terça-feira, 13 de outubro de 2015

TIRINHAS

-Ao misturar ensinamento com doutrinação é que o governo chega as astronômicas somas em gastos no que eles chamam de Educação.

-É tão vil a forma de administração do nosso país que os cargos de ministros são distribuídos a cada um segundo a sua capacidade, não de administrar, mas tão somente de articular politicamente.

-Primeiro foi o mensalão que não existiu, depois existiu para novamente deixar de existir segundo as hostes petistas. Agora as pedaladas que não existiram, já passam a ser admitidas, mas com fins nobres. Em breve, novamente será negada. O que tem na cabeça esta gente? Não, não os que dizem, mas os que acreditam.

-Para quem está estranhando o nosso país ser governado por três presidentes, Lula, Dilma e Temer, não necessariamente nesta ordem, não sabe que já tivemos casos piores. Quando do suicídio de Vargas, ele ainda era presidente, de fato, assumiu o Café Filho, seu vice, que adoeceu e assumiu Carlos Luz, e tínhamos um presidente já eleito que era o Juscelino, que para viabilizar a sua posse foi necessária a tomada do poder por Nereu Ramos.

-Teria sido bem menos danoso para a presidente Dilma se, um dia após as eleições, ela tivesse admitido que mentiu para se eleger e que viriam tempos difíceis pela frente. Não. Preferiu seguir mentindo e aprofundando cada vez mais a crise.

-Pior do que deixar em farrapos a economia do nosso país, o governo do PT praticamente inverteu os valores éticos do nosso povo. Demonstrou com atos pusilânimes que com tráfico de influências se fica rico e impune. A economia ainda se salva em menos de uma década, mas e os valores éticos? Estes levarão uma geração inteira se não duas para serem recompostos.

-Não acredito que os ministros Teori Zavascki e Rosa Weber, tenham criado alguma lei, só suas para impedir que o presidente da câmara cumpra o rito que possibilite o pedido de impeachment da presidente Dilma.

Afonso Pires Faria, 13 de outubro de 2015.

sábado, 10 de outubro de 2015

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES.

                            -  O ex-presidente Lula fez uma intervenção branca (se é que da para falar em cor que não seja vermelho, ao referir-se a este cidadão) no governo da presidente Dilma, com o intuito de salvá-la da degola. Se der certo ele sai com as glórias de ter tido sucesso, se não, sairá igualmente glorificado por ter tentado salvar. Este é o Lula, o mussum ensaboado.

                         -   A presidente Dilma, referindo-se aos índices de inflação falou que está vendo uma luz no fim do túnel. Concluo, então, que o fim está próximo, pois ninguém suporta o impacto de um trem em sentido contrário.

                        -    No sistema presidencialista, em que a figura do presidente se funde em chefe de Estado e de Governo, o país correrá um risco proporcional a falta de escrúpulo da pessoa que ocupa este cargo. Se não souber, ou não quiser discernir quando é um ou quando é outro, as chances de fracasso institucional, é certa. Nos governos do PT não houve nenhuma separação entre governo e estado e o país enveredou em fazer negócios somente com quem lhes era ideologicamente simpático. Preferimos o Mercosul com países como Argentina, Bolívia e Venezuela, preterindo os da União Europeia. Os frutos aí estão.

                         -   Vejam só o que eu sou obrigado a ouvir quando o único canal que está transmitindo o jogo do Brasil é a Globo e o narrador é ele. O Brasil perdeu “do” Chile. Em “pleno” estádio Nacional “completamente” lotado, vendo o jogador tocar a bola “de” lado. É dose. Ah, a e o jogo foi 1 x 0 e não 2 x 0, pois o primeiro gol deveria ser anulado porque o Galvão narrou que o jogador deu um “tapa” na bola. E também não acreditem quando o narrador fala que o jogador “saiu com bola e tudo”, em 90% das vezes quem sai é só a bola e o jogador fica em campo, bem como foi narrado no jogo do Brasil que no segundo gol o jogador entrou com bola e tudo. Eu vi: o jogador não entrou. E ele é considerado o melhor narrador de tudo.

                        -   Não em nome da governabilidade, mas a fim de se manter no poder, mesmo sem ele, a presidente Dilma autorizou os ministros a abrirem as porteiras para abrigar nos ministérios, segundos e terceiros escalões. Prometeu também liberação das emendas parlamentares para os deputados gastarem a vontade dinheiro que não existe. Assim pode não haver afastamento da presidente, mas ela, que já não governa, passará a ser governada, mais ainda do que já é. Uma vergonha.
Afonso Pires Faria, 10 de outubro de 2015.


sexta-feira, 9 de outubro de 2015

CONTRA O IMPEACHMENT.



                            Não que eu considere golpe a retirada de um presidente do seu cargo. Não o que eu acho é que mesmo sendo legal, legítimo e moral, é desrespeitoso para com aqueles que escolheram ser governado por uma pessoa e um tipo de governo, tenha a sua vontade não atendida. Assim como eu acho que as pessoas que cometem algum delito, tem de pagar por ele, acho que, se abreviarmos o sofrimento que devemos passar por uma má escolha, dará ao eleitor a impressão de que tem o direito de errar a vontade que o seu erro será corrigido. Não, definitivamente não. A retirada do atual governo do poder, não resolverá os problemas econômicos e financeiros do Brasil. O que ocorrerá é que outro governo será o responsável por sanar os erros cometidos no passado com medidas amargas e será culpado por isto. O sofrimento a que está fadado o nosso povo independerá de quem estiver governando. Cabe a este partido que desrespeitou a, já pouca inteligência do povo brasileiro, o bônus, mas também o ônus pelos atos cometidos no passado. Colheu os frutos, se reelegeu, agora justifique e aplique, ou tente aplicar, tudo aquilo que foi prometido quando estava no palanque. Não sou anti golpista, sou sim, anti a não punição exemplar daqueles que nos colocaram nesta situação. Eles sabiam perfeitamente o que estavam fazendo, agora que pague pelos erros. Não estou querendo punir o povo brasileiro com mais três anos e meio de um governo incompetente, estou sim querendo livra-los de um período negro na história do país em que será praticamente impossível tomar medidas corretivas na economia, tendo na oposição CUT, MST, PT e toda a leva de partidos e movimentos sociais que apoiam o atual governo. Estes, ao não serem alimentados com polpudas verbas, se revoltarão e irão as ruas, e não será com a passividade dos atuais manifestantes. Quem conhece o modus operandi destes movimentos sabe muito bem do que eu estou falando. Não vamos dar um tiro no pé. O sofrimento de três anos é melhor do que ver nas eleições de 2018, o ex-presidente Lula ser aclamado nas urnas como o novo salvador da pátria. Não será necessário nem fraudar as eleições, ele se elege com toda a facilidade fazendo o discurso que melhor cabe a um demagogo, o da mentira e da promessa fácil. E o pior de tudo, não será um governo igual ao seu primeiro mandato em que adotou políticas responsáveis, seguindo, à risca, os ditames neo liberais com a batuta do ministro Antonio Palocci, será isto sim um governo de recuperação da política “progressista” já de cara, com as regras ditadas pela turma da Fundação Perceu Abramo. Rezem para que isto não aconteça. E para acontecer, basta tiraram a Dilma do governo. Haverá, dois anos após a posse de Lula, choro e ranger de dentes. Eu avisei antes e estou avisando agora.
Afonso Pires Faria, 09 de outubro de 2015.

“O fato de que tantos políticos bem sucedidos são uns mentirosos sem vergonha não é apenas um reflexo deles próprios, é também uma reflexo de nós mesmos. Quando as pessoas querem o impossível, apenas os mentirosos as podem satisfazer.”  Thomas Sowell

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

UM POUCO DE LIBERTARISMO

                          Não existe, de fato, uma grande diferença entre a censura que os militares faziam as peças teatrais e filmes da época, do que a que exerce hoje, o governo. Os militares, quando achavam uma peça indecorosa ou um filme que ofendesse o regime, impedia que este fosse exibido pela força. Hoje, o governo incentiva com polpudas verbas, verbas estas retiradas de nós a força, os artistas que lhes são simpáticos. Mata a míngua uns e enriquece a outros. Através da “lei Rouanet” o ministério da cultura empurra goela a baixo, coisas que, se não recebessem incentivo, não seriam vistas pelo publico. Se fossem boas, se sustentariam por si só.

                            Um governo esquerdista tem a capacidade de transformar o que é imoral no ponto de vista de uma minoria, em ilegal para o todo da população.

                            A atuação do Estado na distribuição dos bens só é maléfica. Deixou de a muito tempo de ser quantitativa para ser territorial. A doação não é feita a quem mais necessita sendo tirada de quem mais tem. Ela é tirada dos mais distantes das hostes governistas para ser doada aos mais próximos.

                            Todas as melhorias ocorridas no mundo nos últimos anos foram graças aos governos. Sim, toda a vez que ele não interviu, surgiu daí uma nova invenção e um avanço para o progresso.

                            Para os brasileiros que estão vibrando com o desempenho do TCU e TSE, não tem a devida noção do que são outras siglas muito mais perigosas: MST e CUT.
Afonso Pires Faria, 08 de outubro de 2015.

 “O fato de que tantos políticos bem sucedidos são uns mentirosos sem vergonha não é apenas um reflexo deles próprios, é também uma reflexo de nós mesmos. Quando as pessoas querem o impossível, apenas os mentirosos as podem satisfazer.”  Thomas Sowell


quinta-feira, 1 de outubro de 2015

UM TEXTO E DOIS "TESTÍCULOS".

Em um debate se utiliza algumas táticas de retórica com fins de desestabilizar o adversário. Uma muito eficiente é a dissimulação, atribuindo ao seu oponente, defeitos que são seus e não dele. Na obrigação de defender-se, o acusado perde boa parte do tempo em que deveria estar acusando, defendendo-se. Pois o partido do governo esta se utilizando sistematicamente desta tática. A presidente Dilma falou que existe gente que torce, para o “quanto pior melhor”. Quem conheceu o PT da oposição sabe com que maestria ele utilizava esta tática. Nem a Constituição de 1988 quis assinar. O ex presidente Lula acusa os manifestantes de insuflar o “nós contra eles”, como se esta não fosse a bandeira da ideologia que ele representa, tentando dividir o país em classes, criando cotas e estimulando movimentos à luta. A própria presidente disse que não respeita um delator, sendo que ela mesma foi quem assinou a lei que legitima este instituto.  E, enquanto o país seguir gastando fortunas na educação errada do nosso povo, esta tática mentirosa vai dando certo. O povo desinstruído, gosta de ouvir o que lhe soa bem aos ouvidos e de engolir somente o que lhe é palatável. A verdade dói-lhe, pouco importando de que a mentira cobra um preço amargo. Estamos vivendo isto agora, mas o “gado” já terá esquecido até as próximas eleições.  

A implantação do socialismo na América Latina está programada para se efetuar em etapas. Existe um tempo para que cada espaço seja conquistado. A hierarquia é Cuba, Venezuela, Argentina e por último o Brasil, que até então somente vem servindo de “cofre forte” do esquema. Pois não é que, surpreendentemente, nas palavras do chefe do exercito, o Sr. João Pedro Stédile, ficamos sabendo que o nosso país queimou duas etapas e “já somos Cuba”.

Definitivamente não é turbinando os erros cometidos no passado, que vamos corrigi-los. O segundo governo Lula e o primeiro de Dilma investiram no consumo e no não cumprimento da responsabilidade fiscal, criada pelo governo do PSDB. Os frutos colhidos estão aí para todos verem e existe uma tímida tentativa de corrigir o rumo das coisas. Mas existe uma ala, a mais radical do PT, que é adepta de aprofundar os gastos. Tem razão a manchete de um semanário inglês ao completar uma manchete que se referia ao Brasil,: “No fundo do poço”, com “e continua cavando”.

Afonso Pires Faria, 01 de outubro de 2015.