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Até quando será que a população
brasileira se deixará enganar por falsos democratas que se dizem
representantes do povo, quando na verdade são representantes apenas de grupos
que lhes prestam apoio em troca de favores? Os atuais governantes somente consideram
como povo elementos que participam de entidades organizadas e que
coincidentemente são alimentadas pelo próprio governo, e pior, com o nosso
dinheiro. Fora deste circulo de pessoas, só existem golpistas e coxinhas. Não
interessa a eles esclarecer que são estes mesmos, pejorativamente
classificados, que produzem a riqueza da nação que serve para abastecer
movimentos sociais que em agradecimento cospem no prato que comem. Estes
sanguessugas foram fartamente abastecidos pelo governo, pois o mundo durante
os governos Lula e primeiro da Dilma, vivia em prospero desenvolvimento. Os
países mais sérios fizeram economia e investiram em infra estrutura e educação,
o nosso país não. Investimos em Copa do Mundo, Bolsa Família, Minha Casa
Minha Vida, Minha Casa Melhor, PACs e nos famigerados Movimentos.
Investimento que é bom, só foi feito em países amigos para fortalecer a
unidade da “Pátria Grande”. A fonte secou. Agora veremos que tempo ainda os
grupos custeados a fartas verbas, se sustentaram com pão com mortadela. Que
os governantes tenham presentes que o povo de uma nação não pode ser
confundido com maça de manobra.
A inflação em um país, por si só
já é um mal para a população. Dependendo da causa desta, pode-se medir o mal
que ela causa e o período pelo qual ela durará. A causa menos danosa de
inflação é a causada por fatores sazonais, seu período de duração é curto e
os males causados são logo sanados. O excesso de demanda é outra cauda de
inflação que também, com o tempo se sana e as coisas voltam ao normal quando
da saturação no mercado dos bens demandados. O pior dos cenários de uma
inflação é quando não é nem por uma, nem por outra das causas supracitadas e
sim causadas pelo governo por não controlar gastos administrados por ele, e
por aumento de impostos. Este é o caso do Brasil atualmente. Pior. O país
encontra-se em plena recessão encaminhando-se para um quadro de depressão.
Afonso Pires Faria, 10 de dezembro de
2015.
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Assuntos diversos, prioritariamente de política e comentários sobre a conjuntura nacional.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
ECONOMIA A PIQUE
INIMIGO NA TRINCHEIRA
A força que os opositores do Eduardo Cunha fazem para livrá-lo da cassação é tão, ou maior que os seus defensores fazem. Parece de propósito. Fazem tudo errado afim de evitar que se chegue a votação. Ao contrário do título, não são inimigos na trincheira e sim amigos no lado oposto.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
A COISA CERTA DO JEITO ERRADO
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Temos no
nosso país atualmente 20% de jovens desempregados. Isto, mesmo depois de o
governo, para maquiar os índices, alterou a formula de cálculo para puxar
estes indicadores para baixo. Não adiantou, o índice ultrapassou o
ponderável. Estes mesmos jovens, e que são filiados ao partido do atual governo,
tem como heróis, bandidos que estão encarcerados cumprindo pena pelos crimes
cometidos em nome do partido. Desempregados e com esta índole, que profissão
nos leva a crer que estes jovens seguirão?
No calor da emoção, os crimes
cometidos em São Bernardino, foram atribuídos a criminosos comuns que
adquiriram armas legalmente, portanto foi apontado como solução o
desarmamento. Passado o auge da notícia, ficou-se sabendo que foi um atentado
terrorista e que se tivesse um só cidadão de bem no local, armado, o número
de mortos seria minimizado. Mas agora os ânimos já arrefeceram e ficou
gravado na memória do povo, tão somente, que foi arma que matou. Também é
omitido, para o gáudio dos desarmamentistas, que estes crimes são todos
cometidos em locais onde só tem gente desarmada.
O processo de impeachment é um ato
político e não jurídico. Não fosse assim, seria o judiciário, não o
legislativo que tomaria a iniciativa de ação para executá-lo.
Estão totalmente desvirtuadas as
ações dos grupos que fazem reivindicações no nosso país. As centrais
sindicais lutam para manter no poder o governo que mais os maltratou nas
últimas décadas. O movimento dos sem terra lutam contra os transgênicos e não
por terra. Os estudantes, paulistas na atualidade, estão a lutar por mais
participação popular e não por mais verba para educação. Fosse isto, não
estariam protestando contra o governo do estado que quer modernizar a
educação, e sim contra o governo federal que está cortando recurdos do
Ministério que os abastece. Os movimentos sociais e organizados estão a soldo
daqueles que tudo querem do nosso país, menos o progresso.
A facilidade que tem os políticos
de enganar o povo é descomunal. Esta facilidade torna-se mais explícita e tem
a sua operacionalização mais facilitada na razão direta da ignorância do povo
a ser ludibriado. A arte de acusar ser o adversário, aquilo que se é, é tão
primária que chega a causar espanto nos letrados, de como a coisa ainda surte
efeito.
Saibam
os entusiastas do PMDB que tramita, paralelo ao pedido de impeachment da
presidente Dilma, um processo junto ao TSE que também pede o seu afastamento
por crimes cometidos na campanha eleitoral. No caso de êxito, cai a
presidente e o vice. E quem será o presidente da Câmara que assumirá a
presidência, é uma incógnita.
O deputado Eduardo Cunha está sendo acusado
pelo conselho de ética de quebra de decoro parlamentar, por ter mentido em declaração
feita à uma CPI. Sua defesa alega que ele não mentiu, pois a declaração que
ele fez de que todas as suas contas, que deveriam constar na sua declaração
de renda para fins de candidatura, estavam feitas. Não lhe foi indagado se
alem das obrigatórias ele seria beneficiário de alguma outra. De fato ele era
beneficiário de uma conta na qual não havia necessidade de ser declarada, e
não declarou. Portanto, que arrumem outra falcatrua do deputado Cunha, que
devem ser fartas, para lhe processar. Esta não procede. Não quero dizer com
isto que ele vá escapar e nem que ele é um sujeito de conduta ilibada,
somente estou a afirmar que escolheram o argumento errado para fazer a
acusação. O fanatismo dicotômico em que estamos mergulhados faz com que os
agentes que atuam na nossa política sejam afetados de uma miopia extrema que
não os deixa, muitas vezes, ver o óbvio. Agem por puro espírito de vendeta sem
medir a coerência de seus atos. O argumento usado para afastar o presidente
da Câmara assemelha-se a um pedido de prisão para a Dilma por furto de carga
de caminhão. Não duvidem que um idiota da oposição não vá fazer uma
proposição semelhante a esta, é um jurista, também fanático, lhe dizer que é viável
e lá vai o sujeito se desgastar desnecessariamente. Summum jus, summa
injuria.
Afonso Pires Faria, 09 de dezembro
de 2015.
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terça-feira, 8 de dezembro de 2015
domingo, 6 de dezembro de 2015
TRAPALHADAS E MENTIRAS
Mais uma vez o
presidente Obama se antecipa aos fatos e sai dizendo asneiras para o mundo.
Quando da morte de um cidadão negro por um policial, ele foi célere em sair em
defesa do morto dizendo que poderia até ter sido um filho seu. Depois foi
descoberto que o policial agiu em legítima defesa e que o morto tratava-se de
um malfeitor. Agora novamente já saiu defendendo a redução do porte e
facilidade em se adquirir armas quando do assassinato de 14 pessoas por um
casal de atiradores. Confirmado que não foi um ato criminoso, pura e
simplesmente e sim um ato terrorista, fica a pergunta ao presidente falastrão.
Terrorista compra arma legal?
Não estou recordado de ver a CUT, MST,
CNBB, et caterva, nas ruas criticando o presidente da Câmara de Deputados e não
o Irmão de Fernando Collor, quando do seu pedido de impeachment, no entanto
agora, qualquer um que se atreva a falar em afastamento é tido como golpista.
Sic transiti glória mundi.
Tanto mentiram, tergiversaram e
sofismaram que se perderam ora na mentira, ora na tergiversação ou nos
sofismas. Tergiversaram quando o mais eficiente era mentir, mentiam quando
deveriam estar sofismando, e o povo meio que empiricamente percebeu que estava
sendo enganado. Não é possível que um só cidadão tenha capacidade de enganar,
não só os outros, como também os seus pares e fique impune por tanto tempo.
Dos três poderes do país temos dois
completamente paralisados e o outro agindo de forma quase que inócua no que se
refere a produção. O poder mais importante, o Executivo está sem ação tamanha a
oposição que lhe faz o outro poder, que deveria estar a produzir algo. O único que está agindo é aquele que regula a atuação
dos outros dois. Esta situação é extremamente preocupante pois o país está indo
ladeira abaixo sem que os responsáveis por salvá-lo, que são o executivo e o
legislativo, estão mais preocupados ora em acusar um ao outro, ora em se
defender das ações do judiciário.
Afonso
Pires Faria, 06 de dezembro de 2015.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
CUNHA x DILMA
Como são belos os lugares que podemos apenas visitar e não
precisamos morar definitivamente neles. Como são interessantes as pessoas que
não as conhecemos muito bem e não precisamos morar com elas. E como são bem
intencionados os políticos que estão na oposição.
Não é
o poder judiciário que tem que ouvir o povo. Esta atribuição é do poder
legislativo que foi eleito por ele. As intervenções do poder judiciário no legislativo,
alegando o clamor popular não se sustentam. Cada um que cumpra as suas
atribuições e atendam os seus eleitores. Que um atenha-se a letra fria de lei e
outro a voz rouca das ruas.
Se a
bola de cristal do PMDB estiver certa, a Dilma cai. Não foi a toa que ele votou
a favor do reajuste da meta fiscal para o governo. Afinal, ele tem em conta que
o governo será seu.
Não
morro de amores pelo presidente da câmara Eduardo Cunha, mas penso que ele além
de barganhar não deixou de também proteger a presidente uma vez que segurou
inúmeros pedidos de impeachment e somente aceitou aquele que não havia mais
nenhum argumento para descartá-los. Imaginem uma situação contrária em que o
governo fosse do PSDB e aquele que deveria aceitar inúmeros pedidos de
impedimento, simplesmente o ignorassem. A CUT, MST, Sindicatos e outros
Movimentos Sociais, já estariam na rua classificando a medida como autoritária.
Invoco, mais uma vez, o símbolo da briga de bugios para exemplificar a disputa
entre o Presidente da Câmara e da República.
Dilma
para se defender ataca. Diz que não tem conta na Suíça por isto não deve ser derrubada.
A arte da tergiversação é peculiar desta gente.
Sou
contra todo e qualquer tipo de insubordinação, anarquia ou indisciplina, mas o que o governador de São Paulo fez no
sistema educacional, beira a estupidez. Em pleno século XXI o governador, sem
demonstrar nenhuma intenção de consulta aos atingidos, toma uma medida drástica
no sistema educacional. Com um sindicato amplamente aparelhado e elementos
contra o governo infiltrados entre os estudantes e professores, não poderia se
esperar nada diferente do que está acontecendo em São Paulo. Pura falta de
visão do governador.
Quando
a presidente Dilma alega em sua defesa que Eduardo Cunha não tem legitimidade
para pedir seu afastamento e que ela não é ladra, tem como fim exclusivo o de
tergiversar. O fato de Cunha ter ou não legitimidade é inócuo, uma vez que não
foi ele que fez o pedido, ele simplesmente aceitou, e aceitou somente um dos
vários que lhe foram entregues. Parece até ter havido por parte do Presidente
da Câmara uma tremenda ma vontade, só aceitou aquele no qual ele não teria
nenhum argumento para rejeitá-lo, os demais foram todos descartados e quanto a
isto eu não vi nenhuma manifestação contrária. Quanto ao fato de não ser ladra,
como afirma a presidente, excluindo os seus atos pretéritos, também não servem
como salvo conduto da abertura do pedido, pois não é deste crime que está sendo
acusada e sim o de irresponsabilidade fiscal e administrativa. O gado ignorante
aceita como válidos estes sofismas e sai as ruas dando bom dia a cavalos,
assinando um atestado de ignorância e de fanatismo.
Afonso Pires
Faria, 04 de dezembro de 2015.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
CINCO DEDOS DE PROSA
Sergio Porto, que se denominava Estanislaw Ponte Preta, tem várias publicações com o título de “FEBEAPA”, Festival de Besteiras
que Assola o País. Pois estou esperando, referente a abertura de processo
contra a presidente Dilma uma série de Febeapás. A situação dizendo se tratar
de um golpe, tergiversando dizendo que a presidente não roubou, quando não é
esta a acusação que pesa sobre si, questionando a legitimidade de quem
encaminhou o processo, enquanto que antes disso o tratava com luvas de pelica,
alegando que o país, por este fato ficará paralisado, como se antes não tivesse
e vai esquecer-se a presidente que a culpa desta abertura de processo é
exclusivamente dela e não da oposição. Esta por sua vez, tentará desqualificar
todo e qualquer parlamentar que, não vendo motivos para o avanço do processo, manifestar-se
contra o impeachment. Alegará que ele é contra o povo e que o povo pede o
afastamento da presidente enquanto que este não é o motivo para o pedido e
pode-se ou não ser levado em conta, de acordo com a vontade do parlamentar que
vai votar. Aguardem, para a abertura do “FEBEAPÁ”, versão 2015/16 e preparem o
estômago, pois as asneiras, muitas delas serão de causar náuseas ora a
situacionistas, ora a oposicionistas.
Simplesmente sofismam os
ambientalistas. Eles dizem que tem que terminar com a poluição e com o
desmatamento. Isto está certo, mas o que eles não dizem é que isto nada tem a
ver com aquecimento global, que é um fenômeno cíclico da natureza. Outro engodo
é o aumento de Co2 na atmosfera, como causador do aumento da temperatura. Este
só faz aumentar a produção de alimentos com o seu incremento, e não a
temperatura do planeta.
Será feito um imenso
contingenciamento de recursos na ordem de mais de 10 bilhões de Reais no
orçamento da união para se atingir a meta fiscal. Mas já se ouve notícias de
que não haverá prejuízo para a saúde, devido ao zica vírus. A educação é outra
área que o governo não ousará prejudicar, pois o Brasil neste segundo mandato
da Dilma é o da pátria educadora. Esportes então nem se fala, pois teremos pela
frente as olimpíadas. Dizer que vai cortar, mas dizer só aonde não vai fazer o
serviço é fácil, quero ver bater no peito e dizer: o ministério tal vai ser
prejudicado.
Não é uma boa política de
governo, tirar o individuo da pobreza e mantê-lo dependente do Estado.
O mais feio do ato do PT em
abandonar o senador Delcídio, não foi o ato em si de abandono e sim a
justificativa dada de que ele usou o crime para si, não para o partido. Fosse
para o partido seria mais um herói.
Afonso
Pires Faria, 03 de dezembro de 2015.
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