Assuntos diversos, prioritariamente de política e comentários sobre a conjuntura nacional.
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
ALGUMAS CONSIDERAÇÕES
DISCRIMINAÇÃO
HIPÓCRITA.
Se for para discriminar,
então que se discrimine, mas o façam, sem hipocrisia. Porque a sociedade tem
que ceder a determinados grupos uma parcela do seu espaço, se quando eles por
si só podem, por suas forças fazê-lo, não o fazem.
Falo isto, relativamente às cotas.
Elas, não se justificam, senão vejamos: Se os negros e pardos, fossem tão
prejudicados assim pela sociedade, por terem a tez mais pigmentada que a de
outros, porque que, quando candidatos, mesmo tendo a maioria dos votos do povo
brasileiro, não se fazem representar na mesma proporção? O mesmo vele para as
mulheres. Deixemos de hipocrisia, somos ou não todos iguais em direitos?
Afonso
Pires Faria – Caxias do Sul- 29.10.2012.
BOLSA
QUALQUER COISA.
Eu
votaria em um candidato que prometesse dobrar o “bolsa família”, mas que o
tornasse temporário e reversível. Recebe durante um ano e nos próximos 5 anos,
já trabalhando, enterrando e desenterrando garrafa, para o governo, devolve,
nem que seja a metade. Para que este dinheiro, sirva de recursos para os
próximos.
Afonso
Pires Faria – Caxias do Sul- 05.11.2012.
PRENDA-SE
O HONESTO E SOLTEM O LADRÃO.
A
permissividade ao gayzismo, racismo, abortismo e futuramente a bi ou poligamia
e a pedofilia. A criminalização do cidadão de bem que vai preso por podar
irregularmente uma árvore, está fazendo com que sigamos, fielmente o previsto
na ficção de Jorge Orwell em seu livro, 1984.
Afonso
Pires Faria – Caxias do Sul – 05.11.2012.
DUBIEDADES.
Como
se pode confiar em uma pessoa que critica, veementemente, um certo elemento e
suas atitudes, e em um pequeno lapso de tempo, passa a agir da mesma forma que
ele, e não satisfeito no agir, ainda alia-se a ele, e passa a elogiar, não só a
pessoa, mas também seus atos que antes eram tidos como nefastos.
Afonso
Pires Faria – Caxias do Sul – 05.11.2012
COMPRA
DE VOTOS.
Compra
de votos com dinheiro próprio, está terminantemente proibido no nosso país.
Estes só podem ser comprados, com dinheiro público. Se tu comprares um voto com
o teu dinheiro, tu vais preso, se comprares com dinheiro do erário, tu és um
benfeitor, digno de elogios por parte do povo. Qualquer semelhança com o “Bolsa
Família”, não é mera coincidência.
Afonso
Pires Faria – Caxias do Sul - 05.11.2012
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
CADEIA NÃO.
Posso estar enganado, pois
são parcos os meus conhecimentos jurídicos, mas como já passei dos 50, já vivi
bastante para ter algum discernimento do que julgo certo e errado. Longe de
mim, querer defender os mensaleiros, mas penso que cadeia, não seria a melhor
forma de punir os elementos que participaram destas falcatruas.
Creio que em um futuro, não muito distante, as pessoas
ficarão perplexas ao saber que, seres humanos eram privados da liberdade
durante muitos anos. A privação da liberdade, creio, deve ser para elementos
que, soltos, representam perigo a sociedade, pois não sabem agir
civilizadamente. Os mensaleiros, não são nada disso. O perigo que eles
representam para a sociedade, é de novamente locupletarem-se dos cofres
públicos.
Existem formas muito mais baratas para a sociedade, e
quase tão, ou tão eficiente, que possa fazer com que estes marginais, paguem
pelos erros cometidos. Se em lugar das multas, fizéssemos eles devolver cada
centavo desviado dos cofres públicos, e impedissem eles de participar de
qualquer ato político, certamente o povo estaria, não só ressarcido dos
prejuízos, e sem custos para o Estado, como ficaria estes elementos impedidos
de praticar delitos.
É fácil controlar
este tipo de gente, e puni-los de forma exemplar, tirando-lhes os bens e
fazendo trabalhar o resto da vida sem direitos políticos, para que pague os
erros que cometeram.
Infelizmente as nossas leis são tão permissivas e tão
benevolentes, que este tipo de punição, não é permitida pela humilhação, e facilidade com que o punido
teria para escapar do castigo. Mas que seria bem mais vantajoso e econômico
para o Estado, isto seria. Mas o povo quer ver barbárie mesmo, quer ver
humilhação, não se importando que para isto tenha que pagar mais caro e os
resultados sejam menos compensatórios.
Afonso Pires Faria
Caxias do Sul, 26.10.2012.
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
NO PAÍS TOLERANTE.
Existia um pais qualquer, no
sul, do sul do mundo, que era governado de forma intolerante. Um pobre rapaz,
foi pego pichando a fachada de uma igreja, e lhe foi imposta uma punição tão
severa e cruel, que ele, coitado, nunca mais conseguiu chegar perto de uma lata
de tinta, pois isto lhe provocava uma profunda angustia, tal foi a punição que
recebeu pelo ato cometido no passado.Também nunca teve, o pobre rapaz, nenhuma
recompensa em seu país, por ter sido vítima, de preconceito, quando mais novo,
por ser baixinho e gordo.
Em um país vizinho, já a coisa era bem mais tolerante. O
indivíduo de delinquiu, foi devidamente tratado em clinica psiquiátrica, pois
se tratava de uma vítima da sociedade, pois havia sido discriminado quando novo
por ser gordo e baixinho. Foi indenizado
por isto, o que lhe possibilitou viver tranquilamente o resto da sua vida.
Os dois casos, são fictícios, caricatos e se tratam de
uma mesma pessoa, somente em locais diferentes. A grande maioria, certamente,
escolheria viver no segundo país. Mas isto só é uma escolha correta, se a
pessoa que opta pela escolha, for o marginal, e não o restante da sociedade que
terá que arcar com os custos do ato do elemento pernicioso a ela.
Foi a sociedade, que teve que arcar com os custos de
todos os danos por ele causado , como também os tratamentos dos quais ele se
beneficiou, como também as indenizações, por ele recebida, pelo simples fato de
ser um marginal, baixinho e gordo.
Em uma sociedade assim, privilegia-se o mal feito, e
pune-se aquele que está dentro das normas, não tardará a falir. Todo o excesso
de tolerância cobra seu preço.
Afonso Pires Faria.
Caxias do Sul, 25.10.2012.
terça-feira, 23 de outubro de 2012
domingo, 21 de outubro de 2012
CONSERTANDO A COISA ERRADA.
Será
que se tivermos o pneu do nosso carro furado, e consertarmos-lhe a buzina,
solucionará o problema? Lógico que não. Pois o governo, incompetente para
solucionar o problema da educação básica, para solucionar o problema, cria o
sistema de cotas. Se tivéssemos um ensino básico de qualidade, não haveria
necessidade de cotas. Mas é assim: o velho ranço marxista. Onde não existe
lutas de classes, que se crie uma.
Afonso
Pires Faria
Caxias
do Sul – 22.10.2012
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