sábado, 23 de abril de 2016

PARA NÃO SE DIZER BOBAGENS.

O PT tomou o Brasil de assalto sob o olhar complacente do PSDB. Diria mais, não foi complacência e sim conivência. O partido ora no governo usou e abusou, comeu e se lambuzou das riquezas do nosso pobre país. O intelectual deixou tudo organizado e disse ao menino levado: tá; vai lá e faz o serviço sujo conforme nós havíamos combinado lá naquele cantinho escuro, lembra? Com aquele nosso amigo incomum, barbudo, velho, decrepito, que governa aquela ilha no Caribe: entendeu? E assim foi feito. Se nos descuidarmos o primeiro inimigo vem de novo e volta o partido saqueador e o circulo vicioso, a roda do infortúnio constante permanece. É, o sofrimento aos poucos que podem durar séculos. Mas podemos abreviar o sofrimento. Em 2018 votem na Marina. O mal será feito de uma só vez.

Quando a sensatez da lugar ao fanatismo, acontece o que estamos presenciando no nosso país atualmente. Vejo pessoas cultas e inteligentes defendendo causas indefensáveis como chamar de golpe o pedido de impeachment da presidente. Do outro lado vejo opositores a ver fantasmas em cada lugar que apareça um ministro disciplinando os procedimentos do processo para que não haja nele, vícios. Ora se temos uma corte superior que legisla sobre a nossa lei maior que é a constituição federal, e ela diz que se pode dar sequencia ao pedido feito por entes no seu pleno direito de fazê-lo, é porque não existe nada de inconstitucional nisto. Se este mesmo STF organiza todo o processo para que não tenha vícios, é porque está sendo cioso para que não se cometa nenhuma injustiça no decorrer do pleito. Portanto é bom saber que não existe golpe, assim como também não existem membros do STF, defendendo a Dilma e sim uma instituição muito maior que ela que se chama Presidência da República, que em um país presidencialista é um ente muito valoroso.


O maior ladrão de automóveis da minha cidade está querendo absolvição das acusações que lhe são imputadas. Alega ele, que ao desmanchar os carros roubados, os rádios são doados aos pobres, o que o tornaria um benfeitor dos pobres e oprimidos e não um fora da lei. Ele chama a doação de bolsa rádio.


“Cuidado com seus pedidos. Eles um dia podem ser atendidos”. O PT tem muita sede de punir o deputado Eduardo Cunha por ter recebido dinheiro ilícito de propinas da Petrobras, mas não se da conta que este dinheiro com a mesmo origem abasteceu a campanha da presidente Dilma em 2014. Se pegarem um, pegam o outro, pois “pecúnia non olet”. 

quinta-feira, 21 de abril de 2016

TEXTO QUE EU GOSTARIA DE TER ESCRITO. E escrevi.

As atitudes foram se tornando tão diametralmente oposta aos discursos que até o mais iletrado, ignorante e com alguma deficiência mental, foi se dando conta disso. O pior é que alem de controverso o discurso não mudava. O partido ora no poder usou e abusou do discurso fácil da luta de classes. Fazia isto e acusava o seu adversário de fazê-lo, bem ao estilo leninista. Deu certo por algum tempo até que os “inocentes úteis” também se acharam no direito de participar, não só dos trabalhos, como também do fruto dele. Viram que seus lideres estavam se locupletando em demasia e a sua situação, em vez de melhorar, piorava. A contumácia no crime faz com que o criminoso comece a negligenciar na sua prática, deixando assim pistas cada vez mais evidentes das ilicitudes. A quantidade, cada vez maior, também dificulta a sua ocultação e as evidências ficam tão explícitas que até o povo mais desinteressado pela política e pelos governos, se da conta disso. O povo agora está nas ruas a pedir ou que se cumpra o prometido ou que se mude o discurso. O primeiro já não é possível o segundo impossível é.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

CUNHA E DILMA


OBS: Quando eu disse CPI, eu quis dizer impeachment. Os cuidados que se deve ter no julgamento da Dilma são diferentes dos dado ao Cunha. E tem uma razão para isto. A primeira é presidente da república, uma instituição que não pode ser maculada.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

VITÓRIA - De pirro?

               Estou escrevendo este texto às 14 horas do dia 17 de abril, portanto bem antes de iniciada a votação pela câmara dos deputados da autorização de abertura do pedido de impeachment da presidente Dilma. Gostaria que soubessem, tanto os situacionistas como oposicionistas, que ambos os lados utilizaram-se das armas disponíveis para vencer o pleito, sempre um acusando o outro de seu uso irregular. Tirante a isto o pedido de impeachment em si, que nada tem de golpe, assim como também não é golpe e somente imoralidade, a nomeação de cargos para conseguir votos para si por parte do governo, ambos os lados devem se conformar com o resultado. Vitória total somente o governo pode conseguir se a oposição não somar os votos necessários para a abertura do processo. Uma vitória da oposição será somente parcial, pois terá ainda que obter autorização do senado e uma posterior votação com 2/3 do senado para vitória final. O que eu quero de antemão, é manifestar o meu repúdio a qualquer ato de violência por qualquer um dos lados perante uma derrota. Que o lado derrotado busque os meios legais para reverter a decisão pois vivemos em um pais que tem uma constituição a ser obedecida. Somente. Confesso-me meio maquiavélico neste evento. Não vou comemorar qualquer que seja o resultado. Penso que a oposição perderá se tiver que assumir um país aos frangalhos como se encontra o Brasil e terá um desgaste muito grande para recuperá-lo, e se o governo sair vitorioso terá que administrar um governo com ministros e cargos que nada tem a ver com seu governo e sim com elementos que se venderam por um cargo, alem de uma minoria no congresso, que será muito difícil de reconquistar. Espero com este meu raciocínio, não ter sido picado pela mesma mosca que picou o PSDB quando Lula enfrentou as agruras do mensalão. Qual a leitura que o governo fará em caso de vitória será decisiva para o futuro do nosso país. Se reconhecer na vitória, que de fato, necessita tomar mais cuidados, muito que bem, mas se entender que saiu vitorioso e que “aos derrotados as batatas” o caos é certo  e para um futuro breve. 

sábado, 16 de abril de 2016

NOS ESTERTORES DO PODER

Vocês que estão preocupados com os roubos e desvios de dinheiro praticados pelo partido que ora ocupa o governo é porque não sabem o motivo pelo qual estes delitos são cometidos. Soubessem, não estariam preocupados e sim apavorados.

Temos que tirar o PT do governo e sepultar de vez a tentativa de se implantar no nosso país um projeto de socialismo bolivariano. Mas não pensem que isto tudo é de graça. Tudo tem um custo. Os partidos que estão dando apoio ao impeachment cobrarão seu preço e cabe ao Temer não errar a mão. É a “bala de prata”. Se perdermos esta oportunidade será o caos.

Tirar a Dilma da presidência não representa absolutamente nada para aqueles que querem de fato, a liberdade. Se deixarmos o PSDB com as mínimas chances de se eleger para a presidência em um curto período de tempo, em breve teremos novamente o seu companheiro PT no poder novamente.

Quem está indignado com a desfaçatez do MST em trancar estradas ilegalmente, não imagina o que eles são capazes de fazer quando tiverem na oposição ao governo federal.


Comenta-se a “boca pequena” que a ainda presidente Dilma estaria disposta a fazer um governo de coalizão caso escape do impeachment. Seria um ato de desprendimento, grandeza e humildade e certamente não perderia o mandado, tivesse o feito a tempo. Agora é tarde para qualquer promessa vã, pois os agraciados sabem que não receberão o prêmio prometido dado ao avançado do processo. Fosse um embate de luta livre, a sua tática poderia estar correta, mas como foi em um cenário político, foi um desastre optar pelo confronto.