sábado, 22 de junho de 2013

O que os difere?

Qual seria a diferença, dos que hoje protestam, e aqueles que hoje estão no poder? Diria eu que é a forma mais ou menos violenta de se fazer a coisa. Os protestantes de hoje, estão clamando por uma democracia, muito embora estejamos vivendo uma. Os que estão hoje no poder, no passado, lutaram contra uma ditadura para implantar outra ditadura, a do proletariado.
Não param por aí as coincidências. Os atuais governantes reclamam do vandalismo de alguns participantes, eles, para chegar ao poder, também não foram anjos pois, além de causar danos ao patrimônio público e privado, mataram inocentes, o que ainda não ocorreu por parte dos manifestantes de agora.
Tome cuidado dona Dilma, estes que a senhora está mandando prender, por ato de vandalismo e talvez acusando-os de terroristas, podem amanhã, reivindicar o direito de serem considerados presos políticos. Teremos, mais uma vez, mexer nos cofres públicos, para indenizá-los. Possivelmente, as indenizações, não sejam tão polpudas como os que a sua gente recebe, pois os que estão agora protestando, ainda não mataram inocentes e não sequestraram autoridades.
O precedente já existe. É só um advogado esperto, como os que defenderam os terroristas de outrora, iniciar o processo e teremos uma enxurrada de novas indenizações. Nada os difere, pelo menos por enquanto. Basta iniciarem-se os assassinatos sequestros e justiçamentos, que a coisa se equivalerá.

Afonso Pires Faria – Torres, 21.06.2013.

ANTES DO PRONUNCIAMENTO DA DILMA.

Este é o texto do meu amigo, colega e chefe, Diego Primon.          

Guerra civil? Vocês estão querendo parar as manifestações alegando que estamos a beira de uma guerra civil é?

Em primeiro lugar, quem começou essa bagunça foram vocês, que transformaram o país num esgoto de corrupção. O país mais corrupto do mundo, medalha de ouro pra vocês! E ainda vem falar em vandalismo. Vandalismo é o que vocês fizeram com a gente esses anos todos! Se elegendo com uma mixaria de votos válidos comprados com comida e esmolas e destruindo nossa gente, corroendo a alma das pessoas. Vocês roubaram muito mais do que nosso dinheiro, vocês roubaram nossa dignidade, nosso respeito próprio, nossa esperança. Isso que está acontecendo é culpa das atrocidades que vocês fizeram! Efeito bumerangue. Então se estão com medo de guerra civil, façam o seguinte: entreguem-se. Confessem seus crimes e cumpram a pena. Pronto. Acabou a "guerra civil" imaginária de vocês. Só queremos nosso país de volta.

E outra coisa, em caso de guerra civil a Presidanta vai pedir ajuda pra quem? Pro Exército? É mesmo? O Exército vai ajudar o PT a continuar roubando e vai meter bala em civil, é isso? O mesmo Exército que vocês sucatearam? O mesmo Exército que vocês difamaram? O mesmo Exército que vocês estão punindo naquela ridícula Comissão da Meia Verdade? O mesmo Exército opressor que tem salários desumanos, estrutura zero e toda a responsabilidade da segurança nacional nas costas?

Acham mesmo que os milicos vão pras ruas matar civis por vossa causa? Quem diria hein? Ontem matando e mutilando militares em atentados a bomba e hoje pedindo penico.

Guerra civil é um catzo! Isso é uma guerra moral, isso sim!

Diego Primon

terça-feira, 18 de junho de 2013

Cala a boca, Magda.

            O meu pai, costumava dizer que uma pessoa, quando não tem o que dizer, que fique calada. Pois a nossa presidente, em duas ocasiões, nestes últimos dias, perdeu a oportunidade, de manter-se calada, e não o fez.
            Na primeira delas, quando a imprensa divulgou exatamente o que ela disse, relativo a elevação da inflação, e ela acusou a imprensa de terrorismo. O pior de tudo foi que ameaçou os órgãos de comunicação, dizendo que não admitiria, por parte deles, este tipo de terrorismo midiático. Ora bolas dona Dilma, como pode a senhora, que tanto à praticou, agora voltar-se contra esta prática? E olhe que este tipo de terrorismo praticado pela imprensa, não tira a vida de inocentes, como o dos grupos de guerrilha dos quais a senhora participava no passado. “Todos nós reconhecemos um louco quando o vemos, mas não quando o somos”.
            A segunda oportunidade em que a presidente deveria ter calado, e falou, foi quando se manifestou sobre os movimentos, que estão mexendo com todo o Brasil. Falou a excelentíssima: “As manifestações pacíficas, são legitimas.” Ora bolas, que obviedade. E a imprensa divulga isto, com a maior naturalidade, como se fosse uma frase muito pertinente.
            Meus amigos e minhas amigas, isto é caso de internação por demência, e uma demente que substituiu um idiota, é demais para uma nação. Por mais rico que seja o nosso país, ele não vai aguentar um quarto mandato com gente tão sem rumo. E olha que eu nem estou cobrando os 800 aeropostos que e presidente prometeu até o fim do mandato.


Afonso Pires Faria – Caxias do Sul, 18.07.2013.

domingo, 9 de junho de 2013

Estimulo ao vandalismo.

     Se toda a vez que o poder constituído tomar uma decisão, e a população não concordar com ela, for motivo de atos de vandalismo, a nossa sociedade, em breve, voltará aos tempos da barbárie. A nossa comunicação já é precária. A escrita, antes pomposa e cheia de figuras de linguagem e rica em vocábulos, hoje se resume a abreviações e textos de uma pobreza de dar dó.
     Mas a quem devemos atribuir a culpa? Aos jovens que buscam liberdade, facilidades e direitos? Creio que não. A culpa está nos nossos governantes que permitem este tipo de coisa e muitas vezes, mesmo que involuntariamente, estimulam este tipo de coisa.
Quando um proprietário, tem  seu patrimônio esbulhado e os seus bens depredados, as autoridades, no lugar de utilizar o uso da força que as leis lhes garantem, usam de toda a complacência para com o infrator, e descaso para com o agredido. O governo perdeu o respeito de seus governados e de uma forma masoquista estimula a isto.
     Toda a vez que um ato de protesto, com vandalismo, surtir o efeito desejado,  que uma propriedade tomada de seu legítimo dono ficar de posse do invasor, uma redação medíocre, com receita de bolo e hino de time de futebol, for premiada, estaremos estimulando o retrocesso. Cabe aos governos refletirem ao tomar uma medida, e quando tomada, não voltar a trás para não abrir precedente. Assim agindo, imporá respeito. Ao contrario os vândalos, em breve é que serão as autoridades neste país e voltaremos a nos comunicar, com sinais de fumaça.

Afonso Pires Faria – Caxias do Sul, 07.06.2013