domingo, 21 de julho de 2013

O POVO BEM REPRESENTADO.


Engana-se aquele que pensa que o povo está mal representado, tanto no legislativo como no executivo do nosso país. Os habitantes do nosso rico e imenso Brasil, são mal educados, ignorantes, e espertos, em sua grande maioria. E lá estão representados. O brasileiro nato, sempre que pode, frauda o fisco, passa sinal vermelho, pesca em locais proibidos, fura fila, e por aí vai. O nosso ensino, propositadamente, creio, é de uma qualidade cada vez mais inferior, e não é por falta de investimento em dinheiro que isto está acontecendo, o Brasil investe quantia suficiente em educação para que pudesse ter um ensino de boa qualidade. O problema é a má distribuição dos recursos. Existem muitos computadores comprados para escolas que não conseguem aproveita-los porque a energia elétrica não comporta a carga. O governo de estado andou adquirindo aparelho de tablets para ser utilizado nas escolas, sendo que a única utilização seria com os aplicativos internos do referido equipamento, pois não havia rede sem fio de transmissão. Os gastos foram feitos e entregues com pompas e circunstâncias, o “povaréu” viu, gostou e aplaudiu. Ele foi enganado e gosta disso.
A necessidade que este povo tem de ser enganada, beira as raias da comédia. O partido que está no poder atualmente, engana o povo de maneira tão clara e tão explicita, e o povo segue a votar neles, o que  nos leva a pensar que ele tem instintos masoquistas. Quem lembra do ex-presidente Lula com as mãos sujas de petróleo anunciando a auto suficiência petrolífera da nossa pátria? E a transposição do rio São Francisco? E a ferrovia norte-sul? A ponte do guaíba, os 800 aeroportos até o fim do mandato. Pois cada uma destas promessas, foi saudada como uma grande conquista do atual governo, e nada foi concluído. Algumas promessas, não foram cumpridas por incompetência, até merece perdão, mas a maioria foi com a pura intensão de enganar o povo.
O nosso petróleo do pré-sal, talvez reeleja a presidente Dilma e o seu sucessor, sempre com a promessa de que seus royalties serão, ora para a educação, ora para a saúde, ora para a saúde e educação, mas a verdade é que eles nem virão. E o povo segue esperando que o Brasil, tal qual prometeu o Lula, ingresse na OPEP. E a transposição do rio S. Francisco? Quando se aproximar as próximas eleições, lá estará a corja para inaugurar o reinicio das obras. A ponte do rio Guaíba, a presidente causou surpresa, quando anunciou que ela seria construída com verba federal, e a fundo perdido, e disse mais, é obrigação do governo faze-la. Pronto, foi eleita.
Este povo com toda esta tendência a ser enganado e iludido, que sempre que pode, se locupleta com o alheio, queria ser representado, por que tipo de parlamentar? Um lorde? Um politico que prometesse as coisas e cumprisse? Ora, qualquer político que anuncie antes o que vai fazer, de fato, não se elege, nem síndico do prédio, pois são amargos os remédios que temos que tomar.

Afonso Pires Faria – Caxias do Sul, 17.07.2013.

sábado, 13 de julho de 2013

FATOR PREVIDENCIÁRIO - E Outros Assuntos.


Força inútil.
Reivindicar 10 % para a educação, não basta. O problema é que o governo ao atender esta reivindicação, vai tirar de outro setor importante como saúde, segurança, ou agricultura. O fim do fator previdenciário, por exemplo, de nada adianta se os recursos forem realocados dentro do mesmo setor da previdência. O mais importante é o enxugamento dos gastos do governo e do próprio parlamento. Mas isto, não é reivindicado e nem sequer cogitado pelos poderes constituídos. As reivindicações vão sendo atendidas tirando o dinheiro de um lugar e se pondo em outro, sem a mínima alteração no que de fato é principal.
Fator previdenciário.
O fim do fator previdenciário significa que um trabalhador que contribuiu o mesmo tempo que outro, vai receber mais que o outro, pelo simples fato de ter iniciado a contribuição mais cedo. Isto é uma discriminação. O fator previdenciário é correção de injustiça e não uma injustiça em si. Mas vai convencer os demagogos disto.
Muito vermelho.
Estou vendo muito vermelho nas manifestações. Justamente a cor do atual governo. Enquanto não se esclarecer  porquê eram do gabinete da presidência da república os elementos que pagaram um caminhão para levar pneus a serem queimados para interditar rodovias em Brasília, eu não vou me convencer que estes manifestos, são benéficos somente ao governo. O bode está na sala, quem vai tira-lo de lá?
Tergiversando.
Os suplentes de senado, que eram uma excrescência, por serem meros patrocinadores de campanha eleitoral, agora não são mais dois, será apenas um e não pode ser parente. O mal maior, que era o patrocínio, foi encoberto, reduzindo-se o número de suplentes e impedindo-se o nepotismo. Não era este o problema, mas foi devidamente maquiado e segue tudo como antes no quartel de Abrantes. Vai seguir o patrocínio e o povo vai ficar com uma sensação de vitória.  

Não é o fator previdenciário.
O fim do fator previdenciário, se aprovado, somente causaria maior rombo a previdência. O que tem que ser feito é uma readequação no pagamento de quem é funcionário federal e privado. Isto, corajosamente a presidente já fez. Mas como é uma medida impopular, não pode ser propagandeado. Agiu corretamente a presidente. Fim do Fator previdenciário, NÃO, readequação da arrecadação SIM. Parabéns senhora presidente. Medida nada popular, mas de resultados muito benéficos para a nação. Ficará para a história, mas certamente perderá votos por isto. Mas é assim, o que é justo, não é popular.

A morte do Jango.
O ex-presidente João Goulart, foi o responsável por não ter havido no Brasil, um derramamento de sangue quando da tomada do poder pelos militares em 1964. Teve a sensatez de não dar ouvidos ao seus conselheiros e não reagiu. Partiu para o exílio. Mesmo no exílio, foi procurado para conspirar e recusou-se. Seria, portanto um elemento que não representava nenhum perigo aos militares. Agora a comissão da “verdade” tenta achar um assassinato, em uma morte natural. Será feito uma exumação no cadáver para investigar vestígios de envenenamento. Mas fiquem tranquilos, os atos serão supervisionados por representantes do Uruguai, Argentina, da própria comissão e de parentes do falecido. Vão achar veneno lá. O galinheiro está sendo cuidado pelo lobo, pelo graxaim e pelo açougueiro clandestino.


terça-feira, 9 de julho de 2013

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES

Ainda não?
Porque será que ainda não prenderam os boateiros que andaram espalhando boatos sobre o fim do bolsa família? Pelo que eu sei o responsável foi devidamente identificado e inclusive pediu desculpas pela falha. E a dona Maria Chorona, não vai divulgar o nome da criatura? Cadê toda aquela coragem hem?
  
Só devolver não adianta.
O presidente da Câmara dos Deputados, pego com a mão na cumbuca, prometeu reparar os danos causador ao erário, por ter utilizado de forma irregular um avião da FAB para transporte de parentes seus. Acaso um ladrão de galinha, se preso, devolvesse o galináceo, seria perdoado do crime?

Porque lá não?
Os manifestantes pacíficos e arruaceiros, durante os seus protestos, fizeram todo o tipo de reivindicação, e usaram de várias atitudes para se fazer notar, depredaram o patrimônio público, cercearam o direito de ir e vir da população em todos os locais, inclusive próximo a hospitais, prefeituras, escolas e outras entidades vitais para o bom funcionamento de uma cidade. Mas as “arenas”, estas não. Nenhum manifestante pode chegar perto.

Totalitarismo.

Um Estado totalitário, não se implanta da noite para o dia. É um processo longo e com muitas estratégias. A história demonstra exatamente isto. Para atingir o seu auge muitas manobras são efetuadas, e para isto são utilizados elementos formadores de opinião. A quase sua totalidade será depois descartada. Quem leu o decálogo de Lenin com atenção, pode perceber perfeitamente que estamos caminhando a passos largos para este tipo de regime. Os que estão fora do sistema, estão apavorados, os que estão dentro, não estão, mas deveriam estar. É só ver o que aconteceu quando da implantação deste regime na União Soviética. Quando acordarem, já vai ser tarde.