sábado, 28 de fevereiro de 2015

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES.

As piadas feitas com referência a culpa do FHC ao que vem acontecendo na Petrobras podem não ser corretas, mas são merecidas. O antigo presidente não é, de fato, o culpado pelos roubos que estão ocorrendo na nossa petrolífera, mas tenham a certeza de que da pecha de cúmplice ele não escapa.
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As possibilidades de tu seres vítima da insegurança no nosso país variam de acordo com algumas variáveis. Se tu tiveres em uma boca de fumo serás mais vulnerável do que na frente de uma igreja. Se tiveres nesta, a probabilidade de ser alvo de um bandido é maior do que de um policial, se naquela, o inverso.
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Uma das técnicas para imbecilizar o povo está aquela que provoca uma confusão mental tamanha na sua cabeça que de tanto ouvir absurdos ele acha que isto já é normal. O truque de bater a carteira e gritar “pega ladrão” é utilizada pelo atual governo só que com números astronômicos. Não é uma carteira, é uma empresa petrolífera e não é um ladrão qualquer é um ex-presidente da República. Isto aconteceu quando o Lula convocou “o gado” para um ato em defesa da Petrobras. Mas convenhamos que isto, provocou uma confusão mental enorme em quem ainda detêm um pouco de raciocínio lógico neste país.
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Temo que as manifestações que estão ocorrendo no nosso país estão prestando um desserviço ao povo e ajudando o partido que está no poder a continuar governando e adotando seus métodos de governar. O objetivo de um governo com viés totalitário é ter cada vez mais poder em suas mãos, que o povo lhe delegue cada vez mais atribuições. Ao solicitar ao governo que intervenha no setor privado tabelando o preço dos fretes, por exemplo, está dando, a meu ver, um tiro no pé.
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Às vésperas de entregar a lista com os políticos envolvidos na operação Lava Jato o Procurador Geral da República Rodrigo Janot é chamado pelo Ministro da Justiça José Eduardo Cardoso para avisá-lo de que ele corria perigo, pois sua residência havia sido arrombada em final de janeiro, e foi furtado um controle remoto da garagem do prédio. Tem sentido? Ou tu és Ministro, ou delegado de quinta categoria? É outra coisa pior, acreditem.

Afonso Pires Faria. Fev. 2015


         A televisão é a maior maravilha da ciência a serviço da imbecilidade humana. Apparicio Torelly

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

FICA A DICA

Pois meus amigos e minhas amigas, após a agradável leitura de dois livros que recebi de presente dos meus amigos Romani e Aramando:


Vou me permitir aconselhar a leitura desta obra prima. São 1.222 páginas em 3 volumes. Já li o primeiro e estou fazendo a leitura do segundo volume. Está as ordens para empréstimo à quem, de fato admire este tipo de leitura.

Dois exemplos de textos que serão encontrados nesta obra de Ayn Rand:

sábado, 21 de fevereiro de 2015

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES.

A presidente Dilma voltou de férias, mais bem informada. Estudou, estudou bastante, e descobriu que a culpa da corrupção na Petrobras é do governo FHC. Eu achei que ela faria que nem o Lula e botaria a culpa no governo anterior ou no regime militar, mas não, ela se superou. É da na natureza dos sem caráter não assumir a culpa de nada.

A tentativa do governo de “livrar a cara” das empresas envolvidas no escândalo da Petrobras tem duas chances, ou da certo ou da certo. Se conseguir o objetivo, se salvam os figurões do PT inclusive o ex-presidente e a atual. Se der errado e as empresas ficarem impedidas de atuarem, praticamente para o Brasil, e isto vai servir de desculpas para não fazer os investimentos necessários. Não tinha dinheiro mesmo!

Quem acha que o escândalo da Petrobras vai causar algum estrago no governo está redondamente enganado. Este é maior que o anterior, mas eles já acharam em quem botar a culpa. Foi o FHC a gênese de tudo. Ponto final. Agora quando surgir o próximo ninguém mais vai querer saber de investigar esta ninharia. O do BNDS, quando começar a ser investigado, vai corar o juiz Sergio Moro de vergonha de ter se ocupado com tanta picuinha.

A privação de liberdade é a forma mais usual de o Estado punir aqueles que infringem as leis. Estas são tantas que é praticamente impossível o cidadão passar um dia sequer sem cometer nenhum ato fora das nossas normas. Como não podemos aprisionar todos os delinquentes, pois falta de vagas nos presídios, opta-se por deixa-los soltos para cometerem mais delitos. O “povaréu” só se da por satisfeito se veem um infrator preso quando comete qualquer crime. Mas devemos ter presente que nem todos os que infringem as leis necessidade da privação de liberdade, que além de tudo é onerosa ao Estado e consequentemente ao povo. Se privássemos da liberdade apenas àqueles que, de fato, representassem um perigo se em liberdade, eles todos estariam presos. Os crimes contra o patrimônio cujo criminoso não representa perigo a sociedade, deve pagar pelo seu crime pecuniariamente e de forma exemplar, que o faça não reincidir no crime. A cadeia, em muitos casos, não só não pune devidamente o delinquente com eficiência, como pune a sociedade, que tem que arcar com as despesas de sua permanência na prisão.
Afonso Pires Faria – 02.2015.


Existe apenas uma diferença entre o organizador de uma festa “open bar” e o Estado: O primeiro nos convida; o segundo nos obriga. João Cesar de Melo

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Coisas do Afonso: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES.

Coisas do Afonso: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES.: Para viabilizar o empréstimo pelo BNDS ao Gabão, o Brasil viu-se obrigado a perdoar a sua dívida. Só em compras, o filho do ditador daquele...

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES.

Para viabilizar o empréstimo pelo BNDS ao Gabão, o Brasil viu-se obrigado a perdoar a sua dívida. Só em compras, o filho do ditador daquele país gastou o dobro do seu montante. E agora para demonstrar ainda mais a necessidade humanitária que o nosso governo fez, o endividado ultrapassou o seu antigo credor, na renda per capta. Somos o 61º e eles o 59º. Qualquer suspeita de que algum ex-presidente tenha se beneficiado com isto é pura maldade.

A empresa de Val Marchiori conseguiu junto ao Banco do Brasil um empréstimo de R$ 2,7 milhões com juros subsidiados na época em que o presidente do banco era o Bendine, nomeado para presidir a Petrobras. Sim e daí? Pelo que me consta ele era presidente do banco e não gerente da agência que concedeu o crédito com o aval de uma comissão. Estes sim tem que ser chamado às falas. Se eles invocarem as instâncias superiores, daí é outro caso.

É de Nietzsche a frase que diz que “O fantasista nega a verdade diante de si próprio, o mentiroso a nega somente diante dos outros”. Fico pensando onde enquadrar a Dilma, no primeiro, no segundo, ou em ambos?

A notícia é de que mil gremistas vão assistir lado a lado o clássico Gre-Nal no próximo dia primeiro no estádio Beira-Rio. É hora de acirrarmos os ânimos, de mostrar a rivalidade, de mostrar quem é melhor. Que o Grêmio, no próximo clássico, faça melhor e aumente a cota. E chegará o dia em que todos irão assistir o clássico, misturados rindo e tirando sarro um do outro, “numa boa”.

Já falei sobre o assunto, mas volto à carga. Se é que o eleitorado brasileiro é assim tão facilmente influenciável, não seria de bom alvitre que a propaganda política não se utilizasse de falsas imagens, para iludir o mínimo possível o eleitor? O mesmo governo que é tão cioso na hora de regulamentar propaganda de produtos que podem ferir, ou induzir o consumidor a um consumo impróprio, deixa de ser quando o assunto é mais grave ainda, no caso a política. Com a baixa cultura que tem o nosso povo, o ideal, para que o voto represente, de fato, a vontade do eleitor, deveríamos voltar a Lei Falcão. A informação pode até parecer incompleta, mas seria verdadeira. Só, e somente assim, o povo não seria iludido como é atualmente. Vota em um candidato num dia e no outro já está arrependido de tê-lo feito.
Afonso Pires Faria – 02.2015


Quando alguém tentar colocar um sentimento de culpa em você, por ser bem sucedido, lembre-se de que sua culpa é a licença do governo para tirar-lhe o que você trabalhou para conseguir, e dar a outra pessoa que, provavelmente, irá votar em algum político que brinca de Papai Noel com seu dinheiro.  Thomas Sowell