As atitudes foram se tornando tão diametralmente oposta aos
discursos que até o mais iletrado, ignorante e com alguma deficiência mental,
foi se dando conta disso. O pior é que alem de controverso o discurso não
mudava. O partido ora no poder usou e abusou do discurso fácil da luta de
classes. Fazia isto e acusava o seu adversário de fazê-lo, bem ao estilo
leninista. Deu certo por algum tempo até que os “inocentes úteis” também se
acharam no direito de participar, não só dos trabalhos, como também do fruto
dele. Viram que seus lideres estavam se locupletando em demasia e a sua
situação, em vez de melhorar, piorava. A contumácia no crime faz com que o
criminoso comece a negligenciar na sua prática, deixando assim pistas cada vez
mais evidentes das ilicitudes. A quantidade, cada vez maior, também dificulta a
sua ocultação e as evidências ficam tão explícitas que até o povo mais
desinteressado pela política e pelos governos, se da conta disso. O povo agora
está nas ruas a pedir ou que se cumpra o prometido ou que se mude o discurso. O
primeiro já não é possível o segundo impossível é.
Assuntos diversos, prioritariamente de política e comentários sobre a conjuntura nacional.
terça-feira, 3 de maio de 2016
sábado, 23 de abril de 2016
PARA NÃO SE DIZER BOBAGENS.
O PT tomou o Brasil de assalto sob o olhar
complacente do PSDB. Diria mais, não foi complacência e sim conivência. O
partido ora no governo usou e abusou, comeu e se lambuzou das riquezas do nosso
pobre país. O intelectual deixou tudo organizado e disse ao menino levado: tá;
vai lá e faz o serviço sujo conforme nós havíamos combinado lá naquele cantinho
escuro, lembra? Com aquele nosso amigo incomum, barbudo, velho, decrepito, que
governa aquela ilha no Caribe: entendeu? E assim foi feito. Se nos descuidarmos
o primeiro inimigo vem de novo e volta o partido saqueador e o circulo vicioso,
a roda do infortúnio constante permanece. É, o sofrimento aos poucos que podem
durar séculos. Mas podemos abreviar o sofrimento. Em 2018 votem na Marina. O
mal será feito de uma só vez.
Quando a sensatez da lugar ao fanatismo, acontece o que estamos
presenciando no nosso país atualmente. Vejo pessoas cultas e inteligentes
defendendo causas indefensáveis como chamar de golpe o pedido de impeachment da
presidente. Do outro lado vejo opositores a ver fantasmas em cada lugar que
apareça um ministro disciplinando os procedimentos do processo para que não
haja nele, vícios. Ora se temos uma corte superior que legisla sobre a nossa
lei maior que é a constituição federal, e ela diz que se pode dar sequencia ao
pedido feito por entes no seu pleno direito de fazê-lo, é porque não existe
nada de inconstitucional nisto. Se este mesmo STF organiza todo o processo para
que não tenha vícios, é porque está sendo cioso para que não se cometa nenhuma
injustiça no decorrer do pleito. Portanto é bom saber que não existe golpe,
assim como também não existem membros do STF, defendendo a Dilma e sim uma
instituição muito maior que ela que se chama Presidência da República, que em
um país presidencialista é um ente muito valoroso.
O maior ladrão de automóveis da minha cidade está querendo
absolvição das acusações que lhe são imputadas. Alega ele, que ao desmanchar os
carros roubados, os rádios são doados aos pobres, o que o tornaria um benfeitor
dos pobres e oprimidos e não um fora da lei. Ele chama a doação de bolsa rádio.
“Cuidado com seus pedidos. Eles um dia podem ser atendidos”. O
PT tem muita sede de punir o deputado Eduardo Cunha por ter recebido dinheiro
ilícito de propinas da Petrobras, mas não se da conta que este dinheiro com a
mesmo origem abasteceu a campanha da presidente Dilma em 2014. Se pegarem um,
pegam o outro, pois “pecúnia non olet”.
sexta-feira, 22 de abril de 2016
quinta-feira, 21 de abril de 2016
TEXTO QUE EU GOSTARIA DE TER ESCRITO. E escrevi.
As atitudes foram se tornando tão diametralmente oposta aos discursos que até o mais iletrado, ignorante e com alguma deficiência mental, foi se dando conta disso. O pior é que alem de controverso o discurso não mudava. O partido ora no poder usou e abusou do discurso fácil da luta de classes. Fazia isto e acusava o seu adversário de fazê-lo, bem ao estilo leninista. Deu certo por algum tempo até que os “inocentes úteis” também se acharam no direito de participar, não só dos trabalhos, como também do fruto dele. Viram que seus lideres estavam se locupletando em demasia e a sua situação, em vez de melhorar, piorava. A contumácia no crime faz com que o criminoso comece a negligenciar na sua prática, deixando assim pistas cada vez mais evidentes das ilicitudes. A quantidade, cada vez maior, também dificulta a sua ocultação e as evidências ficam tão explícitas que até o povo mais desinteressado pela política e pelos governos, se da conta disso. O povo agora está nas ruas a pedir ou que se cumpra o prometido ou que se mude o discurso. O primeiro já não é possível o segundo impossível é.
quarta-feira, 20 de abril de 2016
CUNHA E DILMA
OBS: Quando eu disse CPI, eu quis dizer impeachment. Os cuidados que se deve ter no julgamento da Dilma são diferentes dos dado ao Cunha. E tem uma razão para isto. A primeira é presidente da república, uma instituição que não pode ser maculada.
terça-feira, 19 de abril de 2016
segunda-feira, 18 de abril de 2016
VITÓRIA - De pirro?
Estou
escrevendo este texto às 14 horas do dia 17 de abril, portanto bem antes de
iniciada a votação pela câmara dos deputados da autorização de abertura do
pedido de impeachment da presidente Dilma. Gostaria que soubessem, tanto os
situacionistas como oposicionistas, que ambos os lados utilizaram-se das armas
disponíveis para vencer o pleito, sempre um acusando o outro de seu uso
irregular. Tirante a isto o pedido de impeachment em si, que nada tem de golpe,
assim como também não é golpe e somente imoralidade, a nomeação de cargos para
conseguir votos para si por parte do governo, ambos os lados devem se conformar
com o resultado. Vitória total somente o governo pode conseguir se a oposição
não somar os votos necessários para a abertura do processo. Uma vitória da
oposição será somente parcial, pois terá ainda que obter autorização do senado
e uma posterior votação com 2/3 do senado para vitória final. O que eu quero de
antemão, é manifestar o meu repúdio a qualquer ato de violência por qualquer um
dos lados perante uma derrota. Que o lado derrotado busque os meios legais para
reverter a decisão pois vivemos em um pais que tem uma constituição a ser
obedecida. Somente. Confesso-me meio maquiavélico neste evento. Não vou
comemorar qualquer que seja o resultado. Penso que a oposição perderá se tiver
que assumir um país aos frangalhos como se encontra o Brasil e terá um desgaste
muito grande para recuperá-lo, e se o governo sair vitorioso terá que
administrar um governo com ministros e cargos que nada tem a ver com seu
governo e sim com elementos que se venderam por um cargo, alem de uma minoria
no congresso, que será muito difícil de reconquistar. Espero com este meu
raciocínio, não ter sido picado pela mesma mosca que picou o PSDB quando Lula
enfrentou as agruras do mensalão. Qual a leitura que o governo fará em caso de
vitória será decisiva para o futuro do nosso país. Se reconhecer na vitória,
que de fato, necessita tomar mais cuidados, muito que bem, mas se entender que
saiu vitorioso e que “aos derrotados as batatas” o caos é certo e para um futuro breve.
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