quinta-feira, 13 de julho de 2017

FANATISMO DOENTIO.






- Até quando será que esta gente vai seguir enganando os pobres coitados ignorantes. Até quando usarão da boa-fé e do analfabetismo do povo brasileiro, que está sendo emburrecido pela fraca educação que lhe é ministrada pelos métodos do seu guru Paulo Freire? Seria pedir demais, solicitar ao povo que faça um esforço intelectual e note que, a olhos vistos, estão sendo enganados por um discurso fácil, que só idiota aceita como verdadeiro? Como se pode ter como defensores da democracia uma gente que, quando contrariada, age ao arrepio das normas constituídas usando, se necessário a força para impor a sua vontade? Desde quando este tipo de atitude se aproxima mais da democracia do que do fascismo? Como pode um cidadão imaginar que um direito que lhe é facultado tem menos valor do que o que lhe é imposto? A reforma trabalhista não retirou do trabalhador nenhum direito, ao contrário, flexibilizou as suas utilizações, e os sindicalistas querem inverter a ordem dos fatos, transformando direitos adicionais como se perda de direitos fossem. Agem de forma violente, impondo, a força, a sua vontade perante os trabalhadores, obrigando muitos deles a fazerem greve, para que seja mantido para eles um recurso que é subtraído do trabalhador que, inconscientemente, faz greve, pasmem, para que lhe seja descontado um valor do seu salário, não voluntária, mas obrigatoriamente. Opta por este e não por aquele como se fosse um direito seu.

- Se não se tomar providências para punir aquelas “coisas” que ocuparam a mesa do senado, comeram nela e impediram que se fizessem os trabalhos legislativos, os próximos passos, serão que estas mocreias tirarão a roupa e atearão fogo em toda a casa. A “teoria das janelas quebradas” nunca foi tão necessária de ser levada em consideração.

- Poucas atitudes demonstram tão claramente pendores fascistas do que o uso da emoção no lugar da razão e a ação em detrimento do deliberado. São exatamente estas atitudes que são tomadas pelos oposicionistas, que não perdem qualquer oportunidade de classificar como fascistas qualquer um que se oponha a suas ideias.

- O grau de fanatismo dos petistas é tamanho, que advogados ligados ao partido tem plena certeza de que a sentença do juiz de primeira instância é totalmente descabida, mesmo sem tê-la lido. Fanatismo seria um termo pouco apropriado para este tipo de atitude. Seria algo além disto. Algo como doença psiquiátrica grave e incurável.

- Qualquer ato de complacência para com as atitudes da turma das trevas, tomando de assalto a mesa diretora do senado, será uma senha de que daqui para frente o que vale são os atos de violências e indisciplinas, e não o bom comportamento dos seus membros. Será a vitória da barbárie diante da civilidade.

- Os petistas, tem um discurso moralista para aplicar para os outros e outro para si. Mas algumas vezes até quando aceitam a sua aplicabilidade para o todo, se veem obrigados a alterar o conceito tão logo se incluem nele. Veja o caso da promessa de que “qualquer membro do partido que for julgado culpado, será expulso do partido”. Tão logo Lula foi condenado, deveria, pela lógica, sofrer a referida punição. Mas não. A moralidade é somente para os outros. Os seus, são sempre inocentes e acusados injustamente, sem provas. E tem gente que vota em um partido destes.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

OH GENTE BURRA!!!


Depois do circo (desculpem-me os artistas circenses, pela comparação) armado pelas mocreias da bancada da chupeta, não dá para deixar de comentar, apenas uma pequena parte do que foi aprovado referente as leis trabalhistas. Deixando de lado grande parte, como o fim do imposto sindical "obrigatório", que é o calcanhar de Aquiles dos que não querem o progresso.

domingo, 9 de julho de 2017

PERIGOSOS.



- A sutil diferença que existe entre um militante, um partidário, um ativista e um cidadão altamente comprometido com uma causa, se pode notar no comportamento destes, na atuação nos grupos a que pertencem. Alguns defendem que o PT é o único partido político de fato, que existe no Brasil, os demais seriam apenas agremiações. Não deixam de ter alguma razão devido a diferença existente entre ele e os demais. No que discordo é no conceito de classifica-lo como partido. Eu iria além; chamaria sim de uma facção ou uma seita, pelo menos pelas atitudes de muitos de seus integrantes. O comportamento deles diz muito de seus fanatismos. O mesmo crime cometido por um partidário seu e um adversário são vistos com pareceres diametralmente opostos um do outro. Outra coisa que alguns de seus militantes diferem dos demais é a fidelidade do seu núcleo duro para com a causa ou o fim a ser atingido. Cito como exemplo o militante “ex-agente secreto cubano” Zé Dirceu. Ficou preso e ficaria eternamente no cárcere sem entregar nenhum dos companheiros. Pouco dinheiro auferiu para si de todo o montante que poderia ter se locupletado. Sua causa é outra. É ideológica. Vejam a diferença dos membros de outros partidos rentistas e apegados ao poder para si. Alguns entregam todos os seus “amigos”, mesmo na simples iminência de serem pegos. Brinquem com eles, brinquem.

- Ainda na esteira do assunto anterior, digo que o PT, que sabe mesmo é ser oposição, usou Dilma para fazer o serviço porco de afundar o país, entregar a um idiota útil e colocar nele a culpa por tudo. Só não contavam com a recuperação, mesmo que modesta, da economia, o que lhe tirou grande parte dos argumentos. Mas esta gente sempre tem uma carta na manga e a dialética é uma delas. Serão capazes de desqualificar até as conquistas deste governo, que eles quiseram e não puderam fazer.

- Não, Papa Francisco, não. O senhor atribui os problemas da humanidade aos pobres e aos excluídos, mas não. Não é isto e o Vossa Santidade sabe muito bem, mas lhe convêm fazer esta confusão na cabeça dos ignorantes e fazes isto muito bem. Existe no nosso mundo, não pobres e excluídos e sim povos que optaram pela pobreza e outros que se excluíram, por vontade própria, do mundo civilizado.

domingo, 2 de julho de 2017

FIOS DESENCAPADOS.

É lógico que é saudável em uma democracia, o contraponto, o debate e o controverso, para que se tenham alternativas de escolhas. Partidos mais conservadores ou mais progressistas, e mesmo dentro deles, alas que defendam um ou outro seguimento político. Em um regime democrático, em que a representatividade popular se dá por seus representantes, assim deve ser seguido, para que não se quebre o pacto firmado constitucionalmente. Que os partidos defendam suas ideologias é compreensível, mas quando a defesa dos ideais beira a irracionalidade, a coisa descamba para o confronto. E isto não é nada saudável e altamente prejudicial ao bom andamento do progresso de um país. Quando se apela para o irracional, para o ódio e para o confronto, como política, não se pode colher outra coisa que não o retrocesso. Está assim a coisa no nosso pobre Brasil. As correntes políticas não defendem mais as suas ideias e sim combatem toda e qualquer delas que venha do partido oponente. Quando seu partido está no poder, nenhuma reforma trabalhista, mesmo que tire direitos dos trabalhadores é vista como tal. Estas medidas são criticadas sempre pelo partido que se opõe ao que está atuando. Deixou de ser uma questão ideológica e passou a ser sectarismo. O Partido dos Trabalhadores, quando no poder, tomou várias medidas econômicas impopulares, e algumas elitistas e não houve, por parte de seus seguidores, nenhum ato de protesto. Houve sim, por parte da oposição, mesmo estes sendo defensores destas medidas.  A reforma trabalhista, tentada no governo anterior, não logrou êxito por oposição dos que hoje tentam aplicá-las. E a dificuldade de levá-la a cabo, é a mesma do governo anterior, ou seja, uma forte contrariedade dos partidos oposicionistas de agora. Não há como deixar de comparar o que acontece no nosso parlamento a um amontoado de fios de alta tensão, desencapados e muito próximos um do outro. Pior, em movimento. Para nos deixar mais apavorados ainda, devemos esclarecer que esta situação não se dá somente a nível político, social e economicamente as coisas são tão ou mais preocupantes e instáveis ainda.