Tenho defendido os
ministros do STF. Penso que eles, depois de vestirem a toga, ficam isentos,
apenas reféns de sua obrigação e infimamente suscetíveis as suas preferências
ideológicas, mas nada que os faça tomar uma decisão ao arrepio das normas
constitucionais. No caso mais em voga, o da soltura de Paulo Bernardo, estão
surgindo evidências de que o ministro Toffoli, cometeu algumas irregularidades.
Não tenho conhecimento pleno do processo e penso que se deve esperar para que
as instâncias competentes esclareçam o fato e que o ministro também explique o
motivo de, momentos após a soltura de Bernardo, ter se encontrado com o petista
Arlindo Chinaglia. Comprovado o ilícito, mesmo assim, creio que não haja uma
contaminação total do STF. Medidas cabíveis devem ser tomadas, no caso da
comprovação do erro do ministro. Medidas que devem constrange-lo a ponto de
intimidar, a ele e a outros não repetir o fato. Não fica bem um ministro do STF
ficar se encontrando as escondidas com quem quer que seja, nem aqui, nem no
exterior. O que me preocupa, é que as
denúncias e queixas a membros do STF, vem se intensificando e as acusações
recaem em diferentes elementos da referida instituição. Comprovada esta
suspeita, a situação fica preocupante pois o órgão que tem como dever, zelar
pelas leis, ás está descumprindo. Agrava-se ainda mais, quando olhamos para os
lados e vemos o executivo e o legislativo já na mesma situação, se não pior.
Quem nos poderá salvar? A resposta, eu não quero dar por ser óbvia, e por eu
ser altamente suspeito.
Assuntos diversos, prioritariamente de política e comentários sobre a conjuntura nacional.
segunda-feira, 4 de julho de 2016
sábado, 2 de julho de 2016
sexta-feira, 1 de julho de 2016
CONSIDERAÇÕES FINAIS do semestre.
Se eu tivesse R$ 10.000,00 sobrando
compraria tudo de Libra esterlina. Em menos de 6 meses estará valendo quase o
dobro.
O que seria do
pobre Brasil se não existisse o Mercosul e países vizinhos como a Venezuela,
Bolívia, Equador e Colômbia, e satélites como Paraguai e Uruguai, para
explorá-lo econômica e politicamente?
A democracia direta, tão pregada
pelos esquerdistas, não dura até a página 2. Foi só perderem um referendo no
Reino Unido, que já querem fazer outro para referendá-lo. Globalização 1
globalismo 0.
Com a saída do Reino Unido da
União Europeia, o custo burocrático da paquidérmica instituição terá que ser
dividido por um menor número de participantes. Até quando a Alemanha aguentará?
Toda a vez que
tu tenta ser aceito em uma sociedade, de forma coercitiva, o resultado é a rejeição.
Assim vejo os movimentos que defendem minorias, e/ou maiorias como se minorias
fossem. O Reino Unido já deu a sua resposta a União Europeia que lhe estava
impondo imigrantes, que por sua vez queria impor no país de destino, a sua
cultura. Não é assim que funciona. Se queres ser aceito, molda-te aos costumes
de quem te acolhe.
Para os que tanto criticam o tal
“foro privilegiado” deveriam rever seus conceitos. Bolsonaro, sob os auspícios
do referido privilégio é réu de acusação por apologia ao estupro, por dizer que
não estupraria uma referida mulher. Ciro Gomes, sujeito a justiça comum, fala
em sequestrar um delinquente e entrega-lo a uma embaixada, se tiver sua prisão
decretada, e esta não condizer com os preceitos legais segundo a sua ótica.
Este não sofreu nenhuma admoestação sequer do poder judiciário.
Venho mais uma
vez em defesa dos juízes do STF. Toffoli, que já agiu contrariando os desejos
dos petistas, e agora que age de forma a beneficiar um, é criticado como se
agisse somente pensando em defender bandido. No caso de Paulo Bernardo, ele
simplesmente revogou a prisão preventiva, não o inocentou de nenhum crime.
Também ao encaminhar o processo dele para São Paulo e não para Curitiba, não
agiu pensando que o único juiz que prende é o Moro. O caso é encaminhado para o
Estado em que tem origem o crime. Parece que existem juízes e um deus. Parece
que todos os juízes são compráveis, subornáveis ou incompetentes. Somente o
Moro é justo. Estes fatos novos no Brasil está emburrecendo até intelectuais da
área jornalística e política.
Quanto mais aguda é a ponta de uma flecha mais profundamente
ela penetrará. Quanto menos o Estado se meter em assuntos que não lhe são
pertinentes, menos poder de penetração ele terá naqueles em que ele deve atuar.
E o povo burro pede para o governo se imiscuir até em fábrica de zíper,
alegando que é patrimônio do povo.
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