Assuntos diversos, prioritariamente de política e comentários sobre a conjuntura nacional.
sexta-feira, 21 de junho de 2013
quinta-feira, 20 de junho de 2013
terça-feira, 18 de junho de 2013
Cala a boca, Magda.
O
meu pai, costumava dizer que uma pessoa, quando não tem o que dizer, que fique
calada. Pois a nossa presidente, em duas ocasiões, nestes últimos dias, perdeu
a oportunidade, de manter-se calada, e não o fez.
Na primeira delas, quando a imprensa
divulgou exatamente o que ela disse, relativo a elevação da inflação, e ela
acusou a imprensa de terrorismo. O pior de tudo foi que ameaçou os órgãos de
comunicação, dizendo que não admitiria, por parte deles, este tipo de
terrorismo midiático. Ora bolas dona Dilma, como pode a senhora, que tanto à
praticou, agora voltar-se contra esta prática? E olhe que este tipo de
terrorismo praticado pela imprensa, não tira a vida de inocentes, como o dos
grupos de guerrilha dos quais a senhora participava no passado. “Todos nós
reconhecemos um louco quando o vemos, mas não quando o somos”.
A segunda oportunidade em que a
presidente deveria ter calado, e falou, foi quando se manifestou sobre os movimentos,
que estão mexendo com todo o Brasil. Falou a excelentíssima: “As manifestações
pacíficas, são legitimas.” Ora bolas, que obviedade. E a imprensa divulga isto,
com a maior naturalidade, como se fosse uma frase muito pertinente.
Meus amigos e minhas amigas, isto é
caso de internação por demência, e uma demente que substituiu um idiota, é
demais para uma nação. Por mais rico que seja o nosso país, ele não vai
aguentar um quarto mandato com gente tão sem rumo. E olha que eu nem estou
cobrando os 800 aeropostos que e presidente prometeu até o fim do mandato.
Afonso
Pires Faria – Caxias do Sul, 18.07.2013.
quinta-feira, 13 de junho de 2013
domingo, 9 de junho de 2013
Estimulo ao vandalismo.
Se toda a vez que o poder
constituído tomar uma decisão, e a população não concordar com ela, for motivo
de atos de vandalismo, a nossa sociedade, em breve, voltará aos tempos da
barbárie. A nossa comunicação já é precária. A escrita, antes pomposa e cheia
de figuras de linguagem e rica em vocábulos, hoje se resume a abreviações e
textos de uma pobreza de dar dó.
Mas a quem devemos atribuir
a culpa? Aos jovens que buscam liberdade, facilidades e direitos? Creio que
não. A culpa está nos nossos governantes que permitem este tipo de coisa e
muitas vezes, mesmo que involuntariamente, estimulam este tipo de coisa.
Quando um proprietário, tem seu patrimônio esbulhado e os seus bens
depredados, as autoridades, no lugar de utilizar o uso da força que as leis
lhes garantem, usam de toda a complacência para com o infrator, e descaso para
com o agredido. O governo perdeu o respeito de seus governados e de uma forma
masoquista estimula a isto.
Toda a vez que um ato de
protesto, com vandalismo, surtir o efeito desejado, que uma propriedade tomada de seu legítimo
dono ficar de posse do invasor, uma redação medíocre, com receita de bolo e
hino de time de futebol, for premiada, estaremos estimulando o retrocesso. Cabe
aos governos refletirem ao tomar uma medida, e quando tomada, não voltar a trás
para não abrir precedente. Assim agindo, imporá respeito. Ao contrario os
vândalos, em breve é que serão as autoridades neste país e voltaremos a nos
comunicar, com sinais de fumaça.
Afonso Pires Faria – Caxias
do Sul, 07.06.2013
quarta-feira, 5 de junho de 2013
sábado, 1 de junho de 2013
Temor e respeito
Aqueles que te respeitam
hoje, porque te temem, amanhã, quando tuas forças acabarem, não te temerão
mais, nem te respeitarão. Assim é para os que compram amizade com dinheiro.
Quando o dinheiro acabar, vai-se a amizade. Somente conquistamos amizade e respeito,
através de atitudes. E que elas não sejam superficiais, que sejam tão sinceras,
que os que estejam à tua volta te respeitem e não te temam que gostem de ti e
não do que tu tens.
Na vida, as coisas não
acontecem por acaso. O plantio é voluntário, mas a colheita é obrigatória. É
quase certo que aquilo que fizemos para os outros, um dia se voltará para nós,
se não de forma concreta, pelo menos no inconsciente.
Certamente não é visando uma
recompensa que fizemos o bem, quando assim for, certamente ela não virá. As
benesses que obtemos, são frutos de atos que fizemos de forma involuntária. Não
é válido fazer o bem, somente para obtermos uma recompensa, ele tem que ser
feito com o coração. E que comecemos por perto. Tratemos bem os que estão a
nossa volta, que assim eles vão nos tratar também.
A roda da vida nos ensina, e
muitas vezes nós não aprendemos. Costumo brincar com meus filhos, que eu os
trato bem, porque são eles que, no futuro, irão escolher a qualidade do asilo
que vão me internar. Mas creio que a coisa é o inverso. Eles que tratem de me
cuidar direito, senão os filhos deles farão o mesmo com eles. Pequenos gestos
muitas vezes, dizem muito do caráter de uma pessoa. Tratar mal os desvalidos e
fracos, e fazer com que te respeitem, não é uma demonstração de poder, e sim de
fraqueza de caráter. Cuidado que a mesma facilidade que tu tens de humilhar e
humilhas, terão os outros de usar contra ti no futuro.
Afonso
Pires Faria – Torres, 30.05.201.
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