Assuntos diversos, prioritariamente de política e comentários sobre a conjuntura nacional.
sábado, 1 de outubro de 2011
É viver ou viver
Estamos diante de um dilema. Ou vivemos bem, ou morremos cedo. A escolha é nossa. Senão vejamos:
Quem se aposenta com com, morre com. veja a tabela
aposenta com 50, morre com 86
com 53, morre com 85
com 56, morre com 83
com 58, morre com 80
com 60, morre com 77
com 63, morre com 69
com 65, morre com 66.
Esta é apenas uma média do que acontece no mundo.Não quer dizer que isto é uma regra, que tu te aposentando com 53 anos vá morrer com aproximadamente 85 anos e nem que, em se aposentando aos 65, vá ter seu óbito certo um ano depois da sua aposentadoria, mas esta é uma média.
Pensem nisto antes de dedicar 100% de sua vida, ao trabalho.
Afonso - 30.10.2011
Quem se aposenta com com, morre com. veja a tabela
aposenta com 50, morre com 86
com 53, morre com 85
com 56, morre com 83
com 58, morre com 80
com 60, morre com 77
com 63, morre com 69
com 65, morre com 66.
Esta é apenas uma média do que acontece no mundo.Não quer dizer que isto é uma regra, que tu te aposentando com 53 anos vá morrer com aproximadamente 85 anos e nem que, em se aposentando aos 65, vá ter seu óbito certo um ano depois da sua aposentadoria, mas esta é uma média.
Pensem nisto antes de dedicar 100% de sua vida, ao trabalho.
Afonso - 30.10.2011
sábado, 24 de setembro de 2011
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Do Amor e do Ódio.
Era visceral o ódio que um nutria pelo outro. Que não os deixassem a sós em um mesmo ambiente em que tivesse a mão de algum deles qualquer material bélico, arma branca ou objeto contundente que fosse. A morte do mais descuidado seria certa. Mas o tempo, este artífice dos comportamentos, fez com que as coisas, aos poucos, fossem mudando. Aproximados por um amigo comum e por circunstâncias convenientes aos dois, eles se aproximaram, trocaram alguns olhares e a feiúra de um já não pareceu tão feia e a arrogância do outro não se pareceu tão arrogante assim.
Quem os vê, hoje, lado a lado abraçados e trocando olhares libidinosos, não acredita que entre os dois já houve um ódio de proporções amazônicas. Hoje, palavras de um para o outro, somente de respeito e afeto. Não se separam mais.
Este poderia ser a história de Fernando e Marina ou de outro casal qualquer, mas também pode, pelas mudanças comportamentais, serem de José e Luiz, este Inácio o outro, Sarney.
Afonso Pires Faria.
Torres, 22.09.2011
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Onde há fumaça, há fogo!
Uma contribuição do meu colega de aula Marcelo Vanzin
A recente onda de marchas pela legalização e descriminalização da maconha esconde sobre uma intensa cortina de fumaça, a incompetência governamental, a fraqueza da democracia brasileira e também grupos multinacionais que visam multiplicar seus lucros sobre o alvo da juventude. As drogas assumem um importante papel na administração pública, quando o governo não possui capacidade de gerar empregos, qualificar a educação e garantir a melhoria de vida da população, “permite” que as ferramentas de alienação entre em cena. As drogas, e nesse caso a maconha, é depressora do sistema nervoso, o jovem que se utiliza deste entorpecente não vai protestar contra o governo pedindo melhorias em setores fundamentais, perderá seu potencial contestador natural do jovem em atividades não producentes, ou seja não irá perturbar o governo e governantes. Sendo assim para um governo incompetente e fraco, quanto mais alienados no álcool, na maconha, na televisão e futebol, melhor para ele se manter no poder. Nem Maquiavel previu tamanha perversidade.
A democracia atual é tão fraca que permite a qualquer minoria, por mais absurda que seja, reivindicar pelo direito de praticar crimes. A suposta liberdade, tão divinizada pelos filósofos, termina nisso, sim a democracia além de ser o governo dos desqualificados permite que qualquer idiota tenha vós e direitos, mesmo que esses prejudiquem toda a coletividade. Somente a democracia poderia gerar tamanha aberração. Depois de matarem Jesus o Cristo, os democratas permitem aos maconheiros que matem nossa juventude, ou seja, nosso futuro!
O mercado do tabaco vem perdendo espaço continuamente, e devido as quedas dos lucros, os grandes capitalistas visam ampliar suas rendas oferecendo novos produtos aos idiotas, digo, consumidores. As grandes multinacionais estão investindo pesado nos governantes e em suas campanhas, assim como organizando grupos pró maconhalização da sociedade.
A maior idiotice de uma sociedade democrática é se abrir para o debate, quem perde e sempre irá perder é o proletariado, o povo ordeiro, pois alem de não ganhar nada neste processo democrático de abertura para o crime, terá que suportar o fardo ainda maior do impacto que gerará mais essa legalização. Mas na cabeça do capitalista, do político e dos drogados em geral, o povo é que se dane!
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