi
“prejudicado” pelo maldito Fator Previdenciário. Reclama também de ter de pagar
imposto de renda sobre a aposentadoria. Pois saiba senhor beneficiado dos
direitos, que existe um ônus para se ter o bônus e este é um deles. O Partido
dos Trabalhadores, quando na oposição, achava um desrespeito o salário ser
taxado com imposto. Alegava, talvez com razão, que “salário não é renda”. Em 13
anos de poder não só manteve, como incrementou o nefasto tributo aos pobres
assalariados. Se temos tantos direitos, é justo que paguemos por eles e não nos
queixemos quando aparece um representante do povo, que elabora as leis, também
se beneficie delas, e de forma turbinada afinal de contas é ele que às faz. Até
que o povo se convença de que o governo não dá almoço grátis, o rombo
previdenciário e governamental, vai aumentando em progressão geométrica e seus
contribuintes diminuindo, e mesmo sendo em progressão aritmética, este é uma equação
de resultado negativo.
Assuntos diversos, prioritariamente de política e comentários sobre a conjuntura nacional.
terça-feira, 7 de junho de 2016
segunda-feira, 6 de junho de 2016
GLAMOUR, GASTOS E PROIBIÇÕES.
O direito do
anzol é ser torto. Assim estamos vivendo atualmente quando gays veneram aquele
que no passado os condenavam a morte, que acreditam que devemos nos orgulhar em
ter um filho gay, que fumar um cigarro vendido legalmente é um crime, mas que
se consumirmos maconha é um direito, mesmo esta, sendo de uso ilegal. Porque
será que estamos glamourizando o que é contravenção e repudiando um ato que
nada tem a ver com a insegurança dos outros, é a indagação que fica.
A permissão do agigantamento do
Estado para que tenha autoridade em proibir certos atos de qualquer cidadão, já
matou muito mais gente no mundo do que o ato que eles se arvoram em proibir com
o falso pretexto de salvar-lhe a vida. Hoje ele te proíbe de fumar em
determinados locais, amanhã te proibirá ou te obrigará a fazer o que eles bem
entenderem.
Alguém
consegue me citar algo mais estúpido, ineficiente, inócuo e perdulário do que a
iluminação pública constante?
Quem gasta o dinheiro dos impostos
são os governantes, estes são eleitos por nós que por sua vez somos quem tem
que repor o recurso gasto. Quanto mais ele gasta, mais nós, que os elegemos,
devemos ter de repor. Portanto temos que ter parcimônia no escolher quem vai
fazer o gasto, um econômico ou um perdulário. O povo tem escolhido
sistematicamente a segunda opção. Sabedor disso, os candidatos prometem sempre
gastar. E dá resultado.
quinta-feira, 2 de junho de 2016
quarta-feira, 1 de junho de 2016
TEXTOS REPRESADOS
O presidente da câmara Eduardo Cunha
não deve receber sequer uma advertência pelo crime que lhe está sendo atribuído
pelo conselho de ética. Ele deve ser simplesmente absolvido. Ele não mentiu na
CPI. Se quiserem cassar seu mandato que escolham outro crime, de tantos que ele
cometeu, não este. Por este, se ele for condenado, sairá como vítima.
Constatou-se
o pagamento irregular para 1,4 milhões de beneficiados no bolsa família. Mas
que se tenha presente que nem todos são culpa do governo, muitos são os
aproveitadores que também enganam o governo.
Maldita
privatização. Acabou o romantismo da espera por uma linha telefônica e com
status do funcionário estatal altamente remunerado, tinha de dar um “jeitinho”
de passar na frente o seu amigo. Eram só vinte mil apaniguados do estado a
fazer estas benesses. Aí venderam o patrimônio público para a iniciativa
privada que empregou quatrocentos mil funcionários para fazer com que qualquer “pé
de chinelo” possuísse uma linha telefônica. É claro que o progresso tecnológico
contribuiu para a facilidade nas suas aquisições, mas o número de empregos são
virtudes exclusivas da privatização. A Embraer, que quando pública provocava
sucessivos prejuízos a nação, depois de privatizada, além de incrementar o
número de empregados, passou a dar um lucro ao governo com pagamento de
impostos, superior aos prejuízos doravante causados ao erário público, ou seja,
a nós. A Vale, que tanto teve sua privatização contestada, multiplicou por 15 o
número de funcionários e deixou de dar, ora lucro ora prejuízo para somente
pagar impostos. Ainda bem que ficou a Petrobras. Ah esta guardiã do que há de
mais retrógrado nos nossos tempos, mas tão idolatrado pelos que dela precisam,
os políticos demagogos, que com sua lábia iludem os incautos dizendo que
ficando nas mãos deles pode ser considerada “patrimônio nacional”. Pobre povo
ignorante e facilmente enganado pelos vendedores de ilusões. E o governo fica a
gastar seu tempo para decidir quem será o presidente, diretor, gerente ou
secretário desta ou daquela jurássica estrutura nas mãos do Estado,
descuidando-se do que, de fato, lhe seria uma atribuição como saúde, educação e
segurança.
Em uma palestra proferida pelo
navegador Amyr Klink, fico sabendo que o fotógrafo Sebastião Salgado, tão
conhecido pela sua arte fotográfica, herdou de sua família uma imensa área de
terras totalmente improdutiva e a transformará, talvez no próximo século, em
uma área rentável por ter investido em reflorestamento. As pessoas nem sempre
são reconhecidas pelo que de fato são. Grandes artistas como Chico Buarque
deixarão para nós um grande legado artístico. Se destacou tanto na música como
escritor, embora eu não o admire tanto na arde literária. Mas deste, aproveitou-se
somente a arte, pois nada mais de útil fez para seu povo a não ser incitá-lo
contra o governo, e sempre de longe, muito de longe.
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