Assuntos diversos, prioritariamente de política e comentários sobre a conjuntura nacional.
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
VAMOS CRIAR OUTRA.
VAMOS
CRIAR OUTRA.
A pouca vontade que tem os governos em desarticular
roubos em empresas públicas é alarmante. Uma empresa privada também é estatal
atualmente, tendo em vista o avultado valor que recolhe em impostos para o
governo. O lucro obtido por uma empresa estatal é várias vezes menor do que o
que ela pagaria de impostos, caso fosse privatizada. O problema é que, na mão
de particulares o governo não tem ingerência sobre o seu funcionalismo e ali
não se encontra um “cabide de empregos”.
Um exemplo disto é a Vale do Rio Doce. Após a sua
privatização, foram investidos na empresa, em 6 anos 44 bilhões de dólares.
Durante toda a sua existência de mais de 50 anos como estatal o somatório dos
investimentos não chegaram aos 10 bilhões de dólares. Produzia 35 milhões de
toneladas e em 6 anos passou a 300. Empregava 11 mil trabalhadores e passou a
mais de 55 mil. Em 1997 exportava 3 bilhões de dólares e em 2006 10 bilhões, o
que representou mais de um quarto do superávit comercial brasileiro neste ano.
Finalmente o atual candidato de oposição deixou o
“politicamente correto” de lado e assumiu as privatizações. É necessário termos
um Estado forte e que se imponha diante das dificuldades. O Estado tem de ter o
controle das atividades dentro do país, mas isto não significa que tenha que
deter a propriedade de tudo o que produz.
O governo é um péssimo administrador, por isto
deveria deter-se em cuidar somente o que for estritamente da sua competência.
Criar empregos, não é uma atividade fim do Estado. O que ele deve fazer é
viabilizar a criação destes facilitando, não dificultando a ação de empresas
privadas.
O atual governo estadual, na incapacidade de lidar
com as empresas que receberam concessão de rodovias, pegou para si a
responsabilidade, e na incapacidade de acabar com a corrupção na estatal que
deveria atuar no ramo, criou outra empresa, somente para este fim. Mais um
cabide de emprego e mais uma empresa ineficiente a fazer o que não lhe é de sua
atribuição fim. Se não se pode combater a corrupção na empresa, cria-se outra.
Mas em breve esta também estará com os mesmos problemas. É da índole do ente
estatal apropriar-se do que não é seu.
Afonso Pires Faria. 19.10.2014.
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
A REAL FINALIDADE DO HORÁRIO ELEITORAL.
Pensem
um pouco e me respondam, se tudo o que é falado no horário eleitoral, dito
gratuito, não poderia ser proferido em apenas uma semana de inserção televisiva
e radiofônica.
Os
candidatos ficam a maior parte do tempo agredindo uns aos outros, ou ao partido
que lhe opõe, e pouco dizem de concreto para diferenciar a sua proposta da do
adversário. Sim, eles pouco dizem porque se falarem algo de diferente, e que
venha a onerar o bolso do cidadão ou diminuir direitos, não será eleito.
O
tempo todo de propaganda eleitoral é gasto com marketing político e formas
fantasmagóricas de dizer, de forma correta, o que o eleitor quer ouvir. Passada
as eleições nada do que foi prometido vai ser cumprido, pois as promessas são
genéricas. Ouçam e analisem o que difere o discurso de um candidato do outro. É
justificada esta atitude pois, se aprofundar a proposta 99,6% da população não
entenderá nada do que foi dito, são analfabetos funcionais.
Da
mesma forma acho um desperdício de dinheiro o TSE fazer propaganda incitando o
povo a votar. Ora, o voto não é obrigatório? Não existe uma forma de punição para
quem não vota? Então para quê fazer propaganda, se esta custa uma verdadeira
fortuna aos cofres públicos, e consequentemente ao cidadão, no qual eu me
incluo. Gostaria de receber este dinheiro que é gasto, e eu digo gasto, não
investido, porque não tem nenhum retorno, em benefícios outros, que não o
sacrifício de ter que ficar olhando um discurso vago na televisão ou no rádio.
Estes veículos de comunicação, são os que, de fato, se beneficiam com o
famigerado horário eleitoral. O faturamento é certo e não há necessidade de se
correr atrás de quem os contrate. O faturamento é líquido, certo e não oneroso.
Afonso
Pires Faria – 18.10.2014.
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
PARA REFLEXÃO.
Quando
eu discuto com alguém que tem a opinião divergente da minha, não quer dizer que
na totalidade das vezes eu tenha a intenção de dissuadi-la de suas ideias para
aderir as minhas. Muitas vezes uma boa argumentação, faz com que eu altere o
meu ponto de vista, à nível de quase concordar com o meu oponente. Isto se
chama APRENDIZAGEM. Afonso Pires Faria. 16.10.2014.
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
PUNINDO O SUCESSO.
Ganha o candidato que
prometer maior facilidade com menor esforço. Aquele candidato que prometer uma
recompensa proporcional ao esforço empreendido não logrará êxito. Quem quiser
obter sucesso na vida pública tem que prometer exatamente o contrário da nossa
realidade. Sem nenhum esforço tu obterás êxito. Mas tem um limite, tu não podes
crescer acima da mediocridade. Acima disto, tu serás taxado com impostos
avultantes para que possas pagar aqueles que nada fizeram para se manterem na
baixa sociedade.
Não ouse cidadão brasileiro
atingir um patamar acima do medíocre, pois serás punido com impostos grandiosos
para que possas sustentar aqueles que nada fazem a não ser esperar o bônus do
ônus dos outros.
Afonso Pires Faria – 13.10.2014.
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Para pensar
Se no intervalo de tempo em
que tu acordaste pela manhã e foi te deitar a noite, não cometestes nenhum
pecado, venial que seja; decididamente o teu dia não valeu a pena. – Afonso Pires
Faria. 10.2014.
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