segunda-feira, 5 de novembro de 2012

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES


DISCRIMINAÇÃO HIPÓCRITA.
                Se for para discriminar, então que se discrimine, mas o façam, sem hipocrisia. Porque a sociedade tem que ceder a determinados grupos uma parcela do seu espaço, se quando eles por si só podem, por suas forças fazê-lo, não o fazem.
            Falo isto, relativamente às cotas. Elas, não se justificam, senão vejamos: Se os negros e pardos, fossem tão prejudicados assim pela sociedade, por terem a tez mais pigmentada que a de outros, porque que, quando candidatos, mesmo tendo a maioria dos votos do povo brasileiro, não se fazem representar na mesma proporção? O mesmo vele para as mulheres. Deixemos de hipocrisia, somos ou não todos iguais em direitos?
Afonso Pires Faria – Caxias do Sul- 29.10.2012.

BOLSA QUALQUER COISA.
Eu votaria em um candidato que prometesse dobrar o “bolsa família”, mas que o tornasse temporário e reversível. Recebe durante um ano e nos próximos 5 anos, já trabalhando, enterrando e desenterrando garrafa, para o governo, devolve, nem que seja a metade. Para que este dinheiro, sirva de recursos para os próximos.
Afonso Pires Faria – Caxias do Sul- 05.11.2012.

PRENDA-SE O HONESTO E SOLTEM O LADRÃO.
A permissividade ao gayzismo, racismo, abortismo e futuramente a bi ou poligamia e a pedofilia. A criminalização do cidadão de bem que vai preso por podar irregularmente uma árvore, está fazendo com que sigamos, fielmente o previsto na ficção de Jorge Orwell em seu livro, 1984.
Afonso Pires Faria – Caxias do Sul – 05.11.2012.

DUBIEDADES.
Como se pode confiar em uma pessoa que critica, veementemente, um certo elemento e suas atitudes, e em um pequeno lapso de tempo, passa a agir da mesma forma que ele, e não satisfeito no agir, ainda alia-se a ele, e passa a elogiar, não só a pessoa, mas também seus atos que antes eram tidos como nefastos.
Afonso Pires Faria – Caxias do Sul – 05.11.2012

COMPRA DE VOTOS.
Compra de votos com dinheiro próprio, está terminantemente proibido no nosso país. Estes só podem ser comprados, com dinheiro público. Se tu comprares um voto com o teu dinheiro, tu vais preso, se comprares com dinheiro do erário, tu és um benfeitor, digno de elogios por parte do povo. Qualquer semelhança com o “Bolsa Família”, não é mera coincidência.
Afonso Pires Faria – Caxias do Sul - 05.11.2012

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

CADEIA NÃO.


               Posso estar enganado, pois são parcos os meus conhecimentos jurídicos, mas como já passei dos 50, já vivi bastante para ter algum discernimento do que julgo certo e errado. Longe de mim, querer defender os mensaleiros, mas penso que cadeia, não seria a melhor forma de punir os elementos que participaram destas falcatruas.
            Creio que em um futuro, não muito distante, as pessoas ficarão perplexas ao saber que, seres humanos eram privados da liberdade durante muitos anos. A privação da liberdade, creio, deve ser para elementos que, soltos, representam perigo a sociedade, pois não sabem agir civilizadamente. Os mensaleiros, não são nada disso. O perigo que eles representam para a sociedade, é de novamente locupletarem-se dos cofres públicos.
            Existem formas muito mais baratas para a sociedade, e quase tão, ou tão eficiente, que possa fazer com que estes marginais, paguem pelos erros cometidos. Se em lugar das multas, fizéssemos eles devolver cada centavo desviado dos cofres públicos, e impedissem eles de participar de qualquer ato político, certamente o povo estaria, não só ressarcido dos prejuízos, e sem custos para o Estado, como ficaria estes elementos impedidos de praticar delitos.
            É fácil  controlar este tipo de gente, e puni-los de forma exemplar, tirando-lhes os bens e fazendo trabalhar o resto da vida sem direitos políticos, para que pague os erros que cometeram.
            Infelizmente as nossas leis são tão permissivas e tão benevolentes, que este tipo de punição, não é permitida pela  humilhação, e facilidade com que o punido teria para escapar do castigo. Mas que seria bem mais vantajoso e econômico para o Estado, isto seria. Mas o povo quer ver barbárie mesmo, quer ver humilhação, não se importando que para isto tenha que pagar mais caro e os resultados sejam menos compensatórios.
Afonso Pires Faria
Caxias do Sul, 26.10.2012. 

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

NO PAÍS TOLERANTE.


Existia um pais qualquer, no sul, do sul do mundo, que era governado de forma intolerante. Um pobre rapaz, foi pego pichando a fachada de uma igreja, e lhe foi imposta uma punição tão severa e cruel, que ele, coitado, nunca mais conseguiu chegar perto de uma lata de tinta, pois isto lhe provocava uma profunda angustia, tal foi a punição que recebeu pelo ato cometido no passado.Também nunca teve, o pobre rapaz, nenhuma recompensa em seu país, por ter sido vítima, de preconceito, quando mais novo, por ser baixinho e gordo.
            Em um país vizinho, já a coisa era bem mais tolerante. O indivíduo de delinquiu, foi devidamente tratado em clinica psiquiátrica, pois se tratava de uma vítima da sociedade, pois havia sido discriminado quando novo por ser gordo e baixinho.  Foi indenizado por isto, o que lhe possibilitou viver tranquilamente o resto da sua vida.
            Os dois casos, são fictícios, caricatos e se tratam de uma mesma pessoa, somente em locais diferentes. A grande maioria, certamente, escolheria viver no segundo país. Mas isto só é uma escolha correta, se a pessoa que opta pela escolha, for o marginal, e não o restante da sociedade que terá que arcar com os custos do ato do elemento pernicioso a ela.
            Foi a sociedade, que teve que arcar com os custos de todos os danos por ele causado , como também os tratamentos dos quais ele se beneficiou, como também as indenizações, por ele recebida, pelo simples fato de ser um marginal, baixinho e gordo.
            Em uma sociedade assim, privilegia-se o mal feito, e pune-se aquele que está dentro das normas, não tardará a falir. Todo o excesso de tolerância cobra seu preço.
Afonso Pires Faria.
Caxias do Sul, 25.10.2012.

domingo, 21 de outubro de 2012

CONSERTANDO A COISA ERRADA.



Será que se tivermos o pneu do nosso carro furado, e consertarmos-lhe a buzina, solucionará o problema? Lógico que não. Pois o governo, incompetente para solucionar o problema da educação básica, para solucionar o problema, cria o sistema de cotas. Se tivéssemos um ensino básico de qualidade, não haveria necessidade de cotas. Mas é assim: o velho ranço marxista. Onde não existe lutas de classes, que se crie uma.
Afonso Pires Faria
Caxias do Sul – 22.10.2012